Forças Armadas perdem comando do Atlântico Sul com desmonte do Itamaraty pós Temer

itamaratyPor Walter Santos.

O Brasil está em contagem regressiva para conviver com um dos grandes fatos do mercado Naval o produzido com a abertura tríplice do Canal do Panamá permitindo o mais impactante reforço ao comércio marítimo com a Asia, sobretudo, encurtado em mais de 24 horas o comércio com o Brasil pelo Norte e Nordeste.

Isto implica em grande impacto nos negócios com os chineses, por exemplo, e todos os países da Ásia através do Atlântico Sul.

A DIPLOMACIA E A GRANDE PERDA

Desde que Michel Temer assumiu o Poder, o Brasil entrou em declínio nas relações internacionais onde era líder e pontificava em diversas tratativas comerciais e de influência, como havia com toda a África permitindo que as Forças Armadas brasileiras comandassem o Atlântico Sul.

É que por força de acordo bilateral com diversos países africanos, o Brasil dispunha do comando de todo o Atlântico através das Forças Armadas.

Depois de José Serra e agora Aluízio Nunes, o Brasil abandonou as negociações frutíferas com os países africanos e os demais do RICS.

Perdemos tudo em termos de avanços na Diplomacia e nos grandes negócios construídos por Lula e mantidos por Dilma Rousseff.

RESULTADO: VOLTAMOS À VELHA DEPENDÊNCIA

Com Temer e o PSDB, o Brasil voltou aos tempos de FHC quando na fase Clinton recebia ordens da Casa Branca para cumprir, a exemplo da ALCA – livre mercado imposto pelos EUA para a América Latina, mas que Lula não aceitou preferindo criar, como criou, o Mercosul.

Enfim, a diplomacia brasileira passou a ser um quintal luxuoso da Casa Branca voltando aos tempos de uma Nação sem soberania.

Neste e em outros casos, como Temer e PSDB imprimiram tanto retrocesso diplomático.

Perdemos o comando do Atlântico Sul.

Fonte: Brasil 247.

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