Deveria haver uma investigação sobre os ataques de drones à flotilha de ajuda humanitária de Gaza, afirma o Monitor de Direitos Humanos Euro-Med.
“O direcionamento deliberado de um navio civil de ajuda humanitária em águas internacionais é uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, do Direito do Mar e do Estatuto de Roma, que proíbe o direcionamento de objetos humanitários”, disse a organização em um comunicado.
E acrescentou: “Esse ataque se enquadra em um padrão recorrente e documentado de uso da força para impedir que os navios cheguem à Faixa de Gaza, mesmo antes de se aproximarem de suas costas”.
A organização está pedindo uma “investigação independente e transparente sob jurisdição maltesa, com a participação das Nações Unidas”.
Ela também está exigindo “garantias de passagem marítima segura para a ajuda humanitária destinada a Gaza”.
“Qualquer falha em agir hoje apenas encorajará novos ataques a missões humanitárias e aprofundará a catástrofe que está se desenrolando em Gaza”, disse o monitor.
Um porta-voz da Flotilha da Liberdade Rumo a Gaza disse que o grupo culpa Israel ou um de seus aliados pelo ataque, acrescentando que atualmente não tem provas dessa alegação.
A missão tinha sido preparada em sigilo absoluto.
O ativista brasileiro Thiago Ávila estava abordo.
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