Por que o movimento #Eutambém é diferente para negras, asiáticas e latinas

Por  Jessica Prois e Carolina Moren.

O movimento #MeToo e o misto de negação e remorso público que foi visto a seguir, vindo de homens poderosos acusados de assédio e agressão, criou um ambiente de responsabilização e transformação, levando as mulheres a ser ouvidas. Mas nem todas as mulheres se sentem incluídas. Muitas mulheres negras, asiáticas e latinas vêm manifestando que o #MeToo não tem representado suas histórias, apesar de o movimento ter sido fundado pela ativista Tarana Burke, que é negra.


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