Mostra de Cinema Argentino “Tradição e Anomalia”

Publicado em: 20/09/2010 às 21:26
Mostra de Cinema Argentino “Tradição e Anomalia”

Começou nesta segunda-feira, dia 20/9, a Mostra de Cinema Argentino “Tradição e Anomalia”, inédita no Brasil, pelo porte e pela abrangência. Os filmes serão exibidos diariamente, até sexta-feira, dia 24, das 8h às 21h, no auditório Henrique Fontes, bloco B, Centro de Comunicação e Expressão (CCE). A entrada é gratuita.

A mostra faz parte do Simpósio Internacional de Literatura Argentina (em seu Bicentenário), o maior encontro de especialistas já realizado no Brasil para discutir a projeção universal e lationamericana da literatura argentina http://www.onetti.cce.ufsc.br/simposio/

São filmes de várias épocas, incluindo um dos primeiros sonoros argentinos, Los três berretines (1933), e O segredo de seus olhos (2010), oscar de melhor filme estrangeiro. Há emblemas do discurso de nação, como Pampa bárbara (1945), o marco clandestino do primeiro Solanas, La hora de los hornos (1968), que será mostrado inteiro em suas 4h20` de duração; o documentário monumental de Leonardo Favio, Perón: sinfonia del sentimiento (1999), também inteiro, em suas 5h40`; o último Cozarinsky (Apuntes para una biografía imaginada, 2010); o Plan B (2009), que ganha importância agora com a lei do casamento igualitário.

PROGRAMAÇÃO:

Segunda-feira – 20 de setembro
8h – Lucas Demare: Pampa bárbara (1945) – 1h38
10h – Hugo del Carril: Las aguas bajan turbias (1952) – 1h32
14h – Leonardo Favio: Perón: sinfonía del sentimiento (1999) – 5h40

Terça-feira – 21 de setembro
8h – Leopoldo Torre Nilson: La casa del ángel (1956) – 1h16
10h – David José Kohon: Breve cielo (1969) – 1h24
14h – Fernando Solanas: La hora de los hornos (1968) – 4h20
19h – Fernando Solanas: Memoria del saqueo (2004) – 2h

Quarta-feira – 22 de setembro
8h – David José Kohon: La flecha y un compás (1950) – 12`
8h15 – David José Kohon: Buenos Aires (1958) – 30`
10h – Diego Lerman: Tan de repente (2002) – 1h30
14h – Edgardo Cozarinsky: Ronda nocturna (2005) – 1h21
16h – Edgardo Cozarinsky: Apuntes para una biografía imaginaria (2010) – 1h
19h – Mariano Llinás: Balnearios (2002) – 1h20

Quinta-feira – 23 de setembro
8h – Lisandro Alonso: Liverpool (2008) – 1h24
10h – Alejo Moguillansky: Castro (2009) – 1h25
14h – Marco Berger: Plan B (2009) – 1h43
16h – John Alton: Los tres berretines (1933) – 1h05
19h – Daniel Burman: Dos hermanos(2010) – 1h45

Sexta-feira – 24 de setembro
8h – Leopoldo Torre Nilsson e Leopoldo Torres Ríos: El hijo del crack (1953) – 1h17
10h – Ezequiel Acuña: Como un avión estrellado (2005) – 1h20
14h – Leonardo Favio: El romance del Aniceto y la Francisca (1967) – 1h03
16h – Carlos Sorin: El perro (2004) – 1h37
19h – Juan Campanella: El secreto de sus ojos (2009) – 2h09

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