Pesquisadores criam aparelho que identifica agrotóxicos em alimentos

Cromatógrafo, que identifica nível de toxinas em frutos e hortaliças, pode respaldar agricultores em relação aos defensivos agrícolas.

Aparelho em uso na Faculdade UnB Ceilândia quantifica agrotóxico presente no morango, tomate e hortaliças
Aparelho em uso na Faculdade UnB Ceilândia quantifica agrotóxico presente no morango, tomate e hortaliças

Em convênio com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater- Brazlândia), a Universidade de Brasília (UnB) instalou no campus da Ceilândia um equipamento para detectar agrotóxicos em frutos e hortaliças.

“Esse cromatógrafo H pode fazer uma avaliação do que estamos comendo. Então podemos ter mais cuidado com os agricultores, levar esses dados analíticos, conversar com a Emater e prevenir futuras exposições”, aponta a professora de Química da universidade, Maria Hozana Conceição, em entrevista ao Brasil Rural na última quinta-feira (6).

A professora explicou como funciona o aparelho e ressaltou a importância do equipamento ao alertar para o alto nível diário em que a população está exposta aos resíduos químicos.

“A exposição aguda é uma outra linha de trabalho que podemos investigar. A intenção agora é confirmar em que nível está o problema para que o agricultor possa se adaptar e para que campanhas de conscientização possam ser desenvolvidas. Inseticidas, nicotina e substâncias derivadas do petróleo já podem ser rapidamente identificadas em alguns alimentos”, conclui a pesquisadora.

Com informações da EBC e Saúde Popular.

 

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