Ciclo de Cinema Africano exibe o filme ‘Mueda, Memória e Massacre’

Imagem: Pixabay.

O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) exibe o filme ‘Mueda, memória e massacre’ (Moçambique, 1979), de Ruy Guerra, que ocorrerá na quarta-feira, dia 16 de outubro, às 19h, na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no 1º andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

O evento é aberto à comunidade e após a sessão haverá um debate com o público com a presença de Hélder Pires Amâncio, doutorando do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC), e  Calawia Salimo, doutorando do Programa de Pós-graduação em Linguística (PPGLing/UFSC), ambos de nacionalidade Moçambicana, que farão comentários sobre o filme e considerações sobre o seu país de origem.

Com jornalismo e ficção, o Documento Audiovisual “QUARENTA”, pra não esquecer, vai contar o que viveram e sentiram os moradores de Florianópolis e Região no fato conhecido como Novembrada que, no dia 30 de novembro, completa 40 anos. Saiba mais em https://www.catarse.me/quarenta

O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. O filme de outubro é uma produção de Moçambique. O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão das cinematografias africanas e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

Mais informações: na página ou no Facebook.

O filme

MUEDA, MEMÓRIA E MASSACRE [1979]
(Mueda, memória e massacre)
Duração: 77 min.
Idioma: Português
Gênero: Documentário / Político
Direção: Ruy Guerra
Sinopse: O filme mostra a vida em Mueda, a partir de 16 de junho de 1960, quando o povo moçambicano acorda para a tão sonhada independência, reunindo-se na frente da administração colonial. Desde 1976, no dia 16 de junho, a cidade invariavelmente converge para o velho prédio da administração colonial, onde assiste a reconstituição do massacre de pessoas por viveram os fatos e representam personagens que conheceram. (Fonte: 4ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo)

Mediação: Alex Brandão (Cinema/UFSC)

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