Filme sobre a vida de Sérgio Vieira de Mello, com Wagner Moura, estreia em abril na Netflix

O filme “Sérgio”, baseado na vida de Sérgio Vieira de Mello, com Wagner Moura no papel principal, estreia em 17 de abril, na Netflix e em cinemas selecionados. Diplomata da ONU, Sérgio morreu aos 55 anos em Bagdá, no Iraque, em um atentado terrorista em 2003.

Imagem: Reprodução

O longa-metragem, que tem a direção de Greg Barker e o roteiro, de Craig Borten, acompanha Sérgio em sua última missão na capital iraquiana, mergulhada no caos após a invasão americana.

Faz parte do elenco a atriz cubana Ana de Armas, que vive Carolina, mulher do diplomata.

A Netflix divulgou nesta quarta-feira (15) o primeiro trailer do filme. Veja abaixo:

Relembre o caso

Sérgio e mais 21 pessoas foram vítimas do ataque de um caminhão-bomba ao Hotel Canal, que funcionava como sede da Organização das Nações Unidas (ONU), no Iraque. Pelo menos 150 pessoas ficaram feridas.

A Al Qaeda assumiu a responsabilidade pelo atentado e informou que Vieira de Mello, funcionário há 34 anos das Nações Unidas, era o principal alvo da ação.

Vieira de Mello, funcionário de carreira da ONU, desenvolveu trabalhos no Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Recebeu o prêmio das Nações Unidas de Direitos Humanos. Trabalhou em diversos países, entre eles Timor Leste, Camboja e Vietnã.

Por ocasião dos 15 anos da morte de Vieira de Mello, foi lançado, no Instituto Rio Branco, em Brasília, o livro e documentário “Sérgio Vieira de Mello, O Legado de um Herói Brasileiro”. Neles, a história e o trabalho do diplomata em busca da paz.

A obra, escrita por Wagner Sarmento, tem o prefácio escrito por José Ramos-Horta, Nobel da Paz. O projeto do livro e do documentário levou cinco anos para ser concluído e foi conduzido pelo produtor André Zavarize, da ZAZ Produções de São Paulo.

“Hoje existem muitos debates sobre a situação dos refugiados no mundo, e, em todos eles, a figura do Sérgio se faz presente. Mais de um milhão de refugiados foram beneficiados por políticas lideradas por ele”, disse Zavarize.

Em seguida, o produtor acrescentou: “Podemos notar é que Sérgio continua vivo, suas ações ainda ecoam em diversos países servindo de inspiração para muitas ações que vem sendo realizadas”.

Com informações da Época e da Agência Brasil

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