SINDPD/SC repudia matéria tendenciosa e rebate fake news divulgadas por portal de fora do estado

Direção do SINDPD/SC denuncia operação nacional para desestabilizar o sindicato e enganar a categoria

A imagem mostra parte da invasão à Assembleia do dia 16/10: o homem com o celular é Gabriel Radamés, fonte do portal tendencioso e líder da oposição. Ao lado dele, TODAS, as outras pessoas ao redor, trazidas por ele e seu grupo, não são filiadas, nem da categoria. Intimidaram filiados, a direção e tumultuaram a assembleia. Essa é apenas uma parte do grupo que invadiu a reunião dos trabalhadores do SINDPD/SC

SINDPD/SC vem a público manifestar seu repúdio à matéria publicada por um portal do Rio de Janeiro que, sem qualquer vínculo com o setor de tecnologia de Santa Catarina, divulgou uma série de distorções, omissões e informações manipuladas sobre o processo eleitoral desta entidade.

A publicação, claramente abastecida previamente pelo grupo de oposição, foi ao ar antes mesmo de analisar a nota oficial enviada pelo sindicato, deixando nossa resposta relegada ao final do texto, sem qualquer relação com as acusações apresentadas.

O episódio reforça uma estratégia nacional de difamação articulada por grupos externos, inclusive grandes empresas e entidades de fora do estado, que buscam enfraquecer e tomar o controle de um sindicato histórico, combativo e reconhecido pela defesa dos trabalhadores de TI de Santa Catarina.

A seguir, esclarecemos ponto a ponto as informações falsas divulgadas pelo portal.

1. SOBRE AS ASSEMBLEIAS: A VERDADE DOS FATOS

Assembleia de 16 de outubro — Fake news sobre impedimento de entrada

A matéria afirma que filiados teriam sido barrados.
Isso não é verdade.

O que ocorreu foi exatamente o oposto:

  • O grupo de oposição invadiu o local da assembleia com mais de 50 pessoas;
  • A maioria não fazia parte da categoria nem era filiada, algo totalmente incompatível com um processo deliberativo interno;
  • O grupo intimidou filiados e a direção, gerando insegurança e tumulto;
  • O clima criado por essa invasão tornou impossível a continuidade dos trabalhos, obrigando a direção a suspender a assembleia.

Todo esse episódio está devidamente documentado em imagens e vídeos.

Nenhum filiado habilitado foi impedido. Quem criou o caos foi exatamente quem agora tenta se passar por vítima.

Assembleia de 29 de outubro — Fake news sobre seguranças e impedimentos

O portal afirma que a contratação de seguranças serviu para barrar filiados.
Outra informação falsa.

A presença de seguranças teve um único objetivo:

Garantir que os filiados pudessem entrar, participar e votar com segurança — sem novas invasões de não filiados.
Nenhum filiado foi impedido, incluindo o próprio Gabriel Radamés, citado na matéria, que participou normalmente, até decidir abandonar a reunião, antes de qualquer deliberação.

O que o grupo de oposição pretendia era repetir a ação da assembleia anterior:
entrar em massa com pessoas não filiadas para tumultuar mais uma vez.
O SINDPD/SC agiu para defender o direito dos trabalhadores — não para restringi-lo.

2. SOBRE A ASSEMBLEIA DE 02/12 — FORMATO E HORÁRIO

A crítica ao formato presencial e ao horário parte novamente de premissas falsas.

Todas as assembleias eleitorais do SINDPD/SC sempre foram presenciais, por razões de segurança jurídica e lisura.
Assembleias virtuais para fins eleitorais exigem reforma estatutária, que ainda não foi realizada.
O horário e o local seguem parâmetros históricos adotados pela entidade ao longo de diversos processos.

A narrativa de que o objetivo seria “impedir participação” é política e não corresponde aos fatos.

3. SOBRE AS FILIAÇÕES — MAIS UMA FAKE NEWS

O portal também afirma que o sindicato estaria dificultando novas filiações.
O caso citado na matéria demonstra exatamente o contrário:

  1. O trabalhador enviou os dados para filiação no local errado.
  2. A entidade esclareceu o procedimento correto, conforme é padrão.
  3. A funcionária enviou novamente o link, facilitando o caminho.
  4. O próprio trabalhador decidiu não prosseguir.

Não houve:

  • Recusa
  • Impedimento
  • Dificuldade criada pela direção

A filiação no SINDPD/SC é livre, simples e democrática. O que houve foi a utilização política de uma pessoa para criar narrativa falsa.

4. SOBRE OS DESCONTOS — A FALÁCIA DOS 14%

A matéria afirma que os trabalhadores filiados teriam um desconto anual equivalente a “14% do salário base”.
Isso é absolutamente falso.

Os fatos:

  • A mensalidade é 1% do salário base, aprovada em assembleia da categoria.
  • A contribuição assistencial de 2% não é obrigatória.
  • Filiados são isentos automaticamente dessa contribuição.

O portal adotou números inflados e irreais repassados pela oposição para tentar criar escândalo onde não existe.

5. SOBRE A DECISÃO JUDICIAL E O NOVO CALENDÁRIO

O portal tenta insinuar irregularidades ou “fraudes” no processo eleitoral.
Isso é, além de irresponsável, totalmente infundado.

A decisão judicial não aponta fraude, nem insinua qualquer desvio de conduta.
O sindicato cancelou o processo anterior para cumprir integralmente a determinação.
Já foram protocolados:

  • proposição de novo calendário, atendendo todos os requisitos do estatuto
  • novo edital,
  • novas datas,
  • novo cronograma, tudo dentro da legalidade e dos prazos definidos pela Justiça.

O SINDPD/SC segue cumprindo rigorosamente todas as determinações judiciais.

6. QUEM GANHA COM ESSA MATÉRIA?

A categoria precisa refletir:

Por que um portal do Rio de Janeiro sem cobertura habitual do setor de TI catarinense publica uma matéria baseada integralmente em versões da oposição e com tamanha pressa para colocá-la no ar?

As respostas aparecem quando observamos:

  • o interesse de grandes empresas de fora do estado;
  • a atuação de entidades externas;
  • a circulação de recursos aparentemente ilimitados para advogados, campanhas e produção de conteúdo;
  • trabalhadores que, curiosamente, parecem estar liberados por empresas privadas para fazer campanha em horário de expediente, algo nunca visto no setor.

Tudo isso indica uma operação maior, articulada e com recursos, cujo objetivo central não é democratizar o sindicato — é assumi-lo para servir a interesses empresariais, não aos trabalhadores.

CONCLUSÃO

O SINDPD/SC seguirá firme, responsável e transparente, defendendo a categoria da tecnologia da informação de Santa Catarina com independência e coragem.

Reafirmamos:

Cumprimos a decisão judicial
A assembleia vai deliberar sobre o novo calendário apresentado ao judiciário
Garantimos a participação dos filiados
Não dificultamos filiações
Não realizamos descontos abusivos
Não praticamos qualquer irregularidade

E repudiamos veementemente qualquer tentativa de manipulação midiática, difamação ou ingerência externa em nossa entidade.

O SINDPD/SC não se intimida.
O SINDPD/SC não será capturado.
O SINDPD/SC permanece ao lado de quem realmente importa: os trabalhadores e trabalhadoras da TI de Santa Catarina.


Descubra mais sobre Desacato

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here
Are you human? Please solve:Captcha


Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.