Em Honduras se vive uma guerra total – Parte 1

Almenadre 3

 

Português/Espanhol


“Carl Schmitt, quem foi advogado teórico, assessor de Adolfo Hitler, falava da guerra total, e em Honduras para mim o que temos é uma guerra total que não só é militar, levando em consideração que está o midiático, o fundamentalismo religioso, está o econômico, tem um controle das políticas acadêmicas, que não estão a serviço do povo, mas, dos grandes interesses econômicos, a privatização, a diminuição do acesso à educação nas áreas universitárias, pelo qual isso tudo é terrível”. Dr. Juan Almendares (foto)

 

 

Por Ronnie Huete Salgado (texto e  fotos), de Tegucigalpa, para Desacato.info  

Participação de Raúl Fitipaldi.

Na seguinte primeira parte desta entrevista com o Diretor Executivo do Centro de Prevenção, Tratamento e Reabilitação de Vítimas da Tortura e seus Familiares (CPTRT) em Honduras, o Dr. Juan Almendares e concedida para o Portal Desacato.info, editado e produzido na cidade de Florianópolis, Brasil, Almendares afirma que em Honduras existe uma guerra total.

 

Na entrevista também participou o jornalista Raul Fitipaldi quem, via skype, conversou com o também defensor dos direitos humanos Juan Almendares e nos lembrou que no Portal Desacato, existe um espaço destinado aos direitos humanos chamado Isis Obed Murillo em lembrança do primeiro mártir depois do Golpe de Estado em Honduras em 2009.

Juan Almendares Bonilla, científico reconhecido  internacionalmente, foi também reitor da Universidade Nacional Autônoma de Honduras (UNAH), é um constante defensor dos direitos humanos em Honduras, e é protetor dos recursos naturais no seu país natal. Almendares desenvolve uma interpretação dos fatos que ocorrem em Honduras, para  onde se encaminham e qual a possível saída da estafante ditadura que se vive na nação centro-americana.

RF: Raúl Fitipaldi

JA: Juan Almendares

RH: Ronnie Huete

RF: Qual é a situação atual dos direitos ‘inumanos’ em Honduras?

JÁ: A situação de violência continua, a impunidade continua e a presença de tropas norte-americanas continua, de tal maneira que temos uma situação que abarca vários planos, sob os estratos jurídicos, políticos, econômicos, o fundamentalista, o politiqueiro e também abarca o econômico, que são resíduos e continuidades do golpe militar.

RH: Sob esse estrato jurídico que o senhor menciona, qual é pano de fundo da lei “pica-pedra”?

JÁ: A lei “pica-pedra” está referida à ditadura do general Tiburcio Carías (1933-1949), quem utilizou os presos para construir uma forma de trabalho forçado, então este elemento foi retomado, apesar de que (seu governo) tinha tomado uma lei de anos anteriores do instituto penitenciário, cujo contexto é discriminatório, repressivo e, sobretudo, está contra as pessoas privadas de liberdade e os cárceres em Honduras são um grande inferno.

RF: Qual é o benefício desta neoescravatura em Honduras, especificamente para as transnacionais?

JA: Realmente, ali está um perigo de que se privatizem os cárceres em Honduras, existem arredor de 15 mil pessoas privadas de liberdade, que poderiam ser utilizadas como mão de obra controlada por empresas transnacionais, mas, além disso você deve lembrar que a política carcerária tem se submetido, de forma semelhante aos Estados Unidos, com o que eles chamam prisões de segurança máxima, mas, em Honduras são cárceres onde se introduzem armas pesadas, mas, quem introduzem as armas não podem ser as pessoas privadas de liberdade, senão que tem que existir corrupção no sistema carcerário hondurenho.

RH: Como são esses cárceres em Honduras?

JA: As condições são infra-humanas, estão superlotados, há um isolamento dos privados de liberdade, a morosidade judicial é alta, todos estes aspectos são terríveis e você sabe as grandes tragédias e as violações dos direitos humanos nos cárceres com as mortes, no caso de 108 pessoas no presídio de San Pedro Sula, 69 no cárcere da cidade de La Ceiba, e perto de 400 pessoas em Comayagua, ou seja, foi uma das questões mais terríveis do sistema carcerário, num plano internacional. Ante este péssimo contexto querem botar a trabalhar às pessoas privadas de liberdade sem nenhum sistema de reabilitação e, por outro lado, os privados de liberdade são sempre pessoas exploradas, os pobres, é muito raro que existam pessoas de colarinho branco.

RH: Como observa a política do Triângulo Norte dirigida desde os Estados Unidos?

JÁ: A ideia desta política do Triângulo Norte, a raiz disto  é que nunca se explicam as raízes estruturais da violência e se nos cataloga como o país mais violento do mundo, mas, eu diria que é precisamente o sistema capitalista, o mais violento contra Honduras e que realmente o modelo de Honduras, que é para mim um modelo experimental na política, na guerra psicológica, na tortura, e também experimental nas organizações e até nas mesmas eleições. Isso tudo quer dizer que Honduras é importante na política geoestratégica dos Estados Unidos. Argumenta-se que é porque passa por aí o 80 % das drogas, mas, esse argumento é bastante pobre, porque se na realidade os Estados Unidos quisessem parar o cruze da droga por Honduras, o faria.

RH: ¿Qué que se refere quando diz que este argumento é pobre?

JA: Honduras é um país tremendamente ocupado de forma militar pelos Estados Unidos. Tem uma estudiosa norte-americana que diz que existem em torno de 13 bases militares agora, com toda a tecnologia moderna que facilmente detectaria um carregamento de droga. Mas, por outro lado, Honduras é um país, estratégico pelos seus bens naturais, porque na realidade aqui há recursos minerais, temos um pouco mais do 30% do território que está dado em concessão a mineiras, e agora toda a bacia do Caribe em que temos a recolonização do império britânico.

 

RF: Os jornalistas do Cone Sul da América Latina sempre nos temos perguntado se podemos dizer que existe um genocídio calculado em Honduras. É assim?

JA: Sim, definitivamente é assim. O problema é que temos uma taxa de impunidade que supera o 90%,temos uma quantidade de mortes violentas nos últimos 4 anos que excede as 40 mil pessoas e depois temos mortes, femicídios, de cada 10 pessoas 7 são capturadas ou traumatizadas, recebem tratamentos cruéis inumanos ou degradantes. Temos também o desenvolvimento da inteligência militar, sempre existiu isto em Honduras, mas, agora adquire um nível maior.Também temos uma nova invasão norte-americana, o cinismo desta invasão está em autorizar que as tropas hondurenhas andem pelas ruas e também intervêm nas políticas, por exemplo que é o que vai se fazer no Ministério Público, às vezes redigem até as propostas de lei e tudo isso se faz com uma grande manipulação midiática.

RH: Perante este contexto, qual é o desempenho das organizações sociais em Honduras?

JA: Há uma reconquista das organizações sociais do país que estão a serviço da ocupação do nosso país. Ou seja, Honduras é uma nação experimental e você me compreende muito bem, porque o experimento é sempre um controle, exemplo disto é quando a gente está num laboratório e está experimentando com ratos, os ratos são controlados pelo experimentador e se aumenta a quantidade de ratos na jaula se incrementa a violência entre elas.

RF: Em todo o que senhor relata sobre Honduras parece estar implícita uma prática nazista e fascista em Honduras. Disso se trata?

JA: Sim, naturalmente, e se você recorda Carl Schmitt, quem foi advogado teórico, assessor de Adolfo Hitler, ele falava da guerra total e em Honduras, para mim, o que temos é uma guerra total que não só é militar, levando em consideração que está o midiático, o fundamentalismo religioso, está o econômico, tem um controle das políticas acadêmicas, que não estão a serviço do povo, mas, dos grandes interesses econômicos, a privatização, a diminuição do acesso à educação nas áreas universitárias, pelo qual isso tudo é terrível.

RH: ¿Em que consiste esta nova colonização britânica?

JA: Trata-se na realidade do avanço petroleiro nas áreas onde existe grande biodiversidade, as áreas da Mosquitia no oriente hondurenho, as áreas garífunas no Caribe de Honduras, as áreas dos tawakas e demais povos originários, mas, o plano é destruir praticamente toda a bacia do Caribe. Mas, também na área do Caribe está a IV Frota dos Estados Unidos e, além disso, pelo lado do porto de Castilla, ali foi onde se introduziu a colonização espanhola, britânica, inclusive na época de Hitler se diz que chegaram os marines porque as águas dali são profundas. Por outra parte, também ali entraram as grandes empresas bananeiras perto do Baixo Aguán, onde há um movimento campesino  muito forte e cujo território é um dos mais militarizados em Honduras.

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RH: ¿Que tropas militares intervêm em Honduras?

JA: Intervêm, além das hondurenhas, as norte-americanas, a DEA, intervém a polícia colombiana, às vezes a assessoria mexicana, por isso afirmo que temos um experimento militar e a experiência que se utilizou no Iraque de guerra psicológica se está utilizando em Honduras.

Tradução ao português: Tali Feld Gleiser.

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Em Honduras se vive uma guerra total: Parte 1

“Carl Schmitt, quien fue abogado teórico, asesor de Adolfo Hitler, hablaba de la guerra total, y en Honduras para mí lo que tenemos es una guerra total que no sólo es militar, puesto que esta lo mediático, el fundamentalismo religioso, está lo económico, hay un control de las políticas académicas, que no están al servicio del pueblo, si no de los grandes intereses económicos, la privatización, la disminución del acceso a la educación en las áreas universitarias, por lo cual todo ello es terrible”. Dr. Juan Almendares 

Por Ronnie Huete Salgado (texto e fotos), de Tegucigalpa, para Desacato.info  

Participação de Raúl Fitipaldi.

En la siguiente primera parte de esta entrevista, con el Director ejecutivo del  Centro de Prevención, Tratamiento y Rehabilitación de Victimas de La Tortura y sus Familiares (CPTRT) en Honduras, el Dr. Juan Almendares y concedida para el portal Desacato.info, editado y producido en la ciudad de Florianópolis, Brasil, Almendares, afirma que en Honduras, existe una guerra total.

En la entrevista también participó el periodista Raúl Fitipaldi, quien vía skype, conversó con el también defensor de los derechos humanos Juan Almendares y nos compartió que en el Portal Desacato, hay un espacio de observación de derechos humanos llamado Isis Obed Murillo en honor al primer mártir después del golpe de Estado en Honduras en 2009.

En la presente entrevista, el internacionalmente reconocido científico Juan Almendares Bonilla quien también fue rector de la Universidad Nacional Autónoma de Honduras (UNAH), es un extenuante defensor de los derechos humanos en Honduras, y protector de los recursos naturales en su país natal, Almendares desarrolla una brillante interpretación de los hechos que ocurren en Honduras, hacía donde van encaminados, y cuál es la posible salida de la agotadora dictadura que vive esa nación centroamericana.

RF: Raúl Fitipaldi

JA: Juan Almendares

RH: Ronnie Huete

RF: ¿Cómo están los derechos ‘inhumanos’ en Honduras?

JA: La situación de violencia continúa, la impunidad continúa y la presencia de tropas norteamericanas continúa, de tal manera que tenemos una situación que abarca varios planos, bajo los estratos jurídicos, políticos, económicos, el fundamentalista, el politiquero y también abarca el fenómeno económico, que son residuos y continuidades del golpe militar.

RH: Bajo ese estrato jurídico que usted menciona ¿Cuál es el trasfondo de la ley “picapiedra”?

JA: La ley “picapiedra” está referida a la dictadura del general Tiburcio Carías (Dictadura 1933-1949), quien utilizó a los presos para construir en una forma de trabajo forzado, entonces este elemento fue retomado, a pesar de que había tomado el gobierno en años anteriores una ley del instituto penitenciario, cuyo contexto es discriminativo, represiva, y sobre todo está contra las personas privadas de libertad y las cárceles en Honduras son un gran infierno.

RF: ¿Cuál es el beneficio de esta neo esclavización en Honduras, específicamente el de las grandes trasnacionales?

JA: Realmente allí está un peligro que se privaticen las cárceles en Honduras, existen alrededor de 15 mil personas privadas de libertad, que podrían utilizarse como mano de obra controladas por empresas trasnacionales, pero además usted tiene que recordar que la política carcelaria se ha sometido, similar a la de los Estados Unidos con lo que llaman ellos las cárceles de máxima seguridad, pero en Honduras son cárceles en donde se introducen armas pesadas, pero quienes introducen las armas, no pueden ser las personas privadas de libertad, si no que tiene que haber corrupción en el sistema carcelario hondureño.

RH: ¿Cómo son esas cárceles en Honduras?

JA: Las condiciones son infrahumanas de hacinamiento, hay un aislamiento de los privados de libertad, la mora judicial es alta, todos estos aspectos son terribles y usted sabe las grandes tragedias y las violaciones de derechos humanos en las cárceles con las muertes, en el caso de 108 personas en el presidio de San Pedro Sula, 69 en la cárcel de la ciudad de la Ceiba, y cerca de 400  personas en Comayagua, es decir, fue una de las cuestiones más terribles en el sistema carcelario, en un plano internacional. Ante este pésimo contexto quieren poner a trabajar a las personas privadas de libertad sin ningún sistema de rehabilitación y por otro lado los privados de libertad, son siempre las personas explotadas, los pobres y es muy raro que existan personas de cuello blanco (Gente rica).

RH: ¿Cómo observa la política del triangulo norte dirigido desde los Estados Unidos?

JA: La idea de esta política del triangulo norte, la raíz de esto es porque nunca se explica las raíces estructurales de la violencia y se nos cataloga como el país más violento del mundo, pero yo diría que es precisamente el sistema capitalista, el más violento contra Honduras y que realmente el modelo de Honduras, que es para mí un modelo experimental en la política, en la guerra sicológica, en la tortura, y también es experimental en las organizaciones y hasta en las mismas elecciones. Todo esto quiere decir que Honduras es importante en la política geoestratégica de Estados Unidos. Se aduce que porque pasa el 80 por ciento de las drogas, pero ese argumento es bastante pobre, porque si en realidad Estados Unidos quiere parar el cruce de la droga por Honduras, bien lo hace.

RH: ¿A qué se refiere cuando este argumento es pobre?

JA: Honduras es un país tremendamente ocupado militarmente por los Estados Unidos, hay una estudiosa norteamericana que dice que existen alrededor de 13 bases militares, ahora con toda la tecnología moderna que fácilmente detectaría un cargamento de droga. Pero por otro lado, Honduras es un país, estratégico en sus bienes naturales, porque en realidad aquí hay recursos minerales, tenemos un poco más del 30 por ciento del territorio que está concesionado a minas, y ahora toda la cuenca del Caribe que tenemos la recolonización del imperio británico.

RF: Los periodistas del cono sur de América Latina siempre nos hemos preguntado; ¿si podemos hablar en Honduras, de un genocidio hondureño no calculado en Honduras?

JA: sí, definitivamente, el problema es que tenemos una tasa de impunidad que es más del 90 por ciento, tenemos una cantidad por muertes violentas en los últimos 4 años que excede a 40 mil personas y luego tenemos muertes, femicidios, de cada 10 personas 7 son capturadas o traumatizados, reciben tratos crueles inhumanos o degradantes, y luego tenemos el desarrollo de la inteligencia militar, siempre ha existido esto en Honduras, pero ahora adquiere un relieve mayor. También tenemos una nueva invasión norteamericana, el cinismo de esta invasión esta en autorizar las tropas militares hondureñas que anden por las calles y también intervienen en las políticas, por ejemplo que es lo que se va hacer en el Ministerio Público,  a veces redactas hasta las propuestas de ley y todo ello se hace bajo una gran manipulación mediática.

RH: Ante este contexto ¿Cuál es el desempeño de las organizaciones sociales en Honduras?

JA: hay una reconquista de las organizaciones sociales del país que están al servicio de la ocupación de nuestro país, es decir Honduras es una nación experimental y usted me comprende muy bien, porque el experimento es un control siempre, ejemplo de esto es cuando uno está en un laboratorio y está experimentado con ratas, las ratas son controladas por el experimentador y si aumenta la cantidad de ratas en la jaula se incrementa la violencia entre ellas.

RF: En todo esto que usted relata sobre Honduras, ¿existe una expresión de nazi fascismo en Honduras?

JA: Sí, por supuesto, y si usted recuerda a  Carl Schmitt, quien fue abogado teórico, asesor de Adolfo Hitler, el hablaba de la guerra total y en Honduras para mí lo que tenemos es una guerra total que no sólo es militar, puesto que esta lo mediático, el fundamentalismo religioso, está lo económico, hay un control de las políticas académicas, que no están al servicio del pueblo, si no de los grandes intereses económicos, la privatización, la disminución del acceso a la educación en las áreas universitarias, por lo cual todo ello es terrible.

RH: ¿En qué consiste está nueva colonización británica?

JA: sí, se trata en realidad del petrolero en las áreas donde existe gran biodiversidad, las áreas de la Mosquitia en el oriente hondureño, las áreas garífunas en el Caribe de Honduras, las áreas de los tawakas y demás pueblos originarios, pero el plan es destruir prácticamente toda la cuenca del Caribe, pero también en el área del Caribe está la cuarta flota de Estados Unidos, y además por el lado de ese lugar que es el puerto de Castilla, allí fue donde se introdujo la colonización española, británica, inclusa en la época de Hitler se habla que allí llegaron los marines porque las aguas de allí son profundas, y por otro lado también allí entraron las grandes empresas bananeras que está cerca de esa zona y está cerca del Bajo Aguan, donde hay un movimiento campesino muy fuerte y cuyo territorio es uno de los más militarizados en Honduras.

RH: ¿Qué tropas militares intervienen en Honduras?

JA: Intervienen, además de las hondureñas, las norteamericanas, la DEA, (La Administración para el Control de Drogas), interviene la policía colombiana, a veces la asesoría mexicana, por eso afirmo que tenemos un experimento militar y la experiencia que se utilizo en Irak de guerra sicológica se está utilizando en Honduras.

Cualquier atentado o amenaza para el autor de este artículo es responsabilidad de quienes representan y gobiernan el Estado de Honduras o sus invasores.


El autor de este artículo es corresponsalía voluntaria de http://conexihon.hn la revista Caros Amigos editada en são Paulo, Brasil para Centroamérica, la organización Casa Mafalda São Paulo, Brasil , La Agencia informativa Latinoamericana Prensa Latina, Kaos en la red y El portal 
http://desacato.info editado en Florianópolis, Brasil.

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