Memorial dos Direitos Humanos de Santa Catarina

O MDH é instituído pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC), tem sede na UFSC (CFH, Bloco D, sala 301) e está lotado no Depto. de Sociologia e Ciência Política.

A constituição de um memorial, voltado à documentação e à atividade de preservação dos direitos políticos e sociais como direitos humanos, tomando como base o Brasil dos anos 60 até a contemporaneidade, expressa um compromisso contra o autoritarismo, como o melhor dos caminhos para que, com a informação e a consequente formação, possam as gerações do presente e do futuro elaborarem e viverem seus projetos.

Favorecido institucionalmente pela Lei 8.159/91, a lei dos arquivos e pela Medida Provisória nº 228, que altera os prazos do decreto nº 4.553, de 2002, o Memorial dos Direitos Humanos busca diminuir a dívida do país com sua história e impedir que o esquecimento torne oculta a face autoritária e propicie o falseamento dos fatos, além de favorecer o entendimento de como acontecimentos de uma história recente podem estar relacionados a fatos das relações sociais contemporâneas.

A recente ditadura brasileira não foi estudada nas dimensões mais profundas das suas conseqüências. Os sofrimentos, as angústias, assim como as esperanças e alegrias, se para alguns são objetos de psicologização, para os protagonistas da resistência à ditadura são dimensões da vida sem as quais não se forma uma cultura civilizatória.

É pouco tempo para a avaliação sócio-política daquele período, daí a necessidade de estudantes e professores, cidadãos e cidadãs, terem um centro de referência, que estimule e possibilite, com um memorial pertinente, os estudos em diversas áreas de pesquisa acadêmica e não acadêmica.

Isso será possível, entre outros fatores, com a contribuição da universidade, ao conjugar diferentes núcleos de pesquisa e de formação para expor os elementos e as condições de sustentação e de superação de um sistema autoritário em bases éticas, políticas e socialmente anti-autoritárias e emancipatórias.

Dessa forma, objetivamos ser um centro de referência teórico-sociológico no tratamento das informações e documentos relacionados principalmente ao período do regime ditatorial militar-civil de 1964-1985. Consideram-se entre outras as conexões sociológicas e históricas com outros períodos passados e presentes.

Sob a perspectiva das diferentes abordagens das Ciências Sociais, seu objeto é delimitado tomando como centro das atenções os acontecimentos delineados nos campos político, sócio-cultural, trabalhista, educacional e estudantil.

A memória viva e material resgatada, organizada e disponibilizada, possibilitará a realização deste objetivo geral também como uma iniciativa – institucionalmente constituída – voltada à informação e à formação.

A constituição de um memorial, voltado à documentação e à atividade de preservação dos direitos políticos e sociais como direitos humanos, tomando como base o Brasil dos anos 60 até a contemporaneidade, expressa um compromisso contra o autoritarismo, como o melhor dos caminhos para que, com a informação e a consequente formação, possam as gerações do presente e do futuro elaborarem e viverem seus projetos.

Favorecido institucionalmente pela Lei 8.159/91, a lei dos arquivos e pela Medida Provisória nº 228, que altera os prazos do decreto nº 4.553, de 2002, o Memorial dos Direitos Humanos busca diminuir a dívida do país com sua história e impedir que o esquecimento torne oculta a face autoritária e propicie o falseamento dos fatos, além de favorecer o entendimento de como acontecimentos de uma história recente podem estar relacionados a fatos das relações sociais contemporâneas.

A recente ditadura brasileira não foi estudada nas dimensões mais profundas das suas consequências. Os sofrimentos, as angústias, assim como as esperanças e alegrias, se para alguns são objetos de psicologização, para os protagonistas da resistência à ditadura são dimensões da vida sem as quais não se forma uma cultura civilizatória.

É pouco tempo para a avaliação sócio-política daquele período, daí a necessidade de estudantes e professores, cidadãos e cidadãs, terem um centro de referência, que estimule e possibilite, com um memorial pertinente, os estudos em diversas áreas de pesquisa acadêmica e não acadêmica.

Isso será possível, entre outros fatores, com a contribuição da universidade, ao conjugar diferentes núcleos de pesquisa e de formação para expor os elementos e as condições de sustentação e de superação de um sistema autoritário em bases éticas, políticas e socialmente anti-autoritárias e emancipatórias.

Dessa forma, objetivamos ser um centro de referência teórico-sociológico no tratamento das informações e documentos relacionados principalmente ao período do regime ditatorial militar-civil de 1964-1985. Consideram-se entre outras as conexões sociológicas e históricas com outros períodos passados e presentes.

Sob a perspectiva das diferentes abordagens das Ciências Sociais, seu objeto é delimitado tomando como centro das atenções os acontecimentos delineados nos campos político, sócio-cultural, trabalhista, educacional e estudantil.

A memória viva e material resgatada, organizada e disponibilizada, possibilitará a realização deste objetivo geral também como uma iniciativa – institucionalmente constituída – voltada à informação e à formação.

Confira também:

Estatuto do Memorial dos Direitos Humanos

Manual de Indentidade Visual do Memorial dos Direitos Humano (Ítalo Mendonça)

Nosso sítio: http://memorialdh.sites.ufsc.br

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