A reconstrução da memória pode ser cruel, pode ser silenciada, por ser distorcida, mas também pode ser usada como ensinamento. Tratar uma doença de forma pública, diferentemente do que faz boa parte da mídia, que espetaculariza a dor; ou mesmo algumas religiões com a fatalidade do destino manifesto, pode ser também a partilha de uma experiência de vida. Um diário pessoal levado ao formato de documentário nos educa para transitar pelos espaços mais íntimos e também esperançadores de que há um outro mundo possível, humano, melhor, mesmo que a origem e o final possam nos mostrar, por enquanto, duas esquinas sem muita saída. Disso falaremos hoje com o cartunista Rafael Corrêa e a cineasta Thais Fernandes. Tenha essa experiência junto com a gente, nos acompanhe no Alexandria!
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