O Boeing que invade sua casa – 2

Publicado em: 16/09/2011 às 10:40
O Boeing que invade sua casa – 2

Por Raul Longo.

11 de setembro brasileiro

Se por um lado ajudou o arquivo encontrado na internet com a tradução da 2ª parte de “Zero – Uma Investigação do 11 de Setembro”, por outro tomou mais tempo para correção e nos trechos truncados com idiomas raros e de meu total desconhecimento, posto que nessa coisa de linguística faço lembrar a meu falecido amigo Manolo, anarquista combatente da Guerra Civil de Espanha que reclamava com qualquer um que passasse das fronteiras do português, espanhol ou italiano: “- Habla cristiano hombre!”

Mas o que realmente tomou mais tempo foram as pesquisas sobre fatos e personagens que resultaram em caudalosa coleção de informações bastante contundentes. No entanto, selecionei em notas ao arquivo anexo e copiado abaixo, apenas as mais intrinsecamente relacionadas ao documentário e imprescindíveis para compreensão das ações e interesses dos personagens e instituições envolvidas na produção dos ataques de 11 de Setembro de 2001.

Como antes, o mais aconselhável é abrir o anexo e imprimir o que seriam as legendas. Depois de abrir o link: http://www.megaupload.com/?d=GVR99D18  aguarde abaixar o arquivo enquanto faz outras coisas. É demorado, mas nesta 2ª parte você ficará sabendo como e por que foi criada a Al-Qaeda. O que realmente é e de onde vem. Quem foram seus mentores e facilitadores na ação da operação daquele 11 de Setembro.

Os informantes são os mesmos e surgem outros do mesmo nível: agentes do FBI, vítimas do WTC, investigadores, especialistas, pesquisadores, intelectuais, acadêmicos e altas autoridades políticas, militares e sociais dos Estados Unidos e da Europa.

Pelo tema, pela qualidade da produção e, sobretudo, pelo significado do que esses nomes representam internacionalmente, a omissão da mídia a este documentário oscila entre o sintomático e o incompreensível. E quando se compreende seus motivos, resvala ao repulsivo.

Mas essa última sensação ficará para a próxima e conclusiva parte dessa postagem, onde se procurará justificar a identificação pelo gentílico utilizado no título “O 11 de Setembro brasileiro” e se tentará demonstrar o que mais vem sendo implodido além das torres do WTC.

Para isso, recomendamos que atente às falas e informações desse vídeo, pois na próxima parte você é o personagem.

ZERO – Uma investigação sobre 11 de setembro

 Acompanhe o cronômetro no canto esquerdo inferior da tela do Windows Media Player e siga a tradução. Iniciamos aqui resgatando os dois últimos depoimentos da primeira parte:

 

 

47:22 – ROBIN HORDON

Não há ninguém em nenhum lugar, em nenhum ponto em toda essa investigação, que afirmou positivamente ter sido um Boeing 757.

Eles supõem, eles presumem, eles assumem, eles dizem que é o que acham que é.

 

47:36 – CAPITÃO RUSS WITTEMBERG – Piloto de aviação civil e militar por 30 anos

O controlador Daniel O‘Brien, que viu um sinal não identificado vindo do oeste em alta velocidade, não podia dizer o que era porque ambos os radares, o primário,

o secundário, e o transponder foram desligados.

 

00:07–  ROBIN HORDON – Controlador e instrutor de voo há 11 anos

Para poder identificar o alvo primário nós precisamos ter uma comunicação de mão-dupla entre o piloto e os controladores de voo. E o piloto tem de informar a sua exata localização geográfica, ou tem de ser capaz de executar uma série de manobras ordenadas pelos controladores para que eles possam, pelo radar, acompanhar o percurso do avião ao longo do perímetro e dizer: esse é o avião que executou os movimentos que nós mandamos fazer.

Aí então pode positivamente identificar um avião.

Isso nunca ocorreu. É absurdo.

 

00:42 –CAPITÃO RUSS WITTEMBERG

Agora, o vôo 757 realmente sumiu da tela do radar por 36 minutos, de acordo com a testemunha do Controle de Voo.

Logo, o avião não estava mais voando ou estava muito baixo a ponto de sair da cobertura do radar. Das duas uma.

Então o avião pousou em algum lugar?

Só assim faz sentido, eles “perderem” o avião por 36 minutos.

 

01:15 – DARIO FO – arquiteto e prêmio Nobel de Literatura

Mas além dessa há outra explicação.

Na versão sobre o que vimos e ouvimos parece que a versão oficial do 11/09 não é suficiente. Nós queremos que os fatos sejam explicados e que sejam devidamente investigados.

Basicamente nós queremos alguém que fale a verdade.

 

01:44 – LELLA COSTA – atriz italiana

O governo dos EUA gasta 892 bilhões de dólares por ano para defender seus habitantes e seu território.

É o país mais protegido do mundo, como disse o presidente George Bush. Mesmo assim, em 11 de Setembro o coração da América é atacado pelo ar e 3 000 pessoas acabaram mortas em sua própria cidade.

 

02:08 – GORE VIDAL – escritor, combatente das US Army Force na II Guerra Mundial e filho de um dos pioneiros da Força Aérea dos EUA

Eu estava sentado naquele comitê sobre o 11 de Setembro no congresso.

Uma pergunta que nem as Forças Armadas nem a NORAD (North American Aeroespace Defense Command) se esforçaram em responder corretamente era:

Por que os aviões de caça não levantaram voo?

Automaticamente, após terem descoberto o avião sequestrado, por que os caças não

levantaram vôo?

 

02:33 – ROBERT BOWMAN – piloto veterano da Air Force dos USA, condecorado na Guerra do Vietnam

Em qualquer momento um avião passageiro sai de curso, ou perde a comunicação via rádio, ou perde o sinal do seu transponder.

Em qualquer momento que alguma dessas três coisas acontece, o avião deve ser interceptado.

Naquele 11 de Setembro todas essas três coisas aconteceram e ainda assim não houve interceptação.

Voaram de 20 minutos à 1 hora e meia sem terem sido interceptados!

 

03:14 – MAJOR GIUSSEPPE GUARDABASSO – da Força Aérea Italiana

Nós temos um contato direto com nossos colegas de defesa, o que significa ter conexões diretas de controle através deste painel touchscreen.

Apertando apenas 1 botão aqui o sinal é imediatamente enviado e o Operador de Defesa nesse caso responde diretamente.

No tempo que se leva para atender uma chamada de telefone, aproximadamente 2 ou 3 segundos, a informação já está repassada.

 

03:43 – NARRADOR

Então por que os 4 aviões sequestrados não foram interceptados e abatidos?

Aviões militares voam mais rápido do que aviões de passageiro. Seria fácil alcançar os aviões antes que eles colidissem.

03:54 – CAPITÃO MORRIS GHIADONI – piloto de caça F 16 da Força Aérea Italiana

Este avião pode alcançar uma velocidade máxima de 2,05 Mach, ou voar o dobro da velocidade do som.

Equivale aproximadamente a 2 400 km/h.

2 400 km/h.!

 

04:14 – NARRADOR

No nordeste dos Estados Unidos existem 16 bases militares. Por que os aviões de passageiro não foram interceptados?

A versão oficial argumenta que a Air Defence foram avisadas tarde demais.

 

04:27– ROBIN HORDON – Controlador e instrutor de voo há 11 anos

Uma das grandes mentiras é a de que os caras das Forças Aéreas Armadas (FAA) são incompetentes.

Quando nós perdemos um avião, nós tomamos medidas. Nós não sentamos, nós não enrolamos. Nada disso.

Nós seguimos o protocolo.

Quando os controladores veem um avião saindo do percurso, perdendo o transponder e todas essas coisas ruins que ocorreram, eles não param para tomar um café!

 

00:05 – JOHN JUDGE – Assessor da congressista Cyntha McKinney

Em 2001 houve 67 alarmes de emergência e os caças estiveram no ar de

6 a 10 minutos após o aviso.

Houve 67 decolagens. Mas nunca houver alertas que tenham sido ignorados por tanto tempo, até o 11 de Setembro.

 

05:25 – ROBIN HORDON

Muitas pessoas disseram “Bem, é o presidente quem deve dar permissão para que os aviões sejam abatidos”.

Isso não é verdade.

Um piloto interceptor tem a responsabilidade e a autoridade por conta própria de abater o avião, se ele achar que é preciso.

É assim que deveria ser.

Você não tem que esperar por um comando militar. Você não tem que esperar por nenhum tipo de ordem.

05:57 – GORE VIDAL – escritor, combatente das US Army Force na II Guerra Mundial e filho de um dos pioneiros da Força Aérea dos EUA

Não é uma opção, é a lei.

É uma responsabilidade dos pilotos de caça. É o que ele tem de fazer. A menos que alguém diga pra ele ficar no chão.

 

06:10 – ROBIN HORDON

Até 1970 nós tínhamos apenas um tipo de protocolo. E era imediato.

A partir dos anos 70 nós tivemos alguns aviões sequestrados no nosso espaço aéreo civil e aquele protocolo dava respostas imediatas.

Bem, nós não queríamos que os sequestradores soubessem que estávamos lá, então não subíamos os caças com tanta pressa, mas aproximávamos deles por detrás do avião.

Então pusemos um segundo protocolo. E a razão para esse protocolo de sequestro ser lento é que é preciso ter uma aprovação do Pentágono antes de lançar os mísseis.

Esses dois tipos de protocolos duraram até 1º de Junho de 2001, 3 meses antes do 11 de Setembro.

Em Junho de 2001 Rumsfeld, o Pentágono e os militares mudaram os procedimentos.

 

E mudaram os dois protocolos, um rápido e outro lento, para apenas um protocolo: lento.

Se nós tivéssemos reagido para um sinal de emergência em vôo, imediatamente os caças decolariam e aqueles aviões jamais teriam alcançado seus alvos.

 

Mas os controladores de voo foram notificar os militares, porque eles tinham apenas um protocolo para fazer uso.

Aquele protocolo foi para o Pentágono.

Advinhem! Advinhem quem atendeu ao telefone?

Foi o Pentágono.

Aqui vai uma analogia que eu posso dar e que vai ajudar a compreender a situação. O que Rumsfeld fez:

A chamada de incêndio veio do corpo de bombeiros, mas antes que o caminhão de incêndio tivesse a oportunidade de apagar o incêndio teve de chamar o prefeito para conseguir uma aprovação da sua partida. E o prefeito estava no horário do lanche ou dormindo e não foi capaz de atender ao telefone.

 

08:11 – NARRADOR

Observe cuidadosamente esta filmagem feita há apenas alguns minutos após o ataque ao Pentágono.

Veja o homem que está ajudando a carregar o ferido.

É o Secretário de Defesa, Donald Rumsfeld.

O que ele está fazendo aqui quando o centro de defesa de toda a nação dos EUA ainda está sobre ataque? Ajudando a cuidar dos feridos?

Por que ele não está em seu local de trabalho?

8:29 – LEGENDA

Versão oficial do 11 de Setembro: Rumsfeld não localizado até 10:30 hs.

 

08:39 – ROBIN HORDON – Controlador e instrutor de voo há 11 anos

As chamadas de telefone foram para o Pentágono. Foram para os militares.

Será que eles sentaram e disseram: “Não atendam o telefone, não importa quem seja!

Agora, como você poderia gostar de um serviço contra incêndio que apenas sentasse lá e dissesse: “me desculpe, nós não podemos apagar o fogo da sua casa e salvar suas vidas porque o prefeito não nos deu permissão”.

E em 12 de setembro eles mudaram os protocolos outra vez, de volta para o primeiro, que era o mais ágil e o que está ativo até hoje.

Então a forma como o Rumsfeld no Pentágono conduziu as coisas foi como uma troca de marchas: Ele alterou os dois protocolos. O rápido foi para um lento. Aí ele disse: “Opa, má idéia. Vamos voltar para o rápido.”

 

09:38 – LELLA COSTA – atriz italiana

Quando os EUA foram atacados sem aviso em Pearl Harbor, após investigações o general Walter Shortbyli, comandante do exército para a defesa do Havaí, e Admiral Hazbend Kimel, comandante-chefe de vôo no Pacífico, foram ambos acusados de negligência e demitidos.

Mas após a catástrofe do 11 de Setembro ninguém, nem o Secretário de Defesa Donald Rumsfeld ou ao menos um major da Aviação Civil ou da Defesa foi punido ou retirado de seu cargo.

 

10:11 – NARRADOR

O brigadeiro W. Montague Winfield (National Military Command Center) pediu ao capitão Leidig que temporariamente o substituísse como Diretor de Operações na manhã do 11 de Setembro, às 8:30 hs.

Mais tarde, naquele mesmo dia, depois de noticiado a queda do vôo 93, ele retoma seu posto.

Promovido a Major General.

Capitão Charles Leidig, que havia acabado de terminar seu curso de gerência do centro de comando.

Promovido.

Brigadeiro General  F. Wherley Jr. , comandante da base aérea de Andrews, próxima ao Pentágono.

Promovido a Major General.

Richard B. Myers, Vice Presidente da CJCS e da US. Air Force, em 11 de Setembro responsável por todas as forças militares do país, substituindo o Presidente Shelton que estava no exterior.

Promovido a Presidente.

 

11:26 – MONI OVADIA – ator e dramaturgo italiano nascido na Bulgária de origem judaica. A temática de Ovadia é o combate ao racismo antijudaico

Em 14 de Setembro, após três dias de investigações, o FBI anuncia que sabe tudo sobre os aviões sequestrados.

 

11:35 – ROBERT MUELLER – diretor do FBI

Nós fizemos nas últimas 24 horas um manifesto e o estamos utilizando como base de evidências.

Nós conversamos com muitas famílias das vítimas e acredito que tivemos sucesso em identificar muitos dos sequestradores em cada um dos quatro voos.

 

11:58 – GIULIETTO CHIESA – jornalista e político italiano, membro do Parlamento da União Européia

Vamos analisar os fatos: levou-se 2 anos para reunir documentos sobre o caso. 2 anos.

Em apenas 3 dias o FBI levantou os nomes de todos os sequestradores antes mesmo de qualquer evidência de que eles de fato estiveram no voo.

 

12:16– MONI OVADIA

Em 12 de Setembro, o Promotor Geral dos EUA, John Ashcroft declarou para todo o mundo que o passaporte de um dos sequestradores foi encontrado próximo ao local do WTC.

Mas segundo eles mesmos, tudo dentro das torres havia sido queimado ou se reduzido a pó. Então o aço se fundiu, mas um papel sobreviveu?

Quem eram esses sequestradores?

A versão oficial declara que 15 dos sequestradores vieram da Arábia Saudita, que eles teriam sido treinados no Afeganistão, e que eram fundamentalistas islâmicos, muçulmanos fanáticos.

 

13:24 – NAFEEZ AHMEDProf de História Contemporânea da Universidade de Sussex (Inglaterra)

 Al Qaeda supostamente seria uma rede salafista.

O Salafismo é uma linha muito puritana do Islã, que exige uma tradução literal das palavras e das ações de Maomé.

Então essas pessoas são fundamentalistas islâmicos?

As evidências dizem que não.

 

13:58 – AMANDA KELLER – namorada de Mohamed Atta, apontado como o piloto suicida do primeiro avião a colidir contra as torres.

NOTA: Conforme investigações do FBI, Atta nasceu e foi criado no Cairo. Formou-se em arquitetura em 1990, conceituado como bom aluno na Universidade do Cairo. Em 1991 foi convidado por um casal alemão integrante do Programa Internacional de Intercâmbio Estudantil a continuar seus estudos em Hamburgo. No ano seguinte, hospedado pelo casal de alemães, ingressou como estudante de Planejamento Urbano na Universidade de Hamburgo onde permaneceu até a conclusão do curso em 1999. Teria visitado Meca em 1995 e sua cidade natal, Cairo, em 1998. Ainda segundo o FBI, em 29 de novembro de 1999 Atta teria voado pelas Aerolíneas Turcas de Hamburgo para Istambul e dali para o Afeganistão de onde retornou para Hamburgo com escala em Istambul em 24 de fevereiro de 2000. Pelos cálculos do FBI em cerca de 85 dias nas montanhas desérticas do norte do Afeganistão, de ex bom aluno simpático ao diplomático casal alemão, Atta se tornou um dos autores do pior atentado terrorista da história dos Estados Unidos. Mas para sua namorada norte-americana:

Mohamed Atta não era basicamente fundamentalista islâmico.

Ele estava sempre bebendo, sempre. Se não fosse vinho era cerveja. Estava sempre bebendo, sempre. E também cheirava cocaína.

Mohamed e todas aquelas pessoas que andavam com ele estavam sempre bebendo até enlouquecerem.

 

14:18 – LEGENDA (considerando que uma fundamental restrição islâmica é ao consumo de qualquer indutor artificial de alteração da consciência religiosa)  

Mohamed Atta seria um fundamentalista islâmico?

 

14:25 – MONI OVADIA – ator e dramaturgo italiano nascido na Bulgária de origem judaica. A temática de Ovadia é o combate ao racismo antijudaico

As identidades dos sequestradores fornecidas pelo FBI são realmente bizarras. Cada carteira de identidade corresponde a pessoas bem distintas entre si.

Eles têm diferentes costumes e diferentes biografias. Eles até vivem em diferentes lugares em certos momentos.

 

14:46 – RALPH SHOENMAN – jornalista da WBAI de Nova Iorque (emissora de rádio, destacada apoiadora de movimentos culturais desde o da Geração Beat dos anos 50)

Quando falamos de Mohamed Atta, qual Mohamed Atta?

Seria o Mohamed Atta, aquele que vivia em Hamburgo, na Alemanha, fugindo do Serviço Secreto alemão?

Seria aquele Mohamed Atta que aparece em Venice, na Flórida, que ameaça a segurança nacional? Que supostamente estava treinando numa pequena escola de vôo, em aviões monomotor ou bimotor, do tipo “cessna”?

O que estava andando com Charlie Vos, um piloto da CIA, indo até a Nicarágua levar armas em troca de cocaína? É aquele Mohamed Atta?

É o Mohamed Atta que conversou com seu pai em 12 de Setembro, como os jornais noticiaram numa entrevista com o pai dele no Cairo? É aquele Mohamed Atta?

É o Mohamed Atta que apareceu num bar de Hollywood, na Flórida fazendo carreiras de cocaína e bebendo muita vodka? E quando pediram que pagasse a conta, ele disse: “Eu trabalho para a Airlines. Vocês acham que não posso pagar minha conta? Fodam-se!”

 

16:11 – NAFEEZ AHMED

Esse não é o comportamento de um islâmico fanático que está prestes a cometer suicídio numa operação.

 

16:25 – MARINA MONTESANO – Professora da Universidade de Genova, Departamento de Ciência, História e Geografia. Autora de “Mistério Americano”.

De acordo com a versão oficial antes de Atta ter deixado Hamburgo, Alemanha, e mudado para os EUA, seu xará americano estava visitando o escritório do Ministério da Agricultura, onde conversou com uma funcionária exigindo 650.000 dólares. Com esse empréstimo iria alugar um avião pequeno, além de provê-lo com grandes tanques com materiais químicos.

A mulher negou o pedido de empréstimo e ele começou a ameaçar cortar a garganta dela. Então ele disse que era piloto da America Airlines. Jogou um monte de notas sobre a mesa e pediu informações sobre o sistema de segurança das Torres Gêmeas.

Até tentou comprar um pôster do Pentágono que estava na parede da sala. Então finalmente foi embora.

Bem… Esse é um comportamento típico de alguém que pertence a alguma rede terrorista secreta?

Não parece mais o comportamento de alguém que deseja ser notado?

Esse não é o comportamento de um islâmico fanático que está prestes a cometer suicídio.

 

17:44 – MONI OVADIA

Segundo a versão oficial, al-Omari e Atta saíram da Flórida e foram para Boston.

Isso estava de acordo com o plano, já que os dois aviões seriam sequestrados na partida. Mas eles não pararam quando chegaram em Boston. Continuaram seguindo 300km adiante, até Maine.

Estamos na noite de 10 de Setembro. O próximo dia será o mais importante da vida daqueles homens.

O dia em que nada pode dar errado.

Mas o que eles fazem? Fazem uma viagem até Portland! Eles passam a noite lá e chamam atenção pelo barulho. Eles também pagam com cartões de crédito em seus nomes. Fazem de tudo para que as pessoas os vejam lá.

Na manhã seguinte, às 06:00 horas, eles voam de Maine para Boston.

O avião que eles iriam sequestrar leva apenas meia hora para chegar ao destino. Eles têm muito pouco tempo, elevando de forma significativa às chances de o plano falhar.

As circunstâncias em torno da partida de Portland para Boston são muito relevantes. Relevantes para a investigação e para ajudar a formar a opinião pública.

Foi naquele aeroporto onde as câmeras CCTV (Câmeras de Circuito Fechado de TV) filmaram os rostos de Atta e al-Omari. Esse vídeo foi mostrado milhares de vezes em várias emissoras como prova dos dois terroristas que se dirigiam para o avião que iriam sequestrar.

Não é verdade.

 

19:26 – WEBSTER GRIFFIN TARPLEY – autor de “11 de Setembro – O Terror Sintético” – Mestre graduado e laureado pela Universidade de Princeton e no Skidmore College,. Presidente do Instituto Schiller dos Estados Unidos na década de 80

Aquele vídeo mostra eles embarcando em Portland.

Não há nenhuma evidência da presença desses sequestradores. É simplesmente uma coisa que o FBI nos diz, sem prova alguma.

Não existem provas. Não há como provar a presença de nenhum desses homens como responsáveis pelo sequestro. Não mesmo.

Nenhuma evidência.

 

19:52 – MONI OVADIA

Em 16 de Setembro, um dos supostos sequestradores dos aviões, Abdul Aziz al-Omari,  foi até o consulato dos EUA em Jeddah para protestar e manifestar sua inocência.

 

Al-Omari, um piloto da Saudi Airlines, recebeu um pedido formal de desculpas do departamento norte-americano.

Em 22 de Setembro, Vlidi Al Sahir anuncia que ainda está vivo. Ele também era suspeito de ter pilotado o voo 11. Da sua casa em Casablanca, no Marrocos, Al Sahir declara pessoalmente a sua inocência.

No dia seguinte, em 23 de Setembro, o Daily Telegraph (diária matutino britânico de apoio ao Partido Conservador) publicou o protesto de inocência de Sahída al-Ghamdí e Ahmed al-Námího, ambos ainda estão vivos e passam bem como pilotos da Saudi Airlines.

Al-Ghamdi que estava na lista do FBI afirmou: “Eu fiquei totalmente chocado”.

Em 27 de Setembro, a CBS encontra Hazmí e Salem. De acordo com o FBI, haviam morrido no voo 77 que atingiu o Pentágono.

Curiosamente, ainda estão vivos na Arábia Saudita onde trabalham numa refinaria de petróleo.

Os nomes de al-Omari, al-Shahri, al-Ghamdi, al-Námí a al-Hazmí foram removidos da lista de sequestradores. Receberam pedidos de desculpas?

Não.

Seis anos depois, essas 19 pessoas ainda são acusadas de serem os únicos envolvidos nos ataques terroristas suicidas.

 

22:17 – NAFEEZ AHMEDProf de História Contemporânea da Universidade de Sussex (Inglaterra)

Nós não podemos definir quem são os responsáveis, então temos sérios problemas na investigação.

Questionar a falta dessas respostas não significa criar “teorias da conspiração”. Significa, apenas, criticar a natureza totalmente ridícula das investigações e o fato deles não fazerem ideia de quem provocou esses ataques.

Então, a questão-chave dessa investigação criminal é: quem fez isso?

Quem fez isso?

 

22:48 – GIULIETTO CHIESA – jornalista e político italiano, membro do Parlamento da União Européia

Eles falam dessa organização do mal. Eles falam do líder dessa incrível organização: Ben Laden. Eles falam da rede secreta de cavernas no Afeganistão.

Essas descrições poderiam ir parar até mesmo nos filmes de James Bond.

 

22:59 – NAFEEZ AHMED

O primeiro vídeo do Ben Laden foi “vazado” e usado pela mídia para sugerir que Ben Laden declarou a responsabilidade pelos ataques.

Esse é um vídeo muito questionável. As análises dessas gravações indicam que são falsas, por uma série de razões.

Existem alguns detalhes básicos, como por exemplo, o anel de ouro que Ben Laden estava usando. De acordo com a lei islâmica, não é permitido aos homens que se adornem com ouro.

Então por que o líder de um dos movimentos salafistas mais militantes que existem usaria um anel de ouro? Isso não faz sentido.

Não faz nenhum sentido.

 

23:38 – MARINA MONTESANO – Professora da Universidade de Genova, Departamento de Ciência, História e Geografia. Autora de “Mistério Americano”.

O vídeo em questão, que foi encontrado no Afeganistão em circunstâncias suspeitas pelas tropas dos EUA, numa casa que supostamente havia sido abandonada pela Al-Qaeda, foi questionado por várias razões.

Por exemplo, uma rede de televisão alemã deu uma tradução alternativa, e é completamente diferente da que foi dada pelos investigadores norte-americanos.

Eles não estavam aparentemente se declarando responsáveis pelos ataques de 11 de Setembro, mas apenas falando sobre o que havia acontecido no 11 de Setembro.

Em muitos dos inúmeros vídeos de Osama Bin Laden não há realmente uma pessoa falando.

O áudio deles não corresponde ou corresponde muito pouco ao movimento dos lábios.

24:35 – GIULIETTO CHIESA

As pessoas frequentemente me perguntam: “Como você pode negar a versão oficial? Pois se o próprio Bin Laden aparece tantas vezes na TV e diz: ‘fui eu’”?

Então vou lhe contar uma pequena história. Aliás, eu não lhe contarei a história porque eu não seria capaz de provar nada para você.

Nós não podemos mostrar as imagens que nós, de fato, vimos, porque os proprietários desse outro material se recusam a nos permitir mostrar a vocês.

No verão de 2005, a comissão do Parlamento Europeu de Defesa e Segurança, do qual faço parte, foi convidada para uma projeção especial organizada pelo Centro de Estudos Estratégicos de Washington.

Eles nos pediram para assistir o filme que mostrava o que aconteceria na Europa, se Bruxelas fosse atingida por uma bomba nuclear.

50 000 mortes, 100 000 feridos, reações preocupantes por parte dos governos europeus…

De repente, um video de Osama Bin Laden declarando ser responsável pelos ataques nucleares ao quartel general da OTAN (em Bruxelas), aparece na tela.

Todos os membros do parlamento, inclusive eu, ficamos sem palavras.

Antes que os experts norte-americanos do Centro de Estudos Estratégicos explicassem o que se passava na tela, um dos parlamentares finalmente disse: “Hoje nós vimos uma demonstração convincente de como a imagem de Osama Bin Laden pode ser completamente manipulada”.

Todos os Osamas que vimos ao longo dos anos podem nunca ter existido, já que ataques nucleares no quartel general da OTAN nunca ocorreram.

Agora eles se recusam a nos dar imagens. Não importa, nós seguiremos sem elas.

Mas vejam então com seus próprios olhos: Este é Osama Bin Landen, em 7 de Setembro de 2007. Compare com os outros Osamas que vimos nos últimos anos.

 

Você acredita que ele possa ter ficado mais jovem com o tempo? Que sua barba tenha ficado mais escura do que antes? Ou que seu nariz tenha crescido?

Nós não precisamos analisar, até uma criança notaria. E essas pessoas foram apresentadas para nós como se fossem uma só. E essa estória é contada para nós há 6 anos (atualmente, 10)

 

27:03 – MONI OVADIA – ator e dramaturgo italiano nascido na Bulgária de origem judaica. A temática de Ovadia é o combate ao racismo antijudaico

Foi Bin Laden quem organizou os ataques do 11 de Setembro?

Caso tenha sido, fez sozinho ou teve ajuda de alguém? A partir de agora nós iremos explicar as origens da Al-Kaeda. Bin Laden fundou a Al-Kaeda em 1989, no fim da querra entre a União Soviética e as guerrilhas do Afeganistão.

Foi depois da guerra, e não durante. Então para quê, ou contra quem eles lutavam?

 

27:41 – NAFEEZ AHMEDProf de História Contemporânea da Universidade de Sussex (Inglaterra)

O que “Al-Kaeda” significava naquele início? Isso é muito importante.

Nós temos de voltar até Robin Cook, o último Secretário de Estado (dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido Britânico e Presidente da União Européia)

No The Guardian (importante jornal diário britânico) nós podemos descobrir que Al-Kaeda foi um termo inventado pela CIA para nomear um banco de dados sobre os mujahidins (“guerreiros santos”), recrutados e treinados pela CIA.

E confere porque a expressão árabe para “banco de dados” é “al-Qaeda malomat”.

“Al-Qaeda” significa “banco” e malomat significa “dados”. Juntas significam “banco de dados”. Al-Qaeda = banco de dados.

28:32 – JUERGEN ELSAESSER – jornalista, autor de “Como a Jihad chegou à Europa”. Especialista na Guerra da Bósnia. Colaborador do Judische Allgemeine (Judeu Geral), centenário jornal da comunidade judaica da Renânia – Alemanha.

A Al-Kaeda é de mentira. Al-Qaeda não é uma organização. Al-Qaeda é apenas um rótulo.

Não existe uma organização chamada Al-Qaeda. A Al-Qaeda é uma lista de participantes da guerra do Afeganistão dos anos 80.

Al-Qaeda não é nada. É apenas um fantoche disseminado pelo Ocidente para mostrar ao mundo o “grande mal”.

 

 

 

29:08 – MICHAEL SPRINGMAN – Diretor do Consulado Geral dos EUA em Jiddah, segunda maior cidade da Arábia Saudita

Eu fui chefe do Consulado dos EUA (Visa – Departamento de Visto de Passaportes) em Jeddah, de Setembro de 1987 a Março de 1989. Durante esse tempo estive envolvido em algo que mais tarde seria chamado “Programa Terrorista da Visa”, no qual pessoas chegavam até o consulado, recrutadas pela CIA, para ajudarem Osama Bin Laden.

E eram enviados para a América para se tornarem bons terroristas, ou para serem recompensadas, ou para darem informações sobre o que eles estiveram fazendo no Afeganistão.

Eu supunha que estivessem apenas aprendendo a abater coisas no ar que ameaçassem nosso governo.

 

29:48 – NAFEEZ AHMED

Após a Guerra Fria, as conexões com a Al-Qaeda se proliferaram, se multiplicaram.

A Al-Qaeda está sendo controlada de várias formas, direta e indiretamente. Sistematicamente, a Al-Qaeda foi manipulada por anos em várias áreas de conflito.

De 1992 a 1995 nós temos a Guerra da Bósnia.

 

30:19 – MICHAEL SPRINGMAN  

Eu acredito que o governo americano trabalhou com várias organizações árabes e muçulmanas quer seja a Al-Qaeda ou aquilo que se tornaria a Al-Qaeda, para serem treinados, armados e enviados aos Bálcãs com o objetivo de derrubarem Slobodan

Milosevic e qualquer um aliado a ele.

 

30:37 – NAFEEZ AHMED

Aquele tipo de política presente nos Bálcãs durou até 2001.

 

30:50 – JUERGEN ELSAESSER

O serviço secreto dos EUA, que durante a guerra com a União Soviética apenas levou as armas, depois da guerra colocou os mujahidins desempregados em sua folha de pagamento.

Isso é um fato provado. Existem muitas testemunhas dos mujahidins nas cortes jurídicas alemãs.

Eles foram recrutados por subcontratantes do Pentágono, ou seja, a contratante privada MPRI – (Military Professional Resources Incorporated) Recursos Militares Profissionais Inc..

 

31:23 – LEGENDA

MUJAHIDINS RECRUTADOS POR

SUBCONTRATANTES do PENTÁGONO

 

31:26 – JUERGEN ELSAESSER

MPRI é privada na formalidade, mas na prática é um tipo de serviço secreto do exército dos Estados Unidos. Eles têm mais generais de quatro estrelas contratados do que o próprio Pentágono.

Se o Pentágono precisa fazer algum trabalho sujo ou que não se permita que recebam verba para realizá-lo por não poder receber aprovação de todo o Congresso, eles dão o trabalho a essa companhia privada.

No início do Verão de 1999 o MPRI liderou mujahidins bósnios nos Bálcãs, particularmente em Kosovo, para ajudar o exército terrorista KLA.

 

Nota: KLA – Kosovo Liberation Arm, ou ELK – Exército da Libertação de Kosovo, ou ainda, em albanês: UCK – USHTRIA  Çlirimtare e Kosoves

Conforme os observadores o KLA deu origem ao chamado Conflito dos Balcãs e foi considerado pelos Estados Unidos como grupo terrorista até 1998.

Na edição de 13 de Novembro de 2001, James Bisset (embaixador canadense na Iugoslávia, Bulgária e Albânia)  publicou no National Post:

“Já em 1998, o Departamento de Estado dos Estados Unidos listou o KLA como uma organização terrorista financiada por dinheiro do tráfico internacional de heroína e fundos fornecidos por indivíduos de países islâmicos, incluindo Osama Bin Laden. Isso não impediu os Estados Unidos de armar o KLA e oferecer-lhes treinamento na Albânia no verão de 1998.”

Observadores internacionais denunciam que muitos dos crimes conferidos a Slobodan Milosevic (julgado pelo Tribunal de Haia por crime contra a humanidade, morreu na prisão antes do veredito) foram em verdade praticados pelo KLA que, graças à aliança dos Estados Unidos, teve apenas um de seus membros condenado em Haia: o carcereiro Hajredin Bala. Bala recorreu e o recurso se mantém pendente, sem ter cumprido os 13 anos de prisão da condenação.

Demais indiciados por crimes contra a humanidade pelo Tribunal de Haia : Agim Ceku (absolvido, tornou-se Primeiro Ministro de Kosovo), Ramush Haradinaj (absolvido, ocupou por breve período o cargo de Primeiro Ministro de Kosovo) e Fatmir Lima (absolvido).

Ainda segundo os observadores, os crimes do KLA praticados inclusive contra seus próprios compatriotas albaneses de Kosovo, durante e depois da guerra, em nada se diferiram de seus opositores sérvios: limpeza étnica, estupros coletivos, genocídio. Mas se distinguiram por compor suas forças com 10% de crianças entre 13 e 18 anos.

Em razão da declaração de George W. Bush de que a guerra contra o terrorismo seria implacável e incessante, o embaixador James Bisset escreveu no National Post:

“Este duplo padrão e falta de consistência ao lidar com o terrorismo seguidamente põe em dúvida as políticas dos Estados Unidos e de seus aliados da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) nos Balcãs.”

 

32:13– JUERGEN ELSAESSER

O MPRI recrutou os mujahidins e os pagou mensalmente. Muitos mujahidins bósnios se

envolveram em vários ataques terroristas dos últimos cinco anos da guerra.

Cinco dos sete árabes apontados no centro da trama do 11 de Setembro, eram combatentes mujahidins formais na Bósnia.

Cinco de sete! Ninguém fala sobre isso.

 

32:46 – MARINA MONTESANO – Professora da Universidade de Genova, Departamento de Ciência, História e Geografia. Autora de “Mistério Americano”.

O que é exigido para que você consiga um visto para os EUA? O tipo de informação que você precisa fornecer são extremamente detalhadas.

Mas o oficial sênior do consulado dos EUA em Jeddah, Michael Springman, revelou que na instituição muitos agentes da CIA trabalhavam as escondidas, e que lá foram emitidos muitos vistos com bastantes facilidades para muitas pessoas suspeitas.

 

33:16 – MICHAEL SPRINGMAN – Diretor do Consulado Geral dos EUA em Jiddah, segunda maior cidade da Arábia Saudita

Um contato meu, um empresário fora do consulado, me disse que se eu dissesse alguma palavra sobre o que estava acontecendo lá, para a equipe de inspeção investigar, eu seria imediatamente demitido.

 

33:30  – MARINA MONTESANO

Aquele escritório em Jeddah emitiu muitos dos 15 vistos que foram utilizados pelos sequestradores para entrarem nos Estados Unidos.

Nenhum dos 15 vistos estavam de acordo com todas as exigências da Visa. Por exemplo, no espaço “destino”, muitos escreveram “Hotel”, “Nova Yorque” e “Califórnia”. E em um dos casos, nada foi escrito.

 

33:59 – MONI OVADIA – ator e dramaturgo italiano nascido na Bulgária de origem judaica. A temática de Ovadia é o combate ao racismo antijudaico

Foi uma prática comum ajudar os terroristas da Al-Qaeda a entrarem nos Estados Unidos. Eles vieram para serem treinados, e ficaram por anos e anos.

A mesma coisa aconteceu com os sequestradores do 11 de Setembro.

 

34:16 – DANIEL HOPSIKER – destacado jornalista investigativo dos Estados Unidos

Os seis terroristas, inclusive Mohamed Atta, treinaram no exército dos USA.

Mohamed Atta entrou numa escola internacional para oficiais, na base aérea de Maxwell.

 

34:27– RALPH SHOENMAN – jornalista da WBAI de Nova Iorque (emissora de rádio, destacada apoiadora de movimentos culturais desde o da Geração Beat dos anos 50)

Base Aérea de Maxwell, em Alabama. Base Áerea do Brooks, no Texas.

Estação Naval de Pensacola, na Flórida.

Defense Language Institute, na Califórnia.

Os braços dos serviços secretos estavam cheios deles.

 

34:52 – MONI OVADIA

Então, para resumir, os principais sequestradores lutaram na Iugoslávia, onde eram pagos por empresas mercenárias ligadas ao Pentágono.

Graças a CIA eles conseguiram vistos para os EUA. Uma vez lá, eles fizeram de tudo para chamar atenção e serem reconhecidos, confiantes na imunidade que possuíam.

Eles treinaram em bases militares norte-americanas e foram para escolas de voo, embora não tenham conseguido aprender a voar.

 

35:33 – MARINA MONTESANO – Professora da Universidade de Genova, Departamento de Ciência, História e Geografia. Autora de “Mistério Americano

Todas as testemunhas sobre essas aulas indicaram que esses homens eram totalmente incapazes de manejar até mesmo pequenos aviões.

Mohamed Atta, por exemplo, dirigiu um avião na escola de vôo, mas ele não conseguiu sequer tirá-lo do chão. Então deixou o avião lá e foi embora.

Quanto aos outros pilotos, o instrutor Rick Graz disse à imprensa que não podia entender como eles seriam capazes de pilotar um avião. Suas exatas palavras foram: “um era um burro idiota e outro um idiota burro dentro de um avião”.

 

36:25 – WEBSTER GRIFFIN TARPLEYautor de “11 de Setembro – O Terror Sintético”. Mestre graduado e laureado pela Universidade de Princeton e no Skidmore College,. Presidente do Instituto Schiller dos Estados Unidos na década de 80

Dois agentes do FBI, Colin Rauli em Minneápolis, Estado de Minnesota, e o outro em Phoenix, no Arizona, enviaram mensagens para o QG do FBI Washington dizendo algo como: “tomem cuidado, tem muitos árabes aqui frequentando escolas de voo”.

 

36:45 – COLEEN ROWLEYAgente do FBI há 24 anos

O primeiro instrutor de escola de voo que chamou o FBI assumiu um grande risco, porque o que ele estava fazendo era denunciar um cliente que o estava pagando.

E aquelas escolas de vôo até certo ponto dependiam de clientes estrangeiros. Então agora ele estava denunciando seus clientes.

É que todas essas pessoas eram mesmo bem suspeitas. Uma lista de fatos apontam Moussaoui como sendo um terrorista. (Zacarias Moussaoui seria o piloto do avião que atingiria a Casa Branca. Recusou admitir seu envolvimento até 2005) Ele queria aprender a voar, mas nunca decolou um avião.

Eu nunca tinha visto uma pessoa tão incomum desejando aulas de voo.

 

37:32– MONI OVADIA

A agente do FBI Coleen Rowley imediatamente informou seus superiores em Washington, mas nada aconteceu.

Suas investigações foram inibidas.

 

37:44 – ROBERT MUELLER – diretor do FBI

Pelo que sei nenhum sinal de alerta teria indicado esse tipo de operação no país.

 

37:52 – COLEEN ROWLEY

Eu escrevi o memorando de 12 ou 13 páginas em Maio de 2002. Era um relatório da JIC.  Basicamente declarava não ser verdade que o 11 de Setembro não pudesse ser evitado.

O Diretor Executivo do FBI, Pickard, durante o Verão antes do 11 de Setembro, tentou avisar o Promotor de Estado Ashcroft sobre o terrorismo.

NOTAS: JIC – Joint Intelligence Committe – organismo de inteligência precursor da CIA, do Conselho de Segurança Nacional e da OSS – Office of Strategic Service.

Thomas J. Pickard assumiu a direção do FBI em 25 de Junho de 2001. 71 dias depois e uma semana antes do 11 de Setembro, foi substituído.

Ashcroft de início deu pouca importância ao assunto chegando a declarar, em Agosto de 2001, que o terrorismo era a menor das prioridades.

Num certo momento, Ashcroft responde as advertência de Pickard: “eu não quero ouvir mais nada sobre terrorismo”.

 

38:47 – LEGENDA

Terrorismo – menor das prioridades – Agosto de 2001: “Não quero ouvir mais nada sobre terrorismo”.

 

NOTA: John Ashcroft – governador e senador do Estado do Missouri pelo Partido Republicano. Indicado Procurador Geral dos EUA por George W. Bush. Evangélico da Igreja Assembleia de Deus, Ashcroft é autor de diversos livros e hinos religiosos e patrióticos, entre eles a canção “Let the Eagle Soar” – “Deixe Soar a Águia” –, entoada na posse do segundo mandato de George W. Bush. A canção se popularizou através de paródias satíricas como a do filme “Fahrenheit 9/11” de Michael Moore, entre diversas outras versões de comediantes da TV dos Estados Unidos.

Apesar do aqui relatado pela agente Coleen, após o 11 de Setembro Ashcroft muda radicalmente de consideração em relação ao terrorismo e torna-se um dos mentores do “Patriot Act”, a lei assinada por W. Bush que reduz as liberdades individuais e permite prisões preventivas baseadas em suspeitas.

Aschroft manteve preso em segurança máxima por 13 meses o cidadão Abdullah Al-Kidd, nascido em Wichita – Kansas. Convertido ao Islã, o Sr. Al-Kidd seria utilizado por Aschroft como testemunha no julgamento de Sami Omar Al-Hussayen. Apesar de Sami ter sido inocentado e liberto, Aschroft continuou mantendo Al-Kidd prisioneiro sob a acusação de cumplicidade a quem se provou não ter cometido crime algum.

Aschroft também se notabilizou por mandar estender uma cortina no Grande Salão do Departamento de Justiça para encobrir a nudez parcial de uma estátua feminina: a do “Espírito da Justiça”, e de outra masculina: a da “Majestade do Direito”

 

38:51– MICHAEL SPRINGMAN – Diretor do Consulado Geral dos EUA em Jiddah, segunda maior cidade da Arábia Saudita

Após 11 de Setembro de 2001 eu ouvi falar sobre a batida dos aviões nas Torres Gêmeas e no Pentágono.

Eu disse “Nossa! Essas são as mesmas pessoas que, de acordo com o Los Angeles Times (segundo jornal diário em circulação nos Estados Unidos), adquiriram seus vistos pelo consulado americano em Jeddah!”.

Eu chamei o FBI para investigar. Contei a eles o básico sobre o programa “vistos para terroristas”.

 

Eu fiz isso, e eu liguei, liguei e liguei. Fui encaminhado de um escritório para outro. E finalmente, no último em que parei, alguém de lá disse: “vamos retornar para você depois”.

Seis anos depois e eu ainda estou esperando!

 

39:36 – LEGENDA

“vamos retornar para você depois”. Seis anos depois e eu ainda estou esperando.

 

39:45 – SIBEL EDMONDS – Formadora de Tradutores do FBI

Nós recebemos essas fitas de áudio três meses antes de 11 de Setembro de 2001.

Recebemos de um informante iraniano, que havia sido oficial do FBI por 10 anos, a partir de 1991-92 até Abril de 2001.

Em Abril de 2001 esse informante disse ao FBI, de forma sigilosa, que havia obtido informações sobre a Al-Qaeda e Bin Laden pretendendo atacar os Estados Unidos. E envolveria cinco grandes cidades e aviões.

E que o ataque deveria acontecer em poucos meses.

 

40:28 – LEGENDA  

Aviso em Abril de 2001:

Ataque aos Estados Unidos envolvendo aviões.

 

40:33 – SIBEL EDMONDS

Eles pegaram as informações, acharam que fosse importante, preencheram os formulários e passaram aos superiores. Certo? Nada aconteceu.

 

40:45 – LEGENDA

Ataque aos EUA: alarme em Abril de 2001 – NADA ACONTECEU.

 

00:40:49 – SIBEL EDMONDS

Dois meses depois eles se encontraram com o mesmo informante de novo.

E o informante perguntou: “Vocês fizeram alguma coisa com as informações que eu dei a vocês? Porque elas vieram de fontes bem confiáveis.”

E eles responderam: “Sim, nós passamos para os nossos superiores”.

 

41:02 – JOHN JUDGE – Assessor da congressista Cyntha McKinney

Bem, nada aconteceu.

Eles encontraram o computador de Joseph’s Ramsey com a “Operação Bojinka”, em 1996 nas Filipinas.

 

NOTA: Em 1996 a ocorrência de um incêndio no preparo de explosivos teria levado à casual descoberta de um computador que revelou a “Operação Bojinka”, plano terrorista de explosão de aviões sobre o Pacífico a ser realizado por Yussef. Ramzi. Investigações do FBI apontaram Yussef como um mujahidim contratado pela CIA. Alguns observadores encontram na “Operação Bojinka” os antecedentes do 11 de Setembro.

 

Eles falaram sobre sequestrar aviões e lançá-los no Pentágono, na Casa Branca, no Capitol, no QG da CIA e no WTC.

Um ano antes, em 2000, o Pentágono conduziu um exercício no qual bombeiros foram mobilizados para simularem um ataque ao Pentágono, para que quando chegassem lá soubessem o que fazer.

Então isso não aconteceu de uma hora para outra, de repente.

 

 

41:38 – LEGENDA

ATAQUES NÃO ACONTECERAM DE REPENTE

 

41:41 – JOHN JUDGE

Estavam esperando e preparados para os ataques.

 

41:43 – LEGENDA

ESTAVAM ESPERANDO E PREPARADOS PARA OS ATAQUES.

 

41:50 – JOHN JUDGE

Uma das declarações mais bizarras feitas pela Administração de Bush foi: “esses ataques nos pegaram de surpresa”.

 

41:59 – CONDOLEEZZA RICE – Secretária de Estado dos Estados Unidos, autora do editorial publicado pelo New York Times: “Porque sabemos que o Iraque mente” a respeito da negativa daquele país sobre posse de armas de destruição em massa

Eu não acredito que alguém pudesse ter previsto que eles tentariam sequestrar um avião e usá-lo como míssil.

 

42:06 – GEORGE W. BUSH – presidente dos Estados Unidos

Eu acho que nenhum governo anterior teria conseguido evitar o ataque dos aviões nos edifícios, numa escala tão grande.

 

42:18 – MONI OVADIA – ator e dramaturgo italiano nascido na Bulgária de origem judaica. A temática de Ovadia é o combate ao racismo antijudaico

Segundo o USA Today (um dos mais importantes informativos eletrônicos dos Estados Unidos) em 1999 a Força Aérea dos EUA realizou exercícios especiais quatro vezes por ano, nos quais simulavam-se sequestros de aviões civis por terroristas.

Os alvos escolhidos nessas simulações: as Torres Gêmeas e o Pentágono.

 

42:43 – LEGENDA

Setembro de 1999

Estudo dos EUA: Um avião pode bater no Pentágono.

Júlio de 2001

 FBI fica sabendo do interesse de Zacarias Moussaoui em pilotar Boeings 747.

6 de Agosto de 2001:

Informativo Diário da Presidência: – BIN LADEN DETERMINADO A ATACAR OS EUA

 

43:05 – LELLA COSTAatriz italiana

Em 11 de Setembro de 2002 o New York Times escreveu:

“Um ano depois, o público conhece menos sobre as circunstâncias das 2 801 mortes em frente a Manhattan em plena luz do dia, do que em 1912 souberam em semanas sobre o Titanic.”

 

43:27– MONI OVADIA

Cinco anos depois desse artigo, o que aconteceu naquele dia ainda é um mistério.

 

43:33 – ROBERT MCILVANE – pai de Robert McIlvane Jr., morto no WTC

Sou Robert McIlvane. Sou da Filadélfia, Pensilvânia.

Perdi meu filho Bob, de 26 anos, no 11 de Setembro.

Ele havia acabado de arranjar um emprego no Meryll Lynch.

Você sempre…

Não se preocupe, eu vou ficar bem.

Mas sempre que eu relembro daquele dia, é como se o pânico tomasse conta de mim.

É como aquele corte de cabelo: “você acha que ficou melhor, mas nunca fica”.

 

44:20 – MONI OVADIA

As conclusões obtidas pela comissão do 11 de Setembro foram bem desapontadoras.

Muitas evidências foram ignoradas. Muitas testemunhas não foram chamadas para depor.

No último relatório apenas interpretaram questões-chave em aberto.

 

44:35 – JUERGEN ELSAESSER– jornalista, autor de “Como a Jihad chegou à Europa”. Especialista na Guerra da Bósnia. Colaborador do Judische Allgemeine (Judeu Geral), centenário jornal da comunidade judaica da Renânia – Alemanha.

Há alguns dias antes do 11 de Setembro, Mohamed Atta recebeu um grande montante de dinheiro, em torno de 100 mil dólares.

Dinheiro que foi entregue por oficiais do serviço secreto paquistanês.

Um grande escândalo daquela comissão do congresso dos EUA sobre o 11 de Setembro foi não ter interrogado esse homem. Nunca tentaram trazer a luz essa história por detrás dos 100 mil dólares.

45:07– WILLIAM RODRIGUEZSobrevivente e Zelador do WTC. Condecorado com Herói Nacional pelo presidente George W. Bush por ter salvado diversas vítimas

Enquanto todos estavam dando testemunho na televisão para toda a nação, minhas testemunhas estavam atrás de portas fechadas.

Por que eles não quiseram estas testemunhas? Não faz sentido.

Eu disse a eles o que disse aqui: eu ouvi explosões, eu vi aquelas pessoas queimando, eu vi a torre ser atingida pelo avião.

Eu contei que essas pessoas estavam vivas, estavam a disposição para serem interrogadas.

Para minha surpresa, o relatório final sequer menciona meu nome, não aparece em nenhum lugar.

Eles nem mesmo telefonaram uma única vez para as testemunhas que nós indicamos. Indicamos 17 bombeiros e 22 sobreviventes, e não ligaram nenhuma vez para eles.

 

46:00 – ROBERT MCILVANE

Especificamente, eu como pai tenho a obrigação de saber quem matou meu filho.

A comissão não me deu nada.

A comissão do 11 de Setembro não foi uma investigação.

46:18 GORE VIDAL – escritor, combatente das US Army Force na II Guerra Mundial e filho de um dos pioneiros da Força Aérea dos EUA

Eu me lembro da família inteira do Bin Laden indo embora de avião.

Eles foram pegos de todos os EUA e expelidos daqui na velocidade da luz, enquanto o Pentágono ainda queimava.

 

46:31 – ROBERT MCILVANE – pai de Robert McIlvane Jr., morto no WTC

E perguntaram ao Maller (diretor do FBI): “quem autorizou essas pessoas a saírem do país?”. Ele respondeu: “alguém do Departamento do Estado”.

“Pode nos dizer quem?” Ele disse: “eu não me lembro”.

Em outro momento da comissão, o General Myers foi perguntado sobre Moussaoui. Perguntaram: “você tem alguma informação sobre ele?”.

Ele respondeu: “eu não me lembro!”

 

NOTA: General Richard Bowman Myers – presidente do Joint Chiefs of Staff (CJCS), mais alto posto militar das Forças Armadas dos Estados Unidos. Principal conselheiro da presidência, do conselho de segurança e da secretaria da defesa.

Em 11 de Setembro ocupava interinamente o cargo como vice-presidente, devido a viagem do titular da pasta. Após o 11 de Setembro, em 01 de outubro de 2001 foi promovido à presidência da CJCS.

No momento do ataque ao Pentágono, Myers estava no Capitólio (Congresso Estadunidense), mas seu escritório não foi atingido, mantendo-se incólume.

Myers planejou a invasão do Afeganistão e do Iraque em 2003. Aposentando-se em 2005, assumiu o conselho de administração da Northrop Grumman Corporation, da United Technologies Corporation, da Aon Corporation, da companhia de John Deere e do USO.

Northrop Grumman – em 2010 classificada como 4ª maior empresa do mundo em produção de equipamentos e sistemas de defesa aérea e naval, além de radares e censores. Desde 1994 acusada de contrabando de armas para Angola, Indonésia, Israel, China, Ucrânia e Iêmen.

UTC – United Technologies – empreiteira produtora de aeronaves militares. Em 2005 foi a maior contribuinte norte-americana para a reeleição de George W. Bush.

Aon Corporation – a maior companhia de seguros do mundo. Instalada entre os andares 94 e 98 da Torre Sul do WTC, atingida 25 andares abaixo. Foram evacuados 924 dos seus 1.100 funcionários presentes no momento do ataque.

Deere & Company – desde 2006  uma das maiores companhias de produtos agrícolas do mundo, com 47.000 funcionário em 27 países.

USO – desde a II Guerra Mundial é a produtora de eventos de entretenimento e apoio moral para as forças militares norte-americanas.

 

47:03 – ROBERT MCILVANE

Ashcroft, o promotor de justiça.

Pickard era o chefe do FBI durante o Verão. Ele testemunhou todos os sinais de alerta. 71 alertas de que algo estava acontecendo naquele verão. E Ashcroft estava sentado lá e mentindo:

“Eu não sei sobre esses alertas. Nós estávamos prestando atenção no terrorismo”.

(ver nota pg. 13  – Jonh Ashcroft)

 

47:26 – ROBERT MUELLERdiretor do FBI

Nenhum tipo de sinal que eu saiba…

 

47:28 – CONDOLEEZZA RICE – secretária de estado

Ninguém poderia ter previsto…

 

GEORGE W. BUSH – presidente dos Estados Unidos

Nenhum outro governo evitaria isso…

 

47:31 – ROBERT MCILVANE – pai de Robert McIlvane Jr., morto no WTC

Essas pessoas mentiram e o nosso governo as protege. É óbvio que estão mentindo.

Eles não deveriam estar dando testemunho. Mueller devia estar na cadeia. Ashcroft devia estar na cadeia. Condoleezza Rice devia estar na cadeia.

 

47:51 – VOZ DA MÍDIA

Osama Bin Laden é o terrorista mais procurado do mundo.

 

47:54 – GEORGE W. BUSH

Punir os responsáveis.

 

47:56 – GIULIETTO CHIESAMembro do Parlamento da União Européia

Eles têm essa organização do mau.

Eles têm o líder, Bin Laden.

Ele têm uma caverna secreta no Afeganistão.

 

48:06 – GEORGE W. BUSH

Nessa noite os EUA enviaram as seguintes exigências ao Talibã.

Entregar aos EUA todos os líderes da Al-Qaeda, que se esconderam em nossa terra.

Dar aos EUA acesso total aos acampamentos de treinamento dos terroristas para que tenhamos certeza de que eles não estejam mais na ativa.

Essas demandas não estão abertas a negociações.

 

48:58 – GIULIETTO CHIESA

Obviamente eles nunca vão capturar Bin Laden, porque tudo leva a crer que a guerra ao terrorismo já acabou.

49:10 – GEORGE W.BUSH

É difícil para os americanos imaginarem que as pessoas sejam más ao ponto de fazer esse tipo de coisa.

 

49:33 – CARTAZES DE MANIFESTAÇÃO CIVIL NOS ESTADOS UNIDOS

– Guerra não é a resposta

– INVESTIGAÇÕES:

  PEARL HARBOR = 10 X

  11/09 = 1 X

 

49:41 – ROBERT MCILVANE

Eu não sou um teórico da conspiração.

Sou um pai procurando pelo assassino do meu filho!

 

E eu precisaria ser idiota pra achar que aqueles 19 árabes fizeram isso.

Eu sei que meus cães sabem mais do que aquilo.

Isso é muito importante. Ponha-se no meu lugar, e pense em seu filho ser assassinado. E você nunca ter tido uma investigação.

Como você se sentiria se eles recusassem a investigar o assassinato do seu filho?

 

50:25 – LOVIE CACCHIOLIex-bombeiro e sobrevivente

Eu estava em casa às 3 da manhã. Então levantei porque não conseguia dormir.

Então eu voltei para lá para tentar encontrar alguém. Talvez um bombeiro ou um policial estivesse preso lá.

Queria encontrá-lo… Mesmo alguém que trabalhasse lá. Apenas para me dar um pouco de satisfação.

Eu fiquei procurando por lá por 9 dias, mas eu não encontrei ninguém vivo.

Eu desci lá por quase um ano e meio, como se eu pudesse encontrar e resgatar alguém…

Eu ia nos funerais.

Eles tiraram meus amigos de mim, tiraram meu trabalho de mim. E eu realmente amava aquele trabalho.

E tiraram a saúde de mim.

Eu não quero que as pessoas se esqueçam daquele dia.

 

52:09 – ROBERT MCILVANE – pai de Robert McIlvane Jr., morto no WTC

E a história deve ser dita.

O problema para os americanos é igual a um grande iceberg: nós vivemos no pico do monte, mas vivemos com medo da verdade obscura da nossa história.

E está piorando mais e mais.

Essa é de fato uma verdade obscura, e ela afundará todo o iceberg.

Mas eu espero que vocês consigam trazê-lo de volta para cima.

Nós temos que ouvir a verdade ou este país não vale nada.

Toda nossa estória não vale nada. E todas as pessoas deveriam estar envergonhadas por não quererem ver a verdade.

 

 

 

 

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