Golpismo e fascismo: duas faces da mesma moeda

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Há 51 anos do golpe militar de 1964,o golpe de estado volta a ser uma “boa ideia” entre os conservadores, liberais, fascistas, reacionários em geral.
Está por toda parte: “impeachment!”, “intervenção militar (constitucional)!” Nas ruas, nas universidades, no parlamento, na imprensa, nas redes.
Agora, até o PMDB já sinalizou estar disposto ao golpe dependendo das manifestações de 12/04.
A coordenação e entrosamento do aparelho burguês: ideológico/político/econômico espanta qualquer um. A unidade em torno da necessidade de um golpe de estado, a necessidade da derrubada do governo do PT é repetido sistematicamente a cada segundo por todo canto desse país.
O objetivo é claro: entregar o que resta de patrimônio público (Petrobras, Correios, presídios, escolas, saúde) aos sanguessugas imperialistas. “PRIVATIZA TUDO” dizia cartazes na manifestação de 15/03.
O alvo imediato é o PT, é sua derrubada. Mas para impedir que numa nova eleição volte a vencer é preciso criminalizá-lo, colocá-lo na ilegalidade. Será preciso ir mais fundo: atacar, destruir a organização independente da classe operária, a CUT, o MST, e enfim todas organizações de esquerda do país. Mira-se no PT para atingir toda a esquerda.
Daí a necessidade do fascismo: da manifestação de massas da pequeno burguesia reacionária nas ruas. Daí a necessidade do fascismo, pitbulls da burguesia, tropa de choque contrarrevolucionária para atacar os movimentos democráticos nas ruas, atacar sedes de partidos de esquerda, atacar militantes e suas bandeiras vermelhas, sindicatos, etc.
A burguesia imperialista não parece estar disposta a entregar o poder diretamente aos fascistas. Prefere impor uma ditadura semi-fascista. Mas isso dependerá e muito da evolução da luta de classes no próximo período.

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