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África

Editorial

Nira Pomar Monte Cristo 3

Florianópolis, 3 de maio de 2015.

Houve algumas centenas de pessoas no Ato de 1º de Maio de Florianópolis. Dentre elas sete companheiros deste portal. Criticamos vários anos a ausência de deste ato de festa e reivindicação da nossa classe na cidade. Decidimos lembrá-lo alguma vez em nosso Café AntiColonial. Agora, talvez em função da conjuntura ruim e a acumulação de contradições que afetam os trabalhadores, o 1º de Maio ressurgiu, e por coerência de classe participamos nele.

Era ingênuo esperar que assistissem milhares. Impossível no atual cenário da classe no Brasil. A experiência, quantidades à parte, foi bem interessante e diferente. A escolha do local não podia ser mais adequada. O 1º de Maio aconteceu num bairro de trabalhadores que são brutalmente afetados pela precarização do emprego e os erros do atual Governo. Os coletivos representaram alguns setores importantes da luta da Cidade: estudantes da UFSC e UDESC, Movimento da Ponta do Coral, companheiras do MNU, irmãos haitianos, um par de centrais sindicais, um par de partidos políticos, alguns sindicatos e o MST. A presença mais importante foi a da Comunidade de Monte Cristo. Houve música, oficinas e crianças por toda parte, como registrou a companheira Madalena Giostri para Desacato.

Os trabalhadores do portal cumprimos duplamente nosso papel de classe. Festejamos e levamos nossa faixa com reivindicações e, como trabalhadores da comunicação, entrevistamos companheiros para um programa de TV que produz nossa empresa de gestão socialista.

É importante para nosso Portal e nossa Cooperativa ter clareza de qual é nosso posto na Luta de Classes. E esse lugar sugere a visão mais ampla e menos sectária possível. Não é qualquer unidade que nos convoca, mas, como veículo e produtores de comunicação acreditamos que divididos a vitória é muito improvável. Portanto, já aguardamos o próximo 1º de Maio, maior, mais representativo de toda a Classe, e de novo, no local onde mora o Povo que produz a riqueza.

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