Ações “desumanizadas” atingem demitidos da Code7 e Flex

Reprodução/Internet

Redação, Desacato.info. 

Como você se sentiria em ser desligado de uma empresa e posteriormente, não saber quando irá receber seus direitos trabalhistas? Esta é a situação de trabalhadores/as demitidos da Code7 e Flex. Este assunto foi abordado em entrevista no JTT-Manhã Com Dignidade nesta semana. 

Segundo entrevistado que manteve sua identidade anônima, no JTT-Manhã Com Dignidade, num primeiro momento a empresa havia afirmado estar numa fase de expansão. Por isto, dentro deste cenário, enquanto trabalhador, ele estava tranquilo. Porém, no começo do mês de dezembro, no dia do pagamento do salário, “a gente foi chamado para uma reunião às pressas e fomos informados que o salário não cairia na conta porque a empresa não tinha dinheiro em caixa”

Foram duas situações: a primeira se refere a ‘normalidade’ transparecida ilusoriamente e a segunda receber o anúncio da falta de recursos financeiros exatamente no dia do pagamento do salário. Segundo os organizadores da empresa, não se sabia que faltariam estes valores.

“Meus boletos venciam um dia depois e não tinha dinheiro para pagá-los”, conta.

Apenas, após 10 dias de atraso os trabalhadores receberam os salários. Após estes pagamentos iniciaram as demissões. Com justificativas relacionadas a “estruturação da empresa” e “diminuição de colaboradores”, destacou. Naquele momento, o trabalhador foi orientado a ficar tranquilo, pois iria receber todos seus direitos. No entanto, durante o período aguardado, ouviu outros trabalhadores demitidos que não tinham recebido a primeira parcela da rescisão. Isto aconteceu com ele também. Segundo profissional da Flex, porque a empresa estava entrando com um pedido de recuperação judicial em São Paulo e provavelmente, este pedido seria acatado. Neste caso, estes valores rescisórios seriam através deste processo.  Após isto, nenhuma informação diferente foi repassada.

“Agora, sabe-se que o plano deles é apenas pagar 15% do que nos devem”, afirma.

Para assistir à entrevista completa, acesse:

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