Avaliam avanços e desafios do programa Mais Médicos na Bahia

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Representantes dos mais de mil médicos cubanos que prestam serviços no nordestino estado brasileiro da Bahia avaliaram na quinta-feira, 3 de novembro, os avanços e desafios do programa Mais Médicos, em marcha desde o ano 2013.
O projeto beneficia a 5,6 milhões de baianos, com uma média de mais de 770 mil consultas médicas ao mês no contexto da atenção primária de saúde, soube-se no seminário, no qual se elogiaram a queda da taxa de mortalidade infantil e a proporção de internações hospitalares.

Com a implementação do Mais Médicos ampliou-se igualmente a atenção pré-natal e a proporção de nascidos vivos de mães que fizeram sete ou mais visitas pré-natais passaram de 44,05% em 2011 a 59,83% em agosto de 2016.

No encontro, uma representação dos profissionais cubanos, que constituem 72% dos especialistas vinculados a esse esquema de atenção de saúde na Bahia, recebeu diplomas de reconhecimento das mãos do secretário estadual de Saúde, Fabio Vilas Boas.

Junto a este participaram também do seminário o reitor da Universidade Federal do Recôncavo Baiano, Silvio Soglia, o deputado federal Jorge Solla e a cônsul geral de Cuba para o nordeste do Brasil, Laura Pujol.

Por ocasião de comemorar-se, em julho passado, o terceiro aniversário do Mais Médicos, Vilas Boas explicou que a expansão e a democratização no acesso à saúde são marcas que distinguem este projeto.

Considerado pela Organização das Nações Unidas como uma prática relevante para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o Mais Médicos cobre atualmente 4.058 mil municípios e 34 Distritos de Saúde Especiais Indígenas em todo o Brasil.

O programa, instaurado em 8 de julho de 2013 por iniciativa da presidenta Dilma Rousseff, conta na atualidade com 18.240 mil médicos, entre eles mais de 11 mil especialistas cubanos, e beneficia 63 milhões de pessoas.

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