11 videos que captam a essência do cinema indígena em Mato Grosso do Sul

Publicado em: 21/06/2017 às 17:10

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A Associação Cultural de Realizadores Indígenas- ASCURI é um grupo de jovens cineastas indígenas que desenvolvem oficinas de audiovisual em aldeias indígenas.

Pirakuá – Os Guardiões do Rio Ápa. 13min, (2014)

Direção e edição do cineasta da etnia Terena Gilmar Galache
Imagens: Kiki Conzianza e Gilmar Galache
Tradução Eliel Benites
 
Na fronteira do Brasil com o Paraguai, os Kaiowá da Aldeia Pirakuá, foram incumbidos por Pai Kuará para cuidar do bem mais importante para os seres humanos, a água. Confinados em seu território, eles cumprem a missão a eles designada, com muita luta e força, mantendo a mata de pé e sua cultura.

Hinokoku Hiyokexeokono Ikatakoti Kali Kamó

(A ultima dança do Cavalinho – 7min / 2011)

Video produzido pelos alunos da oficina basica de audiovisual indígena na aldeia Cachoeirinha, em Miranda/MS.

Tekove Tata Rupive
Este filme faz um comparativo de uma criança que vive em uma aldeia com mata de pé, e outra que não possui os mesmos recursos naturais, a ideia é mostrar a importância de se cuidar da natureza, pois o que temos hoje, não é mais suficiente para todos.
Video produzidos em agosto de 2015 por alunos da Oficina de Audiovisual realizada pela ASCURI em parceira com o GATI, em fortalecimento ao Programa Mosarambihára, de busca pela Autonomia e Sustentabilidade a partir do Audiovisual na Aldeia Pirakua, municipio de Bela Vista. Mato Grosso do Sul – Brasil.

Kaiowa Kuñatai
Vídeo produzido pelos alunos da oficina básica de audiovisual Ava Marandu, na aldeia Panambizinho, em Dourados/MS.

Ohokoti
Oficina de Produção Audiovisual realizada na Aldeia Babaçu, no município de Miranda em 2015. Vídeos produzidos por alunos, sob coordenação de Gilmar Galache e Eliel Benites e coordenação pedagógica de Ivan Molina (Bolívia).

Ipuné Kopenoti Terenoe, Cerâmica Terena – 23min

Vídeo produzido por alunos da oficina de audiovisual do Vídeo Índio Brasil, em 2010. Conta como é a produção da tradicional cerâmica Terena, em Cachoeirinha, Miranda/MS.

Teko Mbarete Guarani / Kaiowa (Educação Tradicional Guarani / Kaiowa – 10min / 2011)
Vídeo produzido pelos alunos da oficina básica de audiovisual Vídeo Índio Brasil, na aldeia urbana, Água Bonita, em Campo Grande/MS.

Kunumy Pepy – 11min / 2010

Vídeo produzido pelos alunos da oficina básica de audiovisual Ava Marandu, na aldeia Panambizinho, em Dourados/MS.

 Mosarambihára, semeadores do bem viver. 2016
O programa Mosarambihára é o resultado da metodologia criada pela ASCURI, com apoio do Projeto GATI/FUNAI (Gestão Ambiental e Territórial Indígena), para a formação de jovens multiplicadores dos saberes tradicionais Guarani e Kaiowá.

Panambizinho – O Fogo que nunca apaga. 12min, (2014)

Quando Pai Kuará foi embora com sua mãe morar no Céu, deixou para o Povo do Mato, o Fogo. Mas a dádiva teve seu preço, cuidar dos Rios e Matas para que todos possam ter acesso a esse recurso. Hoje, Panambizinho possui quase nada de sua mata original, devido ao plantio de soja e milho pelos Colonos não-indígenas, que roubaram as terras tradicionais em todo Mato Grosso do Sul. Mas ainda sim o Povo do Mato cuida do que restou, e procura caminhos para recuperar a Mata Verdadeira.

 

Tajuja – Agosto/2015

Os saberes tradicionais são tudo de mais importante para qualquer povo, e Tajuja mostra um pouco da cura tirada da natureza e manuseada por quem sabe.
Vídeo produzido em agosto de 2015 por alunos da Oficina de Audiovisual realizada pela ASCURI em parceria com o GATI, em fortalecimento ao Programa Mosarambihára, de busca pela Autonomia e Sustentabilidade a partir do Audiovisual na Aldeia Pirakua, município de Bela Vista. Mato Grosso do Sul – Brasil.

Fonte: Rádio Yandê.

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