Festival Netuno Rock da Primavera em benefício da comunidade indígena de SC

Bandas de Florianópolis mais uma vez unem forças para realizarem festival em benefício da comunidade indígena de SC

Bandas de Florianópolis mais uma vez unem forças para realizarem festival em benefício da comunidade indígena de SC

O Rock’n’Roll e suas infinitas vertentes é uma manifestação cultural e artística, que vem desde o início dos anos 60 encantando as pessoas, das mais diversas idades e classes sociais, com sua mensagem simples e carismática, que diverte, emociona, liberta e transforma conceitos.

Associar arte com diversão e solidariedade é uma fórmula eficaz para unir forças em prol dos socialmente vulneráveis. Diversas iniciativas que usaram a música com o objetivo de subvencionar recursos materiais e financeiros para os necessitados fizeram história, como a célebre We are the world.

O CONSELHO ESTADUAL DOS POVOS INDÍGENAS DE SC, as bandas BIZIBEIZE, INSALUBRE, INSURGENTES, TRIPLE FRONTERA e ZOIDZ e o GRUPO NHE’? AMBÁ – SC uniram forças e promovem este festival beneficente, para arrecadarem feijões e rações para cachorros e gatos.

O FESTIVAL NETUNO ROCK DA PRIMAVERA é uma realização da NETUNO ROCK. A proposta é fomentar a cultura jovem local, promovendo talentos musicais emergentes de Florianópolis e realizando festivais musicais beneficentes, em parceria com as lideranças indígenas de SC.

BIZIBEIZE é uma banda de hardcore/punk formada em 2013 em Florianópolis. Lançaram em 2014, de forma totalmente independente, o EP Aquela Merda Toda, com repertório em português falando sobre revolta e protesto de maneira acelerada e sem muita enrolação. Recentemente foi lançado o segundo registro da banda, o EP Passando Mal, produzido pelo Leo Sabbá e banda. Mantendo sua origem dedo na cara e com energias renovadas, o resultado de todo esse esforço e trabalho pode ser absorvido nos shows da banda.

Vitor Graf: guitarra e vocal

Fernando Pinto: guitarra e vocal

Yuri Oliveira: baixo e vocal

Gustavo Borges: bateria e vocal

Links
https://bizibeize.bandcamp.com

https://www.facebook.com/bizibeize

https://www.youtube.com/user/bizibeize

O GRUPO NHE’? AMBÁ SC (MBYÁ GUARANI) celebra a tradição indígena com apresentações musicais e coreográficas, que são encenadas por jovens indígenas coordenados pelo Professor Kuaray Marcelo, autor de 15 obras musicais. Segundo a sua tradição, o canto indígena é uma oração recebida pelas crianças, que atrai as energias necessárias para o momento presente.

Kuaray Marcelo: regente, compositor, vocal e violão

Angelo Vilalba: tambor

Fabio da Silva “Kuaray Mirim”: maraká

Vozes masculinas:

Romário da Silva “Vherá Mirim”, David Brizola Karaí, Kenneth Montiel e Kendredy Montiel

Vozes femininas:

Helena Brizola, Érica Vilalba e Maica Vilalba

Links:
https://www.youtube.com/watch?v=iJix0gtaF0Y

https://www.youtube.com/watch?v=MSiEXypkC_Y
https://www.youtube.com/watch?v=vOZO1qIP3z4

O INSALUBRE surgiu em São José, em outubro de 2013. O som é um Hardcore brutal sem frescuras muito bem elaborado, com letras que abordam de forma crítica, os temas políticos e sociais da sociedade.  A banda se posiciona favoravelmente à ideais libertárias e aos movimentos sociais e populares. São radicalmente contra à manifestações opressoras, como fascismo, o racismo e o nazismo. Lançaram um EP e um vídeo do som Massa de Manobra.

Marcio Pandolfi: vocal
Ricardo Ulrich: guitarra e vocal
Ronaldo Nouals: baixo
Murilo Barbarian: bateria

Links
https://www.facebook.com/insalubrehc/
https://www.youtube.com/user/insalubrehc
https://www.reverbnation.com/insalubre/playlist/-4

Em 2007 os INSURGENTES se formaram em Florianópolis, onde o destino reuniu músicos de vários cantos do Brasil para viajarem nas infinitas vertentes da música pesada. Foi lançado em 2014, o EP Hezbollah, com a produção de Marcelo Boratto. Venceram em 2015 o I Festival De Bandas Autorais de Florianópolis, que gerou o vídeo Karen (Psicometria). INSURGENTES execram a omissão e conformação da humanidade frente às suas adversidades e seguem seu destino com atitude isenta de radicalismos ou frescuras.Nicholas di Lucia: guitarra e vocal
Paulo Eduardo: baixo e vocal
Felipe Santoro bateria

Giordano Cassini: guitarra e vocal (participação especial)

Links:

https://insurgentes.bandcamp.com/

https://www.facebook.com/bandainsurgentes
https://www.youtube.com/channel/UCXbKoysIqVPYc849ipj_B3g
Entre ruídos dissonantes, melodias simples e poesia, ZOIDZ vem compartilhar sua trilha sonora para um mundo em convulsão.  As emoções se misturam e o resultado é um grande canal despejando ao mesmo tempo distorção, ambição experimental e inconformismo. Nossa proposta direta é despertar os incautos do sonambulismo habitual com tudo que a amoralidade pode permitir. Com sangue fervendo a banda avança em sua arte do contraponto No fundo de um copo vazio, suas impressões podem mudar. Cruze a fronteira… 

Daniel Braga: baixo
Maurício “Muri“ Cossio: guitarra
Gobo Alexandre:
vocal

Eduardo “Dudz” Victor: bateria

Links:
https://soundcloud.com/zoidz
https://www.facebook.com/ZoidZBR/
https://www.youtube.com/user/zoidzoficial

A TRIPLE FRONTERA é uma banda de rock criada em 2017, com uma formação inusitada, pois é um Powertrio, onde cada músico tem nacionalidades distintas (Argentina, Uruguai e Brasil). Ano passado, o grupo se apresentou no Festival Internacional de las Artes (Uruguai).  O som da banda é uma fusão de elementos, culturas e arranjos bem colocados, somados ao rock que conhecemos e criando uma massa sonora, contemporânea e divertida. A banda canta e grita coisas cotidianas de nossas vidas, de nossos países, das fronteiras que nos cercam, de como vemos o mundo e como o mundo nos vê…

Sibha: vocal e baixo
Hugo Gonzáles: vocal e guitarra
Juan Pablo – bateria

Link:
https://www.facebook.com/triplefronteraoficial/

“De muita luta e sofrimento se constitui a dura história indígena no Brasil e suas conquistas mais sólidas são muito recentes, então muito ainda estamos devendo a estes povos. Assim é necessário reconhecer e valorizar a identidade étnica específica de cada uma das sociedades indígenas em particular, compreender suas línguas e suas formas tradicionais de organização social, de ocupação da terra e do uso dos recursos naturais. Além disso, é fundamental que tenham seus direitos devidamente respeitados como assegura a Constituição Federal. Isto significa o respeito pelos direitos coletivos especiais de cada uma das etnias e a busca do convívio pacífico, por meio de um intercâmbio cultural, com os povos indígenas brasileiros que ainda restam”. NETUNO ROCK preconiza e incentiva o exposto acima.

Autor do texto: Gustavo Inácio da Luz Nogueira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                

 

 

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