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África

Editorial

Florianópolis, 28 de março de 2015.

Na próxima quarta-feira, 1º de abril, terão se passado 51 anos do Golpe Militar no Brasil. O Portal Desacato e a Cooperativa de Produção em Comunicação e Cultura afirmam seu compromisso irrenunciável com a Democracia, com a Liberdade e com a Paz.

Neste momento em que as direitas da América Latina e o Caribe estão numa ofensiva contra os trabalhadores, os excluídos, os povos originários, os estudantes, as minorias e os migrantes, coordenada pelos interesses imperialistas dos banqueiros e das transnacionais, faz-se necessário defender a Democracia. Porém, há de se refletir sobre que tipo de Democracia desejamos ante a nova tentativa intervencionista do Norte genocida.

A atual democracia representativa alija a população das decisões, a torna mera peça de homologação bienal da escolha de representantes que, majoritariamente, não validam as expectativas. Precisamos mudar essa democracia precária, frágil, exposta aos interesses mais promíscuos, por uma Democracia Popular, inclusiva, transversal, onde a Classe Trabalhadora e a população mais humilde possam inverter a pirâmide de distribuição da riqueza que continua, como nas épocas de ditadura, reservando o topo para as elites.

Há de se ter uma Lei de Meios de Comunicação que não permita que um veículo obtido através de concessão pública domine o processo de desestabilização do país e sua democracia.

O Brasil carece de uma Assembleia Constituinte que mude as estruturas de poder. Que torne o cidadão fiscal efetivo e parte da tomada de decisões.  Que não se detenha só no julgamento a corruptos, mas que tenha mecanismos consistentes de extirpar os corruptores.

A Ditadura foi mais corrupta do que poderia ser qualquer democracia ruim. Há que manter a memória ativa, não perdoar, julgar e punir os responsáveis de crimes na ditadura e legislar para que seus nomes não mais apareçam nos lugares de trânsito e convívio da cidadania.

Outra Democracia é Possível. Nenhuma ditadura é necessária.

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