Jornalista é atacada e censurada por intelectuais sionistas

Entrevista com a jornalista Lucia Helena Issa, realizada no JTT – A Manhã com Dignidade

Lucia Helena Issa. Foto: Arquivo pessoal

A jornalista Lucia Helena Issa foi ameaçada e atacada após a sua participação numa entrevista para a TV 247 sobre o tráfico de meninas polacas judias por um grupo judaico no século 19. Foram cerca de cinco mil mulheres trazidas ao Rio de Janeiro e prostituídas. Lucia Helena pesquisou sobre crimes comprovados e de máfias israelenses de ontem e hoje e jamais afirmou na entrevista que todos os judeus fossem criminosos. As acusações partiram do professor e assessor do Instituto Brasil Israel Michel Gherman e da acadêmica Beatriz Kushnir, que reuniram grupos sionistas e judaicos e escreveram uma carta acusando Lucia de antissemitismo, racismo e de negar o Holocausto. A repercussão da carta gerou ameaças de estupro e a censura da entrevista por parte de um sítio que se reivindica de esquerda.

Segundo Lucia, a confusão entre judaísmo e sionismo é o motor deste ódio. O sionismo é um posicionamento político nascido em 1897 com Theodor Herzl. Hoje a principal característica do sionismo como movimento político é o apartheid. Também censura os jornalistas que tentam denunciá-lo.

A entrevista na TV 247 foi retirada do ar e o grupo que a atacou participou numa “live” de uma hora onde os ataques a Lucia continuaram e disseram que a jornalista falara apenas “invenções” e “conspiracionismo” sobre Israel. Mas a INTERPOL, ONU, OIT e milhares de provas, depoimentos e confissões de mafiosos provam o contrário. Por exemplo, mafiosos israelenses foram presos pelo assassinato da brasileira Kelly Fernanda Martins.

Assista:

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