As instituições do estado são coniventes com a agressão à terra e os povos do Nordeste

A luta pelo direito à terra não é novidade no Brasil, porém, a violência e o despojo aos seus verdadeiros donos, o desastre ambiental e a busca desenfreada do lucro, mesmo às custas da vida humana, animal e do bioma em geral, têm crescido muito, estimulada pelo governo de Jair Bolsonaro.

Os fatos que acontecem, particularmente em alguns estados do nordeste, como Maranhão, Pará, Tocantins e a Bahia, são graves e alguns prejuízos não tem retorno. A exploração de minérios, a contaminação a água, o deslocamento compulsório de comunidades conta a conivência das instituições do estado e dos poderes que deveriam ser garantes do respeito aos povos, como o poder judiciário e o exército da república. Mas não só, também com o ocultamento da imprensa e o sucateamento das agências e controle. Os interesses transnacionais agridem a soberania nacional e a soberania dos povos sem o menor inconveniente.

Sobre essa grave situação e o papel dos atores desse destino macabro, o JTT conversou com o advogado socioambiental Waldemir Soares Jr.

Você pode assistir entrevista completa, desde o início da mesma, clicando no vídeo abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

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