Outubro: programação CineClube da Fundação Badesc

Programe-se. Todas as Sessões são gratuitas. 

Fundação Cultural Badesc fica localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, número 216, centro de Florianópolis, SC. Telefone: (48) 3224-8846

 

CineClube em Outubro

 

Dia 16, segunda-feira, 19h, Art 7 – Ciclo F. W. Murnau

O Pão Nosso de Cada Dia

(City Girl) de F. W. Murnau. EUA. 1930. 80 min. Drama. Sem classificação. Com Charles Farrell, Mary Duncan, David Torrence.

Jovem garçonete sonha com uma vida tranquila, longe da cidade grande. Até o dia em que ela conhece um jovem camponês.

 

Dia 17, terça-feira, Festival Planeta.Doc – 17h

Ilha, de Daniel de la Calle. Espanha, Brasil. 2016. 55 min. Documentário. Livre.

Um dia na pequena ilha brasileira de Boipeba. Seus pescadores locais ainda vivem de modo tradicional, porém a mudança parece inexorável.

Dia 17, terça-feira, 19h

Muros, de Pablo Iraburu, Migueltxo Molina. Espanha. 2015. 83 min. Documentário. Sem classificação.

Quando caiu o Muro de Berlim, deixamos de lado a ideia dos muros de separação como parte do passado. A realidade é o oposto. Esse filme narra histórias reais de pessoas que vivem em ambos os lados de paredes muito diferentes.

 

 

Dia 18, quarta-feira, Festival Planeta.Doc – 17h

Damocracy, de Todd Southgate. Brasil. 2013. 35 min. Documentário. Sem classificação.

Uma viagem desconstruindo o mito das barragens como a energia “verde”. Em foco, a discussão de dois projetos gigantescos: Belo Monte no Brasil e Ilisu na Turquia

Dia 18, quarta-feira, 19h

Os Dias Afogados, de César Souto, Luís Avilés. Espanha. 2015. 86 min. Documentário. Sem classificação.

Em 1992, a construção da barragem do Lindoso (Portugal) inundou para sempre os povoados de Aceredo e Buscalque (Ourence, Espanha). Seus habitantes não podiam fazer nada para salvar suas terras e seus lares, e pegaram suas câmeras domésticas e começaram a gravar.

 

Dia 19, quinta-feira, Festival Planeta.Doc – 17h

Naquela Época e Hoje, de Luiz Adelmo. Brasil. 2015. 80 min. Documentário. Livre.

Quanto o aspecto qualidade de vida tem sido levado em conta nas metrópoles brasileiras nas últimas décadas?

Dia 19, quinta-feira, 19h

Lágrimas de Óleo (Lágrimas de Aceite), de Marc Gavaldà. Espanha. 2017. 60 min. Documentário. Sem classificação.

A história das comunidades indígenas que sofreram com os resíduos da contaminação petroleira do Oleoduto Norteperuano , operado pela empresa estatal Petroperu.

 

Dia 20, sexta-feira, Festival Planeta.Doc, 17h

Contagem Regressiva, de Luíz de Alencar. Brasil. 2015. 92 min. Série de documentário. Livre.

As violações e injustiças que marcaram todo o processo de preparação do Rio de Janeiro para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016.

Dia 20, sexta-feira, 19h

Seleção de curtas-metragens

Esperança(Esperanza), de Álvaro Longoria. Espanha, 2016. Documentário.

A vida a bordo do barco do Greenpeace. Através de conversas com a tripulação, descobrimos suas motivações para arriscar sua vida defendendo o planeta tão longe de casa.

As Costas de Orán (Las Costas de Orán), de Alfonso G. Cañadas. Espanha. 2016. 8 min. Documentário

Nos anos 60, durante a ditadura franquista, o “Vale de Escombreras” foi uma das zonas mais prósperas do país. Hoje só existem recordações de um passado melhor.

Minas do Horcajo (Minas del Horcajo), de Alberto Gutiérrez. Espanha. 2015. 6 min. Documentário.

Quem disse que as pedras não falam?

Toxicity Underwater, de Jon Bazo. Espanha. 2016. 4 min. Animação.

A humanidade vive em um refúgio submarino. A superfície terrestre deixou de ser habitável faz muitos anos devido a uma glaciação e qualquer aproximação a superfície seria mortal.

La Folie, de Ricard López. Espanha. 2016. 6 min. Francês.

A loucura e o absurdo da guerra farão que o grande pintor Pablo Picasso realize uma das obras mais importantes do século 20, mesmo que o processo para chegar a ideia final não será fácil.

Lixeira (Basura), de Juan Silva. Espanha. 2016. 5 min. Ficção.

Dois personagens imersos no mundo do crime, no qual o que parece ser um dia a mais dentro de suas habituais e escuras rotinas, cometem o erro de se desfazer de um corpo num lugar equivocado.

Marcados, de Alex Montserrat. Espanha. 2016. 8 min. Ficção.

Num futuro próximo, os analógicos são separados da sociedade digital.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Fundação Cultural Badesc

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