O fascismo difundido pelo monopólio RBS

Publicado em: 20/11/2010 às 11:07
O fascismo difundido pelo monopólio RBS

O fascismo difundido pelo monopólio RBS sobre a imprensa catarinense ganha repercussão nacional

Por Raul Longo.

Como se confere no link adiante, para o fascista Luís Carlos Prates governo com 80% de aprovação popular e ampla maioria de votos eleitorais é espúrio por possibilitar moradia aos cidadãos e garantir o direito de ir e vir.

Legítimos são os governos eleitos por votos condicionados pela mídia, como os que elegeram no estado o candidato da coligação formada por políticos sob suspeita de ligação ao tráfico internacional ou por agentes e promotores de especulação empresarial em áreas de preservação ambiental e superfaturamento em contratações de astros internacionais.

Luís Carlos Prates prejulga que pessoas pobres não se suportam e não lhes reconhece o direito de saírem de suas casas onde deveriam se manter sobre prisão familiar. Para o fascista, os pobres só poderiam se afastar da senzala para trabalhar através do deficitário sistema de transporte coletivo, pois atropelam as pessoas com seus automóveis adquiridos pela democratização da economia por um governo que considera espúrio.

Já a mãe de família atropelada na porta de sua casa no tranquilo bairro do Ratones e que há mais de uma década está em cadeira de rodas sem nunca ter recebido qualquer ajuda da família de quem a atropelou, para o fascista trata-se de caso natural. Afinal, a família é daquelas a quem Prates considera governo legítimo.

Não é de hoje que Prates alardeia suas convicções e conclusões fascistas. Fazendo coro a grande maioria de seus colegas, tem seu espaço garantido, há muitos anos, nas transmissões e publicações do anticonstitucional monopólio dos Sirotsky, sócios da família Marinho.

Comentando a condenação à uma professora de outra região do país, certa vez o fascista escandalizou-se pela reprovação nacional ao ato da professora de trancafiar uma criança de 8 anos de idade por 6 horas em quarto escuro. Para Prates, é assim mesmo que se procede com “insubordinadozinhos”.

Como autêntico fascista, Luís Carlos Prates não distingue educando de soldado e educador de sargento. Mas não há nada que o indigne no estupro impune de uma menina de 14 anos pelo filho de seu patrão, o dono da RBS em Santa Catarina, com a participação do neto do então governador. Afinal, aquele é um governo legitimado pelos fascistas da RBS.

Na Alemanha, na Itália, na França, na Espanha e qualquer outro país algum dia dominado por fascistas ou nazistas como Luís Carlos Prates e o grupo ao qual representa, hoje e desde o final da Segunda Guerra a liberdade de imprensa é absoluta, mas coíbe-se manifestações de tal cunho ideológico.

Ou o governo brasileiro, considerado espúrio por este fascista escarrado, toma uma providência quanto aos empregadores desses obscurantistas, ou breve cairemos na mesma barbárie que se difundiu pela Europa nos anos 40 do século passado.

Confiram:

http://www.youtube.com/watch?v=uwh3_tE_VG4&feature=player_embedded

Prates: a Classe “C” são uns “miseráveis”

Amigo navegante viu, entre os comentários do post “Xenofobia e homofobia: onde isso vai parar?”, referência a esse comentário de um “comentarista” da Globo de Santa Catarina, a RBS, que despeja ódio contra a Classe “C”, que passou a ter carro.

Foi nisso que deu trazer o vaso sanitário para a sala de jantar onde, em Santa Catarina, alguns aparelhos de televisão ainda estão sintonizados na Globo.

O preconceito é a doença infantil do racismo.

Paulo Henrique Amorim

http://www.conversaafiada.com.br/video/2010/11/16/video-assustador-globo-de-sc-tem-odio-de-pobre/

2 Comentários para "O fascismo difundido pelo monopólio RBS"

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  2. Marcelo S. Gamba   21/11/2010 at 15:43

    Este fascista tem que ser proibido de falar.
    Todos o dias defende a violência, a homofobia e rasga elogios à ditadura, “quando se sentia livre e respeitado”.
    FORA DO AR é onde ele deve estar. Não podemos mais suportar este fascista em nosso almoço. CALA A BOCA PRATES.

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