Brasilia cochicha: movimento estranho entre Secom e grandes grupos acende sinal amarelo

Sidonio Palmeira é marqueteiro, não tem militância, gosta de dinheiro e não recebe ninguém

Foto: Reprodução no Folha da Paraíba
Por redação FolhadaPB/BasílioCarneiro.

A postura da Secom diante da mídia progressista e independente é difícil de entender. Após anos ignorando quem sustenta o debate fora dos grandes grupos, agora o órgão piora tudo ao retirar parcerias dos poucos veículos que ainda tinham algum espaço. O recado parece claro: desvalorizar quem faz comunicação fora do circuito tradicional.

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Enquanto isso, a grande mídia continua recebendo atenção, acesso e benefícios que não chegam à imprensa regional e independente, especialmente no Nordeste. O resultado é um cenário torto, onde quem defende pautas populares enfraquece e quem sempre mandou cresce de novo.

Não pedimos privilégio. Só coerência de quem fala em diversidade e democratização da comunicação. Se a Secom entrega cada vez mais poder à elite empresarial, reforça exatamente o desequilíbrio que sempre criticou.

A mídia progressista, que enfrenta fake news e desmonta discursos da extrema direita, não pode ser tratada como incômodo. Defender o governo Lula é fundamental, e os avanços são inquestionáveis. Ignorar quem comunica isso diariamente é erro grave.

Sidonio Palmeira é marqueteiro, não tem militância, gosta de dinheiro e não recebe ninguém. Sempre manda os aspones dizerem não. E aí vem a bomba: há conversas em Brasília sobre uma possível triangulação entre a grande mídia e Sidonio. É rumor, mas o barulho existe, e muita gente já acendeu o alerta.

Seguimos fazendo nosso trabalho: enfrentar a extrema direita, denunciar abusos, combater a desinformação e produzir conteúdo sem se vender a interesses de grandes grupos. Se uma porta fecha, abrimos outra. A comunicação independente vive de coragem, união e compromisso com a verdade.

 


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