Migração forçada, uma dívida genocida do sistema colonial e capitalista

Imagem: OPEU.

Redação/Portal Desacato.

Estima-se que 85 mil pessoas perderam suas vidas ou estão desaparecidas ao tentar atravessar o Mediterrâneo e chegar à Europa. Outras a perdem tentando entrar nos Estados Unidos através do deserto, vindos da América Central e até do Brasil. Tem as migrações forçadas dentro de muitos países.

Todos os dias, os jornais trazem notícias das mortes. Não é por desconhecimento que as mortes acontecem. É uma política intencional que segue aprimorando seus métodos de gestão da produção da morte das pessoas negras no Mediterrâneo. Aqueles que conseguem chegar com vida ao continente enfrentam novas batalhas, nos campos de detenção, na obtenção de documentação, sofrendo xenofobia e correndo o risco iminente de expulsão. Do mesmo modo aqueles que conseguem entrar aos Estados Unidos se transformam em cidadãos de terceira categoria.

Sobre o tema o Mural da Manhã entrevistou Célia Vendramini, professora da UFSC, realizando pós-doutorado na Itália sobre migração e educação; Karina Quintanilha, advogada com especialização em Migração e Refúgio, doutoranda em Sociologia (Unicamp) com estágio de pesquisa na Itália, integrante do Fórum Internacional Fronteiras Cruzadas na USP e Berenice Bento, professora do Departamento de Sociologia da UnB e pesquisadora do CNPq.

Para assistir ou escutar a entrevista completa clique no vídeo abaixo:

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