A assembleia geral dos servidores públicos municipais realizada dia 21 de fevereiro decidiu continuar e ampliar a greve iniciada dia 18 até que o prefeito Udo Döhler receba o Sinsej (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região) para início das negociações da Campanha Salarial 2020.
Cinco pedidos
Já foram cinco pedidos de negociação, desde dezembro passado, com objetivo de antecipar a campanha, que deve ter desfecho antes de seis de abril por ser ano eleitoral. Além disso, o prefeito nega retirar o PLC da Câmara, que agora está sob relatoria do vereador governista Richard Harrison (MDB).
A greve conta com servidores da educação, da saúde, do setor de tecnologia da Informação da PMJ, CAPS, CREAS, da administração direta como a Fazenda, Secretaria do Meio Ambiente, entre outros. Há escolas, centros de educação infantil, subprefeituras fechados.
Movimento inédito
A ocupação da recepção do gabinete do prefeito acontece desde a tarde de quinta-feira, 20 e foi reforçada por momentos dia 21, com decisão da assembleia. Esse tipo de ocupação é inédito na cidade. O Sindicato também possui uma tenda armada em frente à prefeitura com vigília 24 horas, atendimento jurídico e apoio de outras entidades sindicais e movimento social organizado.
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