O Plano Diretor manteve as AUEs (Áreas Urbanísticas Especiais): nove grandes áreas espalhadas pela ilha onde é permitido maior potencial construtivo e podem ser implantados os PEUs (Projetos Especiais Urbanísticos).
Agora, uma grande construtora pretende construir um megacondomínio com torres de até 14 andares em uma extensa área do Rio Tavares, próxima à Igreja de Pedra e ao Fort Atacadista — empreendimento que já foi alvo de protestos da comunidade.
O projeto também é alvo de questionamentos sobre a própria área onde será implantado. O coletivo Ecolhar encaminhou aos Ministérios Públicos uma denúncia apontando indícios de irregularidades dominiais envolvendo os terrenos.
A esse empreendimento deram o nome de PEU Refúgio do Campeche.
Mas refúgio para quem?
Quem poderá pagar para morar ali?
Como ficará o trânsito, que já está saturado?
Para onde irá o esgoto, em um sistema de saneamento que já enfrenta tantos problemas?
Quais serão os impactos sobre a natureza e a qualidade de vida da região?
Enquanto os especuladores lucram, quem paga a conta é a comunidade, a fauna, a flora e toda a cidade.
Venha se manifestar!
Quinta-feira, 09/07, às 14h
Em frente ao Conselho Comunitário do Rio Tavares
Abaixo o PEU Refúgio do Campeche!
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