
Minha recomendação para esses dias é o filme britânico “Orgulho”, que celebra um evento real: a unidade da luta dos mineiros galeses com um grupo de ativistas lésbicos e gays em 1984.
O que o filme reflete nada mais é do que a unidade da classe trabalhadora, algo que alguns hoje, acreditando estar trabalhando por uma causa nobre, buscam destruir.
De fato, ao longo do filme, vemos as origens de muitos dos obstáculos ideológicos e políticos que enfrentamos hoje: o segregacionismo e a natureza tendenciosa das lutas, a abordagem “sem bandeiras” e como o capitalismo cooptou a luta legítima de gays e lésbicas para criar um mercado gay-capitalista.
O que o filme esquece, não sei se intencionalmente ou por medo da rejeição após décadas de profundo anticomunismo, é que Mark Christian Ashton, o protagonista, não era apenas um ativista dos direitos LGBT, mas também um militante e membro do Partido Comunista da Grã-Bretanha.
Trailer do filme:
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