Retorno ao Mapa da Fome ameaça o país

Publicado em: 10/07/2017 às 23:56
Retorno ao Mapa da Fome ameaça o país

Faz exatamente três anos que o governo do PT comemorou um dos grandes feitos de sua história, a de  ter tirado milhões de brasileiros da linha da pobreza e, ao mesmo tempo, ter tirado o Brasil do Mapa Mundial da Fome. No entanto, esse fantasma que rondou o país durante séculos, ameaça voltar. É o que aponta relatório produzido por mais de 40 entidades da sociedade civil que monitoram o cumprimento da Agenda 2030, estabelecida pelos Estados-membros da ONU. O levantamento será apresentado ao Conselho Econômico e Social, em Nova York, na próxima semana.

O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), por exemplo, aponta a suspensão de recursos para importantes programas sociais, exclusão do Bolsa Família e redução do valor investido no Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA).  Projetos esses importantes e que não são priorizados pelo governo ilegítimo de Michel Temer e que estão recolocando o Brasil no Mapa da Fome.

Para o líder da Minoria no Congresso Nacional, deputado Décio Lima (PT-SC), essa é a questão mais cara, não só para o PT mas para o Brasil. “O retorno do Brasil ao Mapa da Fome é a simbologia da crueldade dessa agenda que está levando o Brasil ao subdesenvolvimento. O país

volta a esse flagelo que sempre o envergonhou”, lamentou o petista.

Lembrou o deputado que essa chaga que acompanhou a nossa história ao longo do tempo só foi extirpada porque o país teve um presidente da República como Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a sensibilidade e tirou o Brasil da fome e da miséria. “A volta desse flagelo é a síntese dos acontecimentos que vêm derretendo o país”, sentenciou Décio Lima.

Em artigo, a presidenta Nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann afirmou que a falta de comida na mesa dos brasileiros “é o maior retrocesso da passagem de Michel Temer pela presidência. É reflexo da desastrosa política econômica neoliberal defendida por esse presidente e por seu ministro Henrique Meirelles”.

Fonte: Rede Mundo.

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