Floriano Peixoto vira ministro e sinaliza volta do Brasil ao século 19

Floriano Peixoto, c.1881. Alberto Henschel (1827–1882). Ermakoff, George. Rio de Janeiro – 1840-1900 – Uma crônica fotográfica. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2006

Por Luíz Müller.

Floriano Peixoto foi o 2º presidente do Brasil (1891 a 1894), logo depois de Teodoro da Fonseca. Com a liquidação dos direitos do trabalhador e o fim da Previdência e da aposentadoria do povo prenunciada pela Reforma da Previdência de Bolsonaro e Guedes, o Brasil dá cada vez mais passos atrás. Não basta ser general defensor da Ditadura Militar, e já são oito no Governo Bolsonaro, a marca tem que ser mais incisiva ainda. Tem que ser alguém de família de sangue centenário. Acharam o Floriano Peixto pra sinalizar que a elite brasileira não esta pra brincadeira. Vão voltar ao tempo da escravidão. E aos trablhadores restará serem escravos amarrados por correntes ou no máximo, servos dos senhores das grandes capitanias hereditárias cheias de plantações de transgênicos destinados a ração dos animais das elites imperiais lá do norte do planeta. Para remediar o povo das agruras do trabalho escravo, Damares, um chanceler e um ministro da Educação permitirão que os escravos nas horas vagas ensinem os filhos em casa a serem obedientes aos senhores, pois escolas públicas já não mais haverão. Já os filhos dos poucos abastados “capitães” poderão ser ensinados nas suas próprias casas por professores contratados . Bah! E nem falei das benesses das orações embaixo de pés de goiabeira.

 

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