Brasil

Respeito: não há nada mais vital

Por Paula Guimarães Cerca de um milhão de mulheres recorrem ao aborto e mais de…

Petitório: Dar acesso à lista e dados dos 8.667 clientes brasileiros do HSBC/SwissLeaks

Caras senhoras e senhores, Nós, blogueiros do Brasil, falando em nome de nossos milhões de…

“Imposto sobre grandes fortunas renderia 100 bilhões por ano”

Por Renan Truffi Único dos sete tributos federais previstos nas Constituição sem regulamentação até hoje, o imposto…

CUT: Todos às ruas em 13 de março!

A Central Única dos Trabalhadores conclama as trabalhadoras e os trabalhadores, militantes e dirigentes de…

As sequelas da ditadura: a militarização das polícias estaduais

Por Carlos Frederico Guazzelli. Antes do golpe de estado de 1964, as Forças Públicas dos…

Mesa vai rediscutir decisão sobre passagens para cônjuges nesta terça

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados se reunirá nesta terça-feira (3) para rediscutir a decisão de permitir a…

África

Editorial

Florianópolis, 1º de março de 2015.

A visão de mundo determina os hábitos de um veículo de comunicação. Essa visão é conduzida em função dos objetivos que ele possui. Informar, Educar e Formar para Transformar exige desafiar o sistema, refletir no tipo de prática e como ela se consubstancia com a teoria que se defende. É determinante para o que se faz e como se administra. A semana nos colocou na antítese da empresa monopólica de comunicação do sul do país.

Enquanto a RBS deflagrou um desserviço jornalístico, no seu jornal do meio-dia, colocando seu comentarista de variedades para fazer um comercial descarado da empresa que quer construir um prédio de 18 andares na Ponta do Coral e, naturalmente o faz por compromisso econômico (do contrário é inexplicável uma atitude tão impudica), nossa Cooperativa, inicia um processo de mutirões para deixar sua Casa mais bela para receber os trabalhadores.

Enquanto a RBS apresenta esse comercial escondido que contribui com a descaracterização da Cidade e agride o direito da maioria ao lazer público, a Cooperativa inicia sua primeira grade de TV online com um programa sobre a saúde do Trabalhador. Dois jeitos de ver a Vida e cumprir um papel social.

Os cooperados que iniciaram o processo de mutirões não são uma turma de jovens sonhadores. São profissionais que somam décadas de jornalismo e tecnologia. Decidiram há mais de três anos que o Jornalismo, a Comunicação, a Cultura e a Tecnologia podem e devem ter uma função social. Ganham o mesmo, independentemente de cargos, diplomas e famas provinciais.

Isso tudo é bem diferente da postura censurável da emissora da SC 401, e confirma o saudável que é não se vender, não disfarçar os fatos, na defender exclusivamente o interesse dos poderosos.

O mutirão da Cooperativa não visa “ibope” nem patrocínios. Só a afirmação da prática coletiva relacionada com a teoria. Como poderíamos servir à sociedade, sem hábitos éticos que sejam condizentes com nossa vocação profissional e humana?

Post to Twitter Post to Facebook

Desacato Passa Revista

 

 

 

 

Nossa América

Das culturas da corrupção: bonificações e patrimonialismo

Por Fátima Oliveira. Certa noite, pensando sobre a cultura de levar vantagem pecuniária, seja em empresa privada ou no serviço público (patrimonialismo), para acumular patrimônio pessoal, veio a minha memória a primeira vez em que ouvi pausadamente: “Se pensas em ficar rica de consultinha em consultinha, podes tirar o cavalinho da chuva”. Nunca disse a ninguém…

Respeito: não há nada mais vital

Por Paula Guimarães Cerca de um milhão de mulheres recorrem ao aborto e mais de 200 mil morrem todos os anos no Brasil – vítimas da intervenção feita de forma clandestina. Reparem que são vítimas e não criminosas. Esses números, porém não comovem a sociedade e, se comovem, não mobilizam. Ainda há uma enorme distância…

Respeito: não há nada mais vital

Por Paula Guimarães Cerca de um milhão de mulheres recorrem ao aborto e mais de 200 mil morrem todos os anos no Brasil – vítimas da intervenção feita de forma clandestina. Reparem que são vítimas e não criminosas. Esses números, porém não comovem a sociedade e, se comovem, não mobilizam. Ainda há uma enorme distância…

Respeito: não há nada mais vital

Por Paula Guimarães Cerca de um milhão de mulheres recorrem ao aborto e mais de 200 mil morrem todos os anos no Brasil – vítimas da intervenção feita de forma clandestina. Reparem que são vítimas e não criminosas. Esses números, porém não comovem a sociedade e, se comovem, não mobilizam. Ainda há uma enorme distância…

Respeito: não há nada mais vital

Por Paula Guimarães Cerca de um milhão de mulheres recorrem ao aborto e mais de 200 mil morrem todos os anos no Brasil – vítimas da intervenção feita de forma clandestina. Reparem que são vítimas e não criminosas. Esses números, porém não comovem a sociedade e, se comovem, não mobilizam. Ainda há uma enorme distância…

Mundo

Marxista, filho de metalúrgico e blogueiro: conheça o ministro das Finanças da Grécia

Professor universitário e economista especializado em teoria dos jogos, Yanis Varoufakis tem carreira intelectual que…

O Leviatã quer mais

Por Felipe Marra Mendonça. O google entregou, na quarta-feira 18 de fevereiro, uma declaração importante a…

‘Governos estão fazendo coisas secretamente e público deve saber’

Por Silvia Font.* A esta altura do campeonato, quem não sabe quem é Edward Snowden?…

Leitura Crítica

Situação dos haitianos: a dignidade humana e o direito à revolta.

Por Paulo Illes. A imigração faz parte da formação do Brasil. Não seriamos o Brasil…

Eu sou a grávida passista. E também a grávida do banco da frente

Há exatamente uma semana era quarta-feira de cinzas. E no exercício diário da leitura das…

Os caminhoneiros e os golpistas velhacos

Segundo reportagem da Agência Brasil, os caminhoneiros intensificaram os bloqueios às estradas na manhã desta…

Feminismo e cidadania

Por Thiago Burckhart, para Desacato.info. Com a aproximação do Dia Internacional da Mulher, o debate sobre o feminismo passa a ganhar maior visibilidade no cenário sócio-político no Brasil e no Mundo. O feminismo ainda se coloca como uma luta social,…

Cultura