Lava-Jato catarinense prova que é instrumento de opressão e perseguição política na UFSC

De Floripa contra o estado de exceção

Não satisfeitos com os atos de abuso de poder que levaram à morte o professor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, em 2 de outubro de 2017, os agentes do Estado de Exceção gerados pela “Lava Jato”, investem agora contra os professores Áureo Moraes e Ubaldo Balthazar, reitor da UFSC que será empossado hoje. Além deles, o arquiteto Loureci Ci Ribeiro, do Coletivo Floripa contra o Estado de Exceção, também é acusado pelo crime de “calúnia e difamação” pela delegada Érika Marena, que comandou a famigerada operação “ouvidos moucos”. Sem disfarces, nem meias-palavras, é a volta da censura e da perseguição política que, em tese, havia sido cessada com o fim do AI-5 e do Decreto 477, que regeram a ditadura civil-militar por mais de 20 anos. É hora da comunidade universitária da UFSC dar um basta a esse tipo de ataque!!!

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