
Por Ricardo Leite.
Na noite de ontem, 27 de novembro, o Plenário da Câmara de Vereadores de Florianópolis recebeu entidades e a comunidade para debater o futuro da Escola do Mar. A Reunião Ampliada foi promovida pela Comissão de Trabalho, Legislação Social e Serviço Público (CTLSSP), e requerida pelo vereador Bruno Ziliotto (PT), que presidiu o evento.
Participaram o Comitê em Defesa da Escola do Mar, o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem), além de estudantes de oceanografia, professoras e diretoras de escolas da rede municipal. Chamou atenção a falta de representantes da Prefeitura e da Secretaria da Educação.

Entrega de abaixo-assinado
No ponto alto do encontro, o Comitê em Defesa da Escola do Mar entregou um abaixo-assinado com mais de duas mil assinaturas para ser levado à Secretaria de Educação. O abaixo-assinado requer mais investimentos e a valorização do projeto enquanto política pública permanente.
A demolição do prédio que ficava na praia de Canasvieiras, no dia 17 de outubro deste ano, foi um tema central no debate. Especialmente com a escolha da Prefeitura de Florianópolis de colocar a organização do projeto em uma sala no centro da cidade. Diversos dos participantes enfatizaram a importância da Escola do Mar estar presente em um local próximo ao mar.
Institucionalização e investimentos
Além da reconstrução de uma sede em Canasvieiras, a Reunião Ampliada encaminhou a necessidade de uma defesa da institucionalização do projeto, nos moldes da Escola do Mar de São José, considerada um sucesso. Também, é necessário um plano para garantia das saídas, com ônibus e barcos.
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