Nos novos arquivos do falecido agressor sexual Jeffrey Epstein, publicados nesta sexta-feira pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e que inclui 2 mil vídeos e 180 mil imagens relacionadas ao caso, é citada uma denúncia de sacrifícios rituais com canibalismo.
De acordo com o documento EFTA00147661, o FBI entrevistou uma suposta vítima de violação por parte de George H.W. Bush, ex-presidente dos Estados Unidos. A vítima relatou que, enquanto estava num iate propriedade de Epstein, “testemunhou como homens afro-americanos mantinham relações sexuais com mulheres loiras brancas” até as fazer sangrar.
“[Ele] foi vítima de uma espécie de sacrifício ritual no qual lhe cortaram os pés com uma cimitarra [sabre de lâmina curva e um único gume], mas sem deixar cicatrizes”, diz o texto. Além disso, menciona-se que a vítima testemunhou o esquartejamento de bebês, aos quais “retiravam os intestinos e algumas pessoas comiam as fezes desses intestinos”.
Como resultado dessas informações, ressurgiu nas redes sociais o vídeo da modelo mexicana Gabriela Rico Jiménez de 2009, quando em frente a um hotel de luxo em Monterrey, México, acusou supostas elites de praticarem canibalismo.
“Eles comeram humanos, que nojo!”, gritou a jovem, que havia participado de uma festa particular no local. “Eu não estava ciente de nada, que eles tinham, isto é, dos assassinatos, sim, mas que eles tinham comido humanos, humanos! Cheiram a carne humana”, acrescentou.
- O Departamento de Justiça destacou que as informações constantes dos autos “pode incluir imagens falsas, documentos ou vídeos ou apresentada de forma fraudulenta”, argumentando que “tudo o que os cidadãos enviaram ao FBI foi incluído na produção que responde à Lei” sobre Transparência de Arquivos Epstein, aprovada em novembro passado após meses de pressão pública e política.
Descubra mais sobre Desacato
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





