
Por Roy Daza.
A libertação imediata do presidente Nicolás Maduro Moros e da primeira-dama e deputada Cilia Flores é o objetivo número um da nação venezuelana, bem como a denúncia da agressão contra a Venezuela, que deixou um saldo de cem mortos e feridos. O ato ilegítimo e ilegal de sequestrar alguém que, por sua condição de chefe de Estado, tem imunidade, conforme estabelecido pelas convenções de Viena e pela Carta das Nações Unidas.
A presidente encarregada da República, Delcy Rodríguez, explicou perante a Assembleia Nacional as linhas centrais da ação do governo e as conquistas alcançadas em 2025, não sem antes manifestar que a contradição entre a doutrina Monroe e a de Simón Bolívar é um fato histórico, e que a decisão tomada nessas circunstâncias é a de agir por meio da diplomacia da paz.
Na mensagem à Assembleia Nacional, e na presença de governadores, ministros e do corpo diplomático, ela apresentou três propostas de lei: reforma da Lei de Hidrocarbonetos, Lei sobre Direitos Sociais e Econômicos e Lei de Aceleração de Trâmites. Além disso, anunciou a criação do Fundo de Proteção Social para melhorar a renda dos trabalhadores e trabalhadoras e um fundo para serviços básicos.
Ratificou o direito da Venezuela de manter relações com a China, o Irã, a Rússia, Cuba e os Estados Unidos.
Com base nas orientações do presidente Maduro, ele indicou expressamente que a linha a seguir é: Recuperação, Crescimento e Bem-estar Social, e ressaltou que a governança é obra do Poder Popular e de todas as instituições da democracia venezuelana.
Convocou as forças opositoras ao diálogo pela preservação da paz e da estabilidade da República.
Roy Daza é deputado do PSUV na Assembleia Nacional, pelo estado de Aragua.
Tradução: Deepl com supervisão do Portal Desacato.
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