O Portal Desacato e as eleições municipais 2016

Amigas e amigos leitores

Companheiras e companheiros repórteres nacionais e internacionais

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Companheiras e companheiros colaboradores

Companheiras e companheiros dos movimentos sociais

Levando em consideração a linha editorial do nosso veículo e a linha política da nossa Cooperativa de Trabalho Desacato;

Atendendo e interpretando dessas perspectivas a conjuntura pela que passa o Brasil;

Compreendendo os acontecimentos que se sucederam e concluíram com a destituição sem fundamentos da Presidenta legítima do País, dona Dilma Rousseff e, portanto, destituição ilegítima, violenta e antidemocrática;

Avaliando a mesma como uma quebra da Constituição e do Direito, em agressão direta e planejada contra os setores desfavorecidos e amplamente majoritários da Nação, declaramos:

  1. Que as eleições municipais de 2016 se desenvolvem num âmbito antidemocrático, contaminado por um Golpe de Estado velado e, por tanto, são ilegítimas, improcedentes e sem as garantias necessárias ao desenvolvimento dos mandatos que delas possam provir;
  2. Que mesmo reconhecendo que elas existem, o Portal Desacato, enquanto veículo, só informará sobre elas da perspectiva de criticar sua realização inoportuna, desdenhadora dos valores democráticos da nação e sem garantias mínimas para a efetivação dos resultados que desse exercício provirem;
  3. Que tanto nosso Portal como nossa Cooperativa se manterão afastados desse processo enturvado pela quebra de confiança nas instituições jurídicas e parlamentares vigentes;
  4. Que nossos cooperados terão a liberdade cidadã de expressar-se privadamente em favor de candidatas e candidatos, mas, não terão o aval da Cooperativa de Trabalho Desacato e do nosso veículo para promover, defender e instar a votar, publicamente, em nossas redes ou portal, qualquer candidato majoritário ou proporcional no presente pleito;
  5. Que afirmamos nossa convicção como veículo de informação sobre política e cultura, de que o processo da democracia representativa está esgotado no país, e só a Democracia Direta poderá repor a confiança nos instrumentos jurídicos, legislativos e executivos do país;
  6. Que a Democracia só retornará a partir de uma Assembléia Constituinte, uma Reforma Política referendada pelo Povo como Soberano e uma posterior Eleição Nacional com base no direcionamento destes mecanismos antes citados;
  7. Que no imediato, segundo nossas convicções, afastadas de qualquer sigla ou intuito partidário, mas, inscritas em nossa concepção de Classe, a normalidade democrática só poderá ser restabelecida com a reposição da legítima presidenta escolhida pelos brasileiros, a senhora Dilma Rousseff;
  8. Que apoiaremos jornalisticamente toda manifestação pública, escrita e audiovisual que vise repor a democracia no Brasil.

Florianópolis e São Miguel do Oeste (SC), setembro de 2016.

 

 

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