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Editorial

Florianópolis, 21 de abril de 2014.

A Ocupação Amarildo está prestando um serviço imprescindível para nossa pacata e rica Florianópolis. A urgência legítima por Terra, Trabalho e Pão, serve também para descobrir as deficiências intelectuais e a desorganização mental de alguns setores da mídia, e dos sujeitos que oficiam de jornalistas nesses monopólios.

É impossível não sentir pena frente ao jornalista do Visor, da RBS, Rafael Martini, que se diz 90% movido a transpiração e 10 % de inspiração no link http://wp.clicrbs.com.br/visor/2014/04/21/revolta-do-rio-vermelho-o-dia-em-que-moradores-botaram-os-invasores-para-correr/. Ele demonstra claramente esse 90%. Se pensasse tomaria o túnel do tempo e se instalaria onde lhe corresponde, na Idade Média. Mas, não é tão simples assim, nem o amanuense nem a linha do conteúdo.

Quando titula: “Revolta do Rio Vermelho: o dia em que moradores botaram os invasores para correr” faz o mesmo que um jornalista do Terra no seu perfil, quando diz “E a comunidade do Rio Vermelho fez, em menos de 24 horas, o que o Poder Publico levou quase 4 meses para fazer na SC 401…”.

Martini dileta, em aparência, sobre bolivarianismo e guerrilha urbana. Mas, segue um roteiro muito bem azeitado. Essa narrativa é exatamente a que inspira e organiza a Sociedade Interamericana de Imprensa, dos donos da mídia monopólica, contra os governos democráticos da Venezuela, Argentina, Bolívia e Equador, dentre outros. Martini é feliz com a queima da bandeira da Ocupação e com o linchamento social que tomou conta de Florianópolis, ocupando o lugar da justiça.

Esse jornalista, o de Terra no seu perfil e tantos outros são funcionários de um sistema desesperado, que moribundo, ainda que numa democracia apenas representativa, cai, apodrece sem retorno, e no Mundo todo, reorganiza, de maneira lúgubre e final, uma nova Guerra Fria. Saudoso do sistema onde as terras eram do rei e as administrava sua corte. Um dia o rei abdica ou, pela mobilização do Povo, chega a república.

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