Em Florianópolis, cresce o movimento de famílias contra a lógica da meritocracia nas escolas, denunciando que esse modelo reforça desigualdades em vez de promover a justiça educacional. Para elas, o discurso meritocrático ignora as diferentes condições socioeconômicas, culturais e emocionais dos estudantes, premiando apenas quem já parte de posições mais privilegiadas. Ao transformar a educação em uma disputa individual, essa lógica acaba por desresponsabilizar o Estado e a comunidade escolar do compromisso com a inclusão e a equidade, aprofundando as distâncias entre crianças de realidades distintas.
Na quinta-feira, 04 de setembro, Rosangela Bion de Assis entrevistou Graziela Aguiar Guzzi e Sebastião Ferreira Martinez, representantes do Comitê de Famílias pela Educação Pública de Fpolis e Manuela Bezerra Meirelles, mãe de estudante da educação especial de Fpolis.
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