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	<description>A Outra Informação</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 23:06:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>33 das 59 universidades federais declaram greve</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 23:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Do total de 59 universidades federais do Brasil, mais da metade iniciou greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira. Segundo a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes), professores de 33 instituições declararam oficialmente a paralisação das atividades. A previsão é de que mais universidades entrem em greve na semana que vem.
Entre as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://desacato.info/2012/05/33-das-59-universidades-federais-declaram-greve/greve-7/" rel="attachment wp-att-27621"><img class="alignleft size-full wp-image-27621" title="greve" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/greve.jpg" alt="" width="300" height="156" /></a>Do total de 59 universidades federais do Brasil, mais da metade iniciou greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira. Segundo a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes), professores de 33 instituições declararam oficialmente a paralisação das atividades. A previsão é de que mais universidades entrem em greve na semana que vem.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as reivindicações, estão a reestruturação da carreira da categoria e as condições precárias de trabalho, atribuídas à falta de estrutura nas universidades. No Brasil, são 64 seções sindicais de 59 universidades federais ligadas ao Andes.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Aloisio Porto, do Comando de Greve da Andes, o atual plano de carreiras não permite um crescimento satisfatório do professor ao longo da carreira. &#8220;Hoje para chegar no teto da carreira ele levaria quase 30 anos&#8221;. De acordo com o dirigente sindical, foram feitas mais de dez reuniões com o Ministério do Planejamento para revisão dos planos, mas não houve avanço na negociação. Assembleias marcadas para amanhã e para o início da próxima semana devem confirmar a adesão de professores de outras instituições à paralisação, segundo Porto.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Educação (MEC) informou, por meio de nota, que &#8220;reafirma sua confiança no diálogo e no zelo pelo regime de normalidade das atividades dos campus universitários federais&#8221;. O governo ressalta que o aumento de 4% negociado no ano passado com os sindicatos já está garantido por medida provisória assinada no dia 11 de maio. O aumento será retroativo a março, conforme previsto no acordo firmado com as entidades.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Com relação ao plano de carreira, a negociação prevê sua aplicação em 2013. Os recursos devem ser definidos na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) até agosto deste ano, o que significa que temos tempo. As negociações entre o Ministério do Planejamento e as representações sindicais seguem abertas&#8221;, explicou o MEC.</p>
<p style="text-align: justify;">As universidades federais de Campina Grande (PB), Pará, Paraná, Mato Grosso, Alagoas, Amazonas, Piauí e algumas instituições de Minas Gerais já confirmaram a paralisação. Já os professores da Universidade de Brasília (UnB) aprovaram indicativo e devem decidir na sexta-feira se aderem à paralisação.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o site da Seção Sindical dos Docentes da UFRJ (Adufrj-SSind), uma nova assembleia será marcada do dia 21 a 25 de maio, que poderá confirmar ou retirar o indicativo, conforme avaliação coletiva sobre as negociações entre o governo e o Andes-SN.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra</p>
<p style="text-align: justify;">Foto: Professores da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, na manhã desta quinta-feira (17). A decisão foi tomada em assembleia realizada no campos da universidade, no bairro da Cidade Universitária, no Recife. O Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) organiza uma paralisação geral dos professores de universidades federais.  <em>Ronaldo Santos/FotoArena/AE </em></p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=33+das+59+universidades+federais+declaram+greve+http%3A%2F%2Fis.gd%2FvsZjLH"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/33-das-59-universidades-federais-declaram-greve/&amp;t=33+das+59+universidades+federais+declaram+greve" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/33-das-59-universidades-federais-declaram-greve/&amp;title=33+das+59+universidades+federais+declaram+greve" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=33+das+59+universidades+federais+declaram+greve&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/33-das-59-universidades-federais-declaram-greve/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+Do+total+de+59+universidades+federais+do+Brasil%2C+mais+da+metade+iniciou+greve+por+tempo+indeterminado+a+partir+desta+quinta-feira.+Segundo+a+Associ..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Lançado I Plano Municipal de Políticas Públicas e Direitos Humanos para LGBT</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 22:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[Na manhã de hoje, 17, Dia Mundial de Combate à Homofobia, foi lançado no Gabinete do Prefeito, às 9h, o I Plano Municipal de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros – LGBT, em Florianópolis.
Este plano é resultado dos trabalhos obtidos durante a realização do I Seminário de Enfrentamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://desacato.info/2012/05/lancado-i-plano-municipal-de-politicas-publicas-e-direitos-humanos-para-lgbt/ii-semana/" rel="attachment wp-att-27616"><img class="alignleft size-medium wp-image-27616" title="II Semana" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/II-Semana-192x300.jpg" alt="" width="192" height="300" /></a>Na manhã de hoje, 17, Dia Mundial de Combate à Homofobia, foi lançado no Gabinete do Prefeito, às 9h, o I Plano Municipal de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros – LGBT, em Florianópolis.</p>
<p style="text-align: justify;">Este plano é resultado dos trabalhos obtidos durante a realização do I Seminário de Enfrentamento ao Sexismo, Lesbofobia, Homofobia e Transfobia realizado em 16 de maio de 2011, da Audiência Pública realizada em 17 de maio de 2011 e da I Conferência Municipal LGBT realizada em 23 de agosto de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 17 de maio é reconhecido, pela Lei Nº 7476 de 19 de dezembro de 2007, como o Dia Mundial de Combate à Homofobia. A data foi escolhida como recordação à exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS), realizada em 17 de maio de 1990.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do lançamento do plano, a Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres COMDIM, Núcleos de Pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), movimentos sociais e as organizações não governamentais ligados à temática promovem a Semana de Enfrentamento ao Sexismo, Lesbofobia, Homofobia, Transfobia.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as ações que serão realizadas na semana, destacam-se o IV Concurso de Cartazes sobre Homofobia, Lesbofobia e Transfobia nas escolas da rede pública de ensino catarinense; o Seminário Cidadania e Direitos Trans em Santa Catarina, dia 18 de maio, no auditório do CFH/UFSC e a Formação continuada sobre Gênero, Sexualidades, Homo-lesbo-transfobia na Escola, com cinco módulos de ensino e término em 19/06.</p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.pmf.sc.gov.br/arquivos/arquivos/pdf/17_05_2012_14.24.57.80e1ac859e263a0f263cb8aa7e643741.pdf">Clique aqui</a> e veja a programação completa da semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações: (48) 3251 6243/cmppmulher@gmail.com.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://portal.pmf.sc.gov.br/">Prefeitura Municipal de Florianópolis</a></p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Lan%C3%A7ado+I+Plano+Municipal+de+Pol%C3%ADticas+P%C3%BAblicas+e+Direitos+Humanos+para+LGBT+http%3A%2F%2Fis.gd%2FoFK6GB"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/lancado-i-plano-municipal-de-politicas-publicas-e-direitos-humanos-para-lgbt/&amp;t=Lan%C3%A7ado+I+Plano+Municipal+de+Pol%C3%ADticas+P%C3%BAblicas+e+Direitos+Humanos+para+LGBT" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/lancado-i-plano-municipal-de-politicas-publicas-e-direitos-humanos-para-lgbt/&amp;title=Lan%C3%A7ado+I+Plano+Municipal+de+Pol%C3%ADticas+P%C3%BAblicas+e+Direitos+Humanos+para+LGBT" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Lan%C3%A7ado+I+Plano+Municipal+de+Pol%C3%ADticas+P%C3%BAblicas+e+Direitos+Humanos+para+LGBT&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/lancado-i-plano-municipal-de-politicas-publicas-e-direitos-humanos-para-lgbt/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+Na+manh%C3%A3+de+hoje%2C+17%2C+Dia+Mundial+de+Combate+%C3%A0+Homofobia%2C+foi+lan%C3%A7ado+no+Gabinete+do+Prefeito%2C+%C3%A0s+9h%2C+o+I+Plano+Municipal+de+Pol%C3%ADticas+P%C3%BAblicas+e+D..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Alvaro Uribe e Mauricio Villeda: Pregoeiros da morte?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Honduras]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa América]]></category>

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		<description><![CDATA[
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Por Roberto Quesada.
Diario Tiempo, Honduras
Versão Internacional para Desacato.info
 
«Iba hablando sola -me dijo Jaime-. Hombres de mala ley, decía en voz muy
baja, animales de mierda que no son capaces de hacer nada que no sean desgracias.»&#8211; Crónica de una muerte anunciada, Gabriel García Márquez, escritor colombiano.
&#160;
El nuevo escándalo de sangre en Honduras es que unas horas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/Villeda_448_338-22.jpg"><img class="alignleft  wp-image-27561" title="Villeda_448_338 2" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/Villeda_448_338-22.jpg" alt="" width="448" height="338" /></a></p>
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<p><strong>Por Roberto Quesada.</strong></p>
<p><strong>Diario Tiempo, Honduras</strong></p>
<p><strong>Versão Internacional para Desacato.info</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>«Iba hablando sola -me dijo Jaime-. Hombres de mala ley, decía en voz muy</p>
<p>baja, animales de mierda que no son capaces de hacer nada que no sean desgracias.»&#8211; Crónica de una muerte anunciada, Gabriel García Márquez, escritor colombiano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>El nuevo escándalo de sangre en Honduras es que unas horas antes de que fuera asesinado el periodista número 23, en lo que va del golpe de Estado del 28 de junio del 2009, un connotado golpista, Mauricio Villeda Bermúdez, candidato ultraradical de la oligarquía golpista, anunció que hechos así se darían en Honduras, e iría para peor, según se lo había dicho el propio Alvaro Uribe, en visita que él le hiciera a Colombia. Tal parece que, según Villeda, a Uribe no le basta con haber implado el terror en Colombia sino que lo exporta a otros países latinoamericanos que luchan por una vida mejor, por la justicia social. Dijo, además, que el Foro de Sao Paolo, era una especie de cueva de la izquierda latinoamericana que quiere apropiarse del poder en todos los países latinoamericanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tanto este señor Villeda como Uribe –al deducir por lo que el propio Villeda dice&#8211;son también parte de quienes están cometiendo genocidio contra el pueblo hondureño.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>¡Qué casualidad!  ¿verdad? Que el señor Mauricio Villeda vociferara que habría más muertes, secuestro de personalidades por la participación de las Farc de Colombia, en Honduras. Tiene un documento, según él, extraído de una computadora de un guerrillero asesinado por el ejército colombiano en el Ecuador y que se lo entregara Alvaro Uribe, quien presidió Colombia antes de Santos, y que ahora está en el ojo de la justicia por diferentes actos como las chuzadas (escuchas telefónicas  ilegales), vínculos con organizaciones que actúan al margen de la ley, y señalado por muchos periodistas de intromisión en los asuntos internos de otros países, como es el caso de Honduras.</p>
<p>La casualidad (¿o causalidad?), es que Mauricio Villeda “denuncia” esto unas horas antes de que apareciera asesinado el periodista Alfredo Villatoro. Y, para colmo de males, el asesinado aparece vestido con uniforme militar, al mejor estilo de los ‘falsos positivos’ en Colombia. Agreguémosle a ello que unas horas antes el presidente Porfirio Lobo Sosa había tenido información, al parecer fidedigna porque se habla de un video como prueba de vida, y solo esperaron que Lobo anunciara que Villatoro estaba con vida, para que horas después apareciera asesinado en un lugar visible como para que no hubiese demora en encontrarlo y que la noticia sacudiera el país.</p>
<p>Por supuesto, al sucederse los hechos así Lobo Sosa no solo queda ridiculizado sino que recibe un gran impacto de que las cosas van más en serio de lo que él pudiera suponer. Y queda claro para el resto de la población que no importa si es opositor al golpe de Estado o ha sido defensor del mismo, si esas fuerzas oscuras necesitan desestabilizar el gobierno de Lobo, no importará que algunos empresarios que han defendido a ultranza el golpe de Estado, pero carecen del mismo poder económico y ‘tradición’ que tiene la cima de la cúpula del poder, perfectamente podrían ser “sacrificados” con tal de lograr su objetivo primordial: desestabilizar, boicotear las futuras elecciones, aterrorizar al pueblo y sostenerse en el poder a costa de lo que sea.</p>
<p>No debe de olvidarse el escenario pre golpe, durante lo álgido del golpe y ya estando Lobo Sosa en la presidencia: los viajes de altos funcionarios y militares a Colombia se repetían una y otra vez, regresaban unos a Honduras y salían otros hacia Colombia. Es probable que en ese ínterin se formaron y fortalecieron las estructuras que estarían—y de hecho están—por encima de quien llegara a la presidencia en unas elecciones fabricadas a vapor.</p>
<p>Es probable que Lobo Sosa se haya salido, o haya intentado salirse, del guión que le dieron durante lo tuviesen allí como presidente, y de allí se derivan estos asesinatos que casualmente son a personas identificadas como amigas de él. Nos referimos a las que no han pertenecido al Frente Nacional de Resistencia Popular o al Partido libre, que son la gran mayoría de víctimas.</p>
<p>Al parecer las disputas dentro del Partido Nacional ya no son las mismas como cuando había elecciones antes del golpe de Estado, aquellas eran como de ‘compadre hablado’, ahora parece que la brecha se ha abierto entre un sector que maneja una concepción de ser nacionalista y otros  de la ultraderecha, que incluye a miembros del Partido Liberal como los Villeda Bermúdez, que encuentran a quienes no son a su forma y semejanza como enemigos jurados. Con el agravante de que estos últimos están coludidos con una ultraderecha radical internacional que no escatima esfuerzos por derrocar las democracias emergentes en América Latina, en este sentido evitan por todos los medios que llegue a Honduras un gobierno popular que no les permita utilizar nuestro territorio como su centro de operaciones contra otros países y contra el propio pueblo hondureño.</p>
<p>Lo de Mauricio Villeda no es solo ‘cocora’ para aterrorizar al pueblo sino que es una justificación tempranera de hechos atroces que están por ejecutarse (y que se han estado ejecutando), queriendo implicar las Farc (quienes no están para actuar fuera de sus escenarios por las acorraladas que en los últimos tiempos le ha dado el ejército colombiano), intentan lavarse las manos sobre que ese producto del crimen  y terror no es hecho en Honduras, aunque sí lo es, con entrenamiento y asesoría extranjera.</p>
<p>Ahora dice Mauricio Villeda que él no es golpista, pero me viene a la memoria esa escena transmitida por la televisión internacional, cuando en Costa Rica este señor babeaba de la rabia y del odio en defensa extrema del golpe de Estado. Y esta misma gente ha estado allí, estructurada, en total impunidad y algunos enquistados en el mismísimo gobierno de Lobo.</p>
<p>Tal parece que no hay voz humana, quizá ni divina, que les haga reflexionar de que el pueblo hondureño es amante de la paz, que quiere ir a elecciones transparentes y que incluso está dispuesto a aceptar al partido vencedor en una contienda limpia, que no hay necesidad de la barbarie.</p>
<p>Con todo este escenario, ¿habrá alguien que se trague el cuento de que el del periodista Alfredo Villatoro, al igual de tantos más no solo de periodistas que han caído desde el golpe de Estado, no es un asesinato político? Descansa en paz colega Villatoro, alias ‘Toronjita’.</p>
<p>Nueva York NY 16/05/2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na imagem tomada de El Heraldo: Mauricio Villeda.</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Alvaro+Uribe+e+Mauricio+Villeda%3A+Pregoeiros+da+morte%3F+http%3A%2F%2Fis.gd%2F8kLWxu"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/alvaro-uribe-e-mauricio-villeda-pregoeiros-da-morte/&amp;t=Alvaro+Uribe+e+Mauricio+Villeda%3A+Pregoeiros+da+morte%3F" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/alvaro-uribe-e-mauricio-villeda-pregoeiros-da-morte/&amp;title=Alvaro+Uribe+e+Mauricio+Villeda%3A+Pregoeiros+da+morte%3F" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Alvaro+Uribe+e+Mauricio+Villeda%3A+Pregoeiros+da+morte%3F&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/alvaro-uribe-e-mauricio-villeda-pregoeiros-da-morte/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0A%26nbsp%3B%0D%0A%0D%0APor+Roberto+Quesada.%0D%0A%0D%0ADiario+Ti..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ruanda: pedalar para iluminar uma aldeia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Africa]]></category>

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		<description><![CDATA[  (Português/Español).
Uma companhia fornecedora de energia em Ruanda contrata pessoas para pedalar e gerar a eletricidade para o vilarejo de Kayonza, a 60 km da capital, Kigali.
François Nsengimana trabalha para a companhia de eletricidade Nuru e é um revendedor de energia. Os clientes pagam para que ele carregue as lâmpadas com seu gerador movido a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://desacato.info/2012/05/ruanda-pedalar-para-iluminar-uma-aldeia/rwanda/" rel="attachment wp-att-27554"><img class="alignleft size-medium wp-image-27554" title="rwanda" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/rwanda-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>  (Português/Español).</p>
<p style="text-align: justify;">Uma companhia fornecedora de energia em Ruanda contrata pessoas para pedalar e gerar a eletricidade para o vilarejo de Kayonza, a 60 km da capital, Kigali.</p>
<p style="text-align: justify;">François Nsengimana trabalha para a companhia de eletricidade Nuru e é um revendedor de energia. Os clientes pagam para que ele carregue as lâmpadas com seu gerador movido a pedaladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um minuto pedalando gera 400 minutos de luz. Cada lâmpada recarregável custa cerca de R$ 12,50 e, para carregar a bateria, os clientes pagam menos de R$ 0,34.</p>
<p style="text-align: justify;">A companhia Nuru fornece os geradores e as lâmpadas para comerciantes como François e permite que eles paguem à companhia em prestações com o dinheiro que ganham com a venda das lâmpadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: BBC Brasil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ruanda: pedalear para iluminar una aldea</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">En Ruanda, la empresa de energía Nuru contrata a personas para pedalear y de esta manera generar la electricidad necesaria para la aldea de Kayonza, a 60 kilómetros de la capital, Kigali.</p>
<p style="text-align: justify;">Según publica una nota de la<a href="http://www.bbc.co.uk" target="_blank"> BBC</a>, “apenas un minuto de pedaleo alcanza para suministrar seis horas de luz”.</p>
<p style="text-align: justify;">La iniciativa de la empresa posibilita un precio accesible para los clientes de la empresa y genera una ganancia para quienes la generan (ver <a href="http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2012/05/120508_video_eletricidad_pedaleo_cr.shtml" target="_blank">video de BBC</a>).</p>
<p><object width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.bbc.co.uk/emp/worldwide/player.swf"><param name="movie" value="http://www.bbc.co.uk/emp/worldwide/player.swf" /><param name="quality" value="high" /><param name="wmode" value="default" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="playlist=http://www.bbc.co.uk/mundo/meta/dps/2012/05/emp/120508_video_eletricidad_pedaleo_cr.emp.xml&#038;config=http://www.bbc.co.uk/worldservice/scripts/core/2/emp_jsapi_config.xml?252&#038;config_settings_showFooter=false&#038;config_settings_language=es&#038;embedReferer=http://desacato.info/2012/05/ruanda-pedalar-para-iluminar-uma-aldeia/&#038;relatedLinksCarousel=true&#038;messagesFileUrl=http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/3/vocab/es.xml&#038;embedPageUrl=http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2012/05/120508_video_eletricidad_pedaleo_cr.shtml&#038;config.plugins.fmtjLiveStats.pageType=t2_eav1_Started&#038;showShareButton=true&#038;uxHighlightColour=0xff0000&#038;config_settings_showPopoutButton=true&#038;config_settings_displayMode=standard&#038;config_settings_autoPlay=true&#038;domId=emp-17189789&#038;mediatorHref=http://open.live.bbc.co.uk/mediaselector/5/select/version/2.0/mediaset/journalism-pc/vpid/{id}&#038;config_settings_autoPlay=false" /><embed src="http://www.bbc.co.uk/emp/worldwide/player.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="360" FlashVars="playlist=playlist=http://www.bbc.co.uk/mundo/meta/dps/2012/05/emp/120508_video_eletricidad_pedaleo_cr.emp.xml&#038;config=http://www.bbc.co.uk/worldservice/scripts/core/2/emp_jsapi_config.xml?252&#038;config_settings_showFooter=false&#038;config_settings_language=es&#038;embedReferer=http://desacato.info/2012/05/ruanda-pedalar-para-iluminar-uma-aldeia/&#038;relatedLinksCarousel=true&#038;messagesFileUrl=http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/3/vocab/es.xml&#038;embedPageUrl=http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2012/05/120508_video_eletricidad_pedaleo_cr.shtml&#038;config.plugins.fmtjLiveStats.pageType=t2_eav1_Started&#038;showShareButton=true&#038;uxHighlightColour=0xff0000&#038;config_settings_showPopoutButton=true&#038;config_settings_displayMode=standard&#038;config_settings_autoPlay=true&#038;domId=emp-17189789&#038;mediatorHref=http://open.live.bbc.co.uk/mediaselector/5/select/version/2.0/mediaset/journalism-pc/vpid/{id}&#038;config_settings_autoPlay=false"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">La empresa tiene proyectos en otros países como India, pero hasta ahora Ruanda es el único país africano que implementa la generación de energía a partir del pedaleo.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.lavoz.com.ar</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Ruanda%3A+pedalar+para+iluminar+uma+aldeia+http%3A%2F%2Fis.gd%2F3S0BpA"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/ruanda-pedalar-para-iluminar-uma-aldeia/&amp;t=Ruanda%3A+pedalar+para+iluminar+uma+aldeia" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/ruanda-pedalar-para-iluminar-uma-aldeia/&amp;title=Ruanda%3A+pedalar+para+iluminar+uma+aldeia" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Ruanda%3A+pedalar+para+iluminar+uma+aldeia&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/ruanda-pedalar-para-iluminar-uma-aldeia/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+%C2%A0+%28Portugu%C3%AAs%2FEspa%C3%B1ol%29.%0D%0AUma+companhia+fornecedora+de+energia+em+Ruanda+contrata+pessoas+para+pedalar+e+gerar+a+eletricidade+para+o+vilarejo+de+Kayo..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>A atuação sem princípios do PcdoB</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Paulo Schueler*. 
A votação do Código Florestal [1] na Câmara dos Deputados apresentou ao público brasileiro uma surpresa, daquelas ingratas a quem se reivindica comunista: na bancada parlamentar do PcdoB, que ainda carrega o símbolo da Foice e Martelo, cada um votou como quis. Com o benefício da dúvida, era respeitoso esperar antes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;" align="right"><strong><a href="http://desacato.info/2012/05/a-atuacao-sem-principios-do-pcdob/aldo/" rel="attachment wp-att-27542"><img class="alignleft size-full wp-image-27542" title="aldo" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/aldo.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a>Por Paulo Schueler*. </strong></div>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A votação do Código Florestal <a href="http://resistir.info/brasil/schueler_16mai12.html#nr"><strong>[1]</strong></a> na Câmara dos Deputados apresentou ao público brasileiro uma surpresa, daquelas ingratas a quem se reivindica comunista: na bancada parlamentar do PcdoB, que ainda carrega o símbolo da Foice e Martelo, cada um votou como quis. Com o benefício da dúvida, era respeitoso esperar antes de sair vociferando qualquer juízo de valor a respeito. Mas a emenda saiu pior que o soneto.</p>
<p>Não se trata aqui de avaliar a trajetória e atual linha política do Partido Comunista <em> (sic) </em> do Brasil (PcdoB). Sua aliança com a Unita de Jonas Savimbi em Angola, sua tentativa de criar um partido comunista em Portugal em confronto aberto com o Partido Comunista Português (PCP), seus editoriais em <em> A Classe Operária </em> ultrajando Cuba e sua revolução como &#8220;satélites do social-imperialismo soviético&#8221; fazem parte de uma história errática e oportunista.</p>
<p>O desenrolar do movimento histórico dos comunistas também cobrará deste partido sua atuação entreguista frente à Agência Nacional do Petróleo (ANP), suas alianças eleitorais espúrias, sua política de transformar uma das mais combativas entidades de massa do país (UNE, União Nacional dos Estudantes) numa pálida sombra de seu passado, que agora corre de ministério em ministério atrás de verbas e futuras boquinhas <a href="http://resistir.info/brasil/schueler_16mai12.html#nr"><strong>[2]</strong></a> para a pelegada <a href="http://resistir.info/brasil/schueler_16mai12.html#nr"><strong>[3]</strong></a> de calças curtas.</p>
<p>Essas linhas também não reafirmarão a verdadeira história dos comunistas brasileiros – parabéns, companheiros, pelo cinquentenário recém completado em 18 de fevereiro. E pelo que soubemos, a festa de arromba que vocês organizaram no &#8220;Vivo Rico&#8221;, no dia em que simularam comemorar 90 anos, fez muito aristocrata quatrocentão <a href="http://resistir.info/brasil/schueler_16mai12.html#nr"><strong>[4]</strong></a> se rasgar de inveja e dor de cotovelo!</p>
<p>São para afirmar, como o próprio o PcdoB tem registrado em seu estatuto, que partido que se diz comunista tem pelo menos que respeitar o centralismo democrático.</p>
<p>E o que diz o estatuto do PcdoB sobre a questão? Em seu artigo 11, que o &#8220;Partido age como um todo uno, sob o primado de uma disciplina livre e conscientemente assumida. A unidade é a força do Partido&#8221;. No art. 38, que o &#8220;Partido assegura sua unidade de ação política por meio da disciplina consciente, livremente aceita, igual e obrigatória para todos os seus membros e todas as suas organizações, baseada no Programa e Estatuto do Partido&#8221;.</p>
<p>Belas palavras que se tornaram letra morta quando da votação do Código Florestal. Afinal de contas, a orientação deste partido, antes do escrutínio no plenário da câmara, era de que o PcdoB apoiava o texto aprovado no Senado – em si um projeto conservador e baseado no relatório de Aldo Rebelo, parlamentar que se diz comunista mas que nos últimos anos tem sido o mais resoluto e funcional serviçal da grande burguesia.</p>
<p>E o que ocorreu na votação? Confira abaixo, através da posição dos parlamentares desse partido que se diz &#8220;comunista&#8221;:</p>
<table width="30%" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3">
<tbody>
<tr>
<td>Alice Portugal (BA)</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Assis Melo (RS)</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Chico Lopes (CE)</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Daniel Almeida (BA)</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Delegado Protógenes (SP)</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Evandro Milhomen (AP)</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Jandira Feghali (RJ)</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Jô Moraes (MG)</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>João Ananias (CE)</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Luciana Santos (PE)</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Manuela D`ávila (RS)</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Osmar Júnior (PI)</td>
<td>Não</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Os deputados que votaram &#8220;Sim&#8221; pediram a manutenção do texto aprovado pelo Senado, apoiado pelo governo e que era o &#8220;menos pior&#8221; em debate. Já os deputados que votaram &#8220;não&#8221; votaram pelo relatório do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), que anulou qualquer obrigação ambiental e estabelece a farra do boi e/ou da moto-serra para os ruralistas <a href="http://resistir.info/brasil/schueler_16mai12.html#nr"><strong>[5]</strong></a> .</p>
<p>Em verdade ocorreu um jogo de interesses eleitorais, o mesmo que faz a jovial Manuela D&#8217;Avila operar a rasteira politicagem de tempos medievais quando se alia ao PP em Porto Alegre; e leva a mesma Luciana Santos e Renildo Calheiros a se deslocarem até a sede do PSDB em Pernambuco para serem recebidos por Sergio Guerra, presidente do tucanato <a href="http://resistir.info/brasil/schueler_16mai12.html#nr"><strong>[6]</strong></a> , para definir alianças em Olinda. Cada um votou de acordo com seus interesses e alianças regionais.</p>
<p>Passados mais de 10 dias da votação, ocorre a tal &#8220;emenda&#8221; citada no início deste artigo: em matéria divulgada no Vermelho (link: <a href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&amp;id_noticia=182826" target="_new"> http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&amp;id_noticia=182826</a> ), o presidente do PcdoB, Renato Rabelo, afirmou – sem corar! – que &#8220;não ficou muito clara a forma como foi feita a votação na Câmara. O relator mal apresentou o projeto e ele já estava sendo votado. Por isso, não tivemos tempo hábil para avaliar na íntegra&#8221;.</p>
<p>Pôncio Pilatos na defesa de princípios partidários, Pôncio Pilatos quanto às manifestações que solicitam da presidente Dilma o veto ao projeto: &#8220;Agora, cabe à presidente Dilma avaliar e ponderar o que prejudica o desenvolvimento e a sustentabilidade. Se algo criará problemas de degradação ao meio ambiente, é claro que a presidente tem toda a autoridade para interferência&#8221;.</p>
<p>Sai de cima do muro – se possível com uma única posição – PcdoB!</p>
<div style="text-align: justify;" align="right">16/Maio/2012</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span> <a name="nr"></a><strong>NR</strong><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">[1] Código florestal: diploma que beneficia os latifundiários e o agrobusiness</p>
<p style="text-align: justify;">[2] boquinhas = tachos</p>
<p style="text-align: justify;">[3] pelegada = sindicalistas amarelos</p>
<p style="text-align: justify;">[4] quatrocentão: refere-se às famílias paulistas tradicionais, que se dizem de 400 anos</p>
<p style="text-align: justify;">[5] bancada ruralista: grupo de deputados de vários partidos que se opõe à Reforma Agrária e defende os interesses do agrobusiness</p>
<p style="text-align: justify;">[6] tucanato: refere-se aos &#8220;tucanos&#8221;, adeptos do PSDB, partido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso</p>
<p style="text-align: justify;">* Membro do Comitê Central do PCB</p>
<p style="text-align: justify;"> Fonte: <a href="http://pcb.org.br">pcb.org.br</a>/&#8230; e <a href="http://resistir.info/">resistir.info</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong><a name="asterisco"></a> </strong></span></p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=A+atua%C3%A7%C3%A3o+sem+princ%C3%ADpios+do+PcdoB+http%3A%2F%2Fis.gd%2FzV6I0V"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/a-atuacao-sem-principios-do-pcdob/&amp;t=A+atua%C3%A7%C3%A3o+sem+princ%C3%ADpios+do+PcdoB" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/a-atuacao-sem-principios-do-pcdob/&amp;title=A+atua%C3%A7%C3%A3o+sem+princ%C3%ADpios+do+PcdoB" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=A+atua%C3%A7%C3%A3o+sem+princ%C3%ADpios+do+PcdoB&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/a-atuacao-sem-principios-do-pcdob/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+Por+Paulo+Schueler%2A.+%0D%0AA+vota%C3%A7%C3%A3o+do+C%C3%B3digo+Florestal+%5B1%5D+na+C%C3%A2mara+dos+Deputados+apresentou+ao+p%C3%BAblico+brasileiro+uma+surpresa%2C+daquelas+ingratas+a..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Saco vazio não para em pé</title>
		<link>http://desacato.info/2012/05/saco-vazio-nao-para-em-pe/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saco-vazio-nao-para-em-pe</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cristina Amorim.
Greenpeace.- Há duas semanas, corria a boca pequena em Brasília que a presidente Dilma, preocupada com a péssima imagem que teria na Rio+20 (novo Código Florestal, desorganização, falta de ambição para um desenvolvimento sustentável real), preparava às pressas um &#8220;pacote de bondades&#8221; para apresentar no evento.
A maior &#8220;bondade&#8221;, por assim dizer, seria a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://desacato.info/2012/05/saco-vazio-nao-para-em-pe/691_3833/" rel="attachment wp-att-27533"><img class="alignleft size-medium wp-image-27533" title="691_3833" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/691_3833-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Por Cristina Amorim.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Greenpeace.- Há duas semanas, corria a boca pequena em Brasília que a presidente Dilma, preocupada com a péssima imagem que teria na Rio+20 (novo Código Florestal, desorganização, falta de ambição para um desenvolvimento sustentável real), preparava às pressas um &#8220;pacote de bondades&#8221; para apresentar no evento.<span id="more-27531"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A maior &#8220;bondade&#8221;, por assim dizer, seria a criação de um mosaico de unidades de conservação na região de Abrolhos. Ele impediria a exploração de gás e óleo na região, mas não as atividades tradicionais, como pesca. E protegeria de vez o maior recife de corais do Atlântico Sul, berço de espécies únicas, de uma biodiversidade ímpar e local de reprodução de baleias. O Greenpeace pede uma moratória da indústria petrolífera na mesma região desde o ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">O plano pegou tão bem que os jornais logo deram a notícia, e foram marcadas as audiências públicas para viabilizar o projeto. Ontem à noite deveria acontecer a primeira, na Bahia.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual não foi a surpresa dos presentes quando a audiência pública foi aberta pelo representante do ICMBio dizendo que aquilo ali não tinha validade legal nenhuma, e que seria considerada apenas como uma conversa técnica informal, pois a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, decidira alongar o processo. O presidente do ICMBio, Romulo Mello, emendou confessando descontentamento de certos Estados.</p>
<p style="text-align: justify;">Por &#8220;certos Estados&#8221; leia Espírito Santo. Por descontentamento, leia &#8220;interesse por royalties&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, o &#8220;pacote de bondades&#8221; virou um saco vazio. O vexame que a presidente Dilma corre o risco de passar na Rio+20 é imenso, talvez o maior na história desse país. Vejamos: petróleo em Abrolhos (e em tudo quanto é canto desse litoral); Código Florestal ruralista; ferro gusa na Amazônia = desmatamento, trabalho escravo, violência; redução de unidades de conservação; a desnecessária Belo Monte e outras hidrelétricas na Amazônia; desrespeito a índios e comunidades tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o que temos? Ah, sim, o desmatamento na Amazônia caiu nos últimos anos, e temos um monte de energia renovável (aka hidrelétricas).</p>
<p style="text-align: justify;">Algum assessor precisa avisar a presidente que esse discurso &#8220;verde&#8221; do Brasil é usado há anos e caducou. Para acreditar nele é preciso assumir que olha-se pelo retrovisor, enquanto as últimas medidas de seu governo indicam um futuro pra lá de cinza. Não é mais como o mundo se move, nem é o que se espera da anfitriã de uma reunião que deveria firmar um caminho sustentável para a próxima década.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, e apesar de a Petrobrás já ter dito que não tem interesse em explorar a área, a região de Abrolhos permanece desprotegida. Talvez a notícia de que uma mancha de óleo foi avistada na costa do Espírito Santo mude a opinião do governador. É, sejamos otimistas.</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Saco+vazio+n%C3%A3o+para+em+p%C3%A9+http%3A%2F%2Fis.gd%2FULISgw"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/saco-vazio-nao-para-em-pe/&amp;t=Saco+vazio+n%C3%A3o+para+em+p%C3%A9" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/saco-vazio-nao-para-em-pe/&amp;title=Saco+vazio+n%C3%A3o+para+em+p%C3%A9" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Saco+vazio+n%C3%A3o+para+em+p%C3%A9&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/saco-vazio-nao-para-em-pe/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+Por+Cristina+Amorim.%0D%0AGreenpeace.-+H%C3%A1+duas+semanas%2C+corria+a+boca+pequena+em+Bras%C3%ADlia+que+a+presidente+Dilma%2C+preocupada+com+a+p%C3%A9ssima+imagem+que+t..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Donna Summer&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Juntas duas das melhores vozes da música, Donna Summer e Barbra Streisand.
(Video: Watch this video on the post page)
    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntas duas das melhores vozes da música, Donna Summer e Barbra Streisand.</p>
<p>(Video: Watch this video on the post page)</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Donna+Summer%E2%80%A6+http%3A%2F%2Fis.gd%2FguSpyD"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/donna-summer/&amp;t=Donna+Summer%E2%80%A6" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/donna-summer/&amp;title=Donna+Summer%E2%80%A6" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Donna+Summer%E2%80%A6&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/donna-summer/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+Juntas+duas+das+melhores+vozes+da+m%C3%BAsica%2C+Donna+Summer+e+Barbra+Streisand.%0D%0A%0D%0A%5Bstream+provider%3Dyoutube+flv%3Dhttp%253A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%253Fv%253DQsY..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Expo: 200 anos de música argentina</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:32:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[(Português/Español).
Uma exposição em Buenos Aires conta a história da música na Argentina durante os 200 anos de independência do país, e mostra, além do tango e sua fama internacional, a multiplicidade de estilos no país.
Desde os povos pré-colombianos até o rock dos anos 80, a exposição &#8220;Música na Argentina: 200 anos&#8221; percorre dois séculos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://desacato.info/2012/05/expo-200-anos-de-musica-argentina/tango-identidad/" rel="attachment wp-att-27525"><img class="alignleft size-medium wp-image-27525" title="tango-identidad" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/tango-identidad-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a>(Português/Español).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma exposição em Buenos Aires conta a história da música na Argentina durante os 200 anos de independência do país, e mostra, além do tango e sua fama internacional, a multiplicidade de estilos no país.<span id="more-27524"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desde os povos pré-colombianos até o rock dos anos 80, a exposição &#8220;Música na Argentina: 200 anos&#8221; percorre dois séculos da história de um país.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O maior destaque é a multiplicidade de estilos desenvolvidas no território argentino. Embora algumas tenham uma clara relação de identidade, muitas outras também fizeram parte da vida artística&#8221;, disse à Agência Efe José Luis Castiñeira, Diretor Nacional de Artes, e impulsor da mostra exibida na Casa do Bicentenário.</p>
<p style="text-align: justify;">A mostra ilustra a história de estilos folclóricos que se popularizam com a emigração às grandes cidades, como Buenos Aires. Na primeira metade do século 20, esse movimento ocorreu à medida que as melodias e as danças próprias das povoações do interior do país chegaram à capital e foram reconhecidas graças ao apoio da rádio e do cinema, e inclusive deram o salto internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estas músicas chegam ao âmbito internacional, com artistas como Mercedes Sosa, Ariel Ramírez, Eduardo Falú ou Atahualpa Yupanqui&#8221;, informou Castiñeira. O diretor qualificou as décadas de 60 e 70 como o &#8220;boom do folclore&#8221;, música que continua sendo a mais vendida em todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não é só folclore que pode ser visto e escutado nos corredores da Casa do Bicentenário. A ópera, estilo que chegou à Argentina com a imigração italiana no final do século 19, ou música clássica, jazz e rock, estilos que se popularizam com a Guerra das Malvinas (1982), também estão presentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os militares (durante a ditadura de 1976 a 1983), perseguiram os roqueiros porque os consideravam drogados e com maus hábitos de vida. No entanto, com a guerra, eles foram privilegiados ante os folclóricos, avaliados como subversivos, e sobre o tango, que era visto como sem compromisso histórico e político&#8221;, disse o analista.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos painéis da exposição, roqueiros como Charly García e Fito Páez, reconhecidos internacionalmente, são retratados, assim como o tango, um estilo que não podia faltar na mostra.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O tango é o primeiro estilo argentino que fez carreira internacional, no começo do século XX&#8221;, disse Castiñeira. O diretor afirmou que a música segue &#8220;viva&#8221;, apesar de não ter letras com a mesma quantidade e qualidade da época de ouro, anos 30 e 50, e se vinculando com outros estilos, como o candombe, o jazz, o pop e o rock.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto aos grandes músicos argentinos, o espectador poderá visitar instalações sonoras e visuais, como uma &#8221;Nuvem de música&#8221; com fones de ouvidos e uma instalação que oferece diferentes tipos de música de acordo com a localização do visitante. Na mostra, também não podiam faltar instrumentos, alguns de grande valor simbólico, como o violão de Carlos Gardel (1890-1935), figura mais representativa do tango argentino e mundial, exposta junto à de seu companheiro José Razzano (1887-1960), com quem formou uma dupla nos anos vinte.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ninguém pode deixar de se comover diante dos violões de Gardel e Razzano, que parecem unidos como na época em que seus proprietários formavam uma dupla&#8221;, concluiu Castiñeira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Agência EFE.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Expo: 200 años de música argentina</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde los pueblos precolombinos al rock de los años de 1980, <strong>“Música en Argentina: 200 años”</strong> transita dos siglos de la historia de un país y recibe a un público “notablemente ecléctico y con gran interés por todas las músicas”, explicó José Luis Castiñeira, Director Nacional de Artes e impulsor de la muestra, que se exhibe en la Casa del Bicentenario porteña.</p>
<p style="text-align: justify;">
<em>“Lo más destacable en este país es la multiplicidad de músicas que se desarrollaron en su territorio. Aunque algunas tienen una clara relación identitaria con él, hay otras muchas que también formaron parte de su vida artística”</em>, agregó.</p>
<p style="text-align: justify;">
La muestra dibuja una historia variada de estilos que han eclosionado en lo que Castiñeira asegura que no puede llamarse <strong>“el folclore, sino los folclores argentinos”</strong>, una amalgama de músicas que se <a href="http://webmail.desacato.info/Redirect/noticias.universia.com.ar/en-portada/noticia/2011/12/22/900487/ayuda-lunfardo-sea-patrimonio-cultural-intangible.html" target="_blank">popularizan</a> con la emigración a las grandes ciudades, como Buenos Aires.</p>
<p style="text-align: justify;">
Este movimiento se produce en la primera mitad del siglo XX, cuando las melodías y las danzas propias de las poblaciones del interior del país que llegaron a la capital pasaron de los guetos urbanos al reconocimiento gracias al apoyo de la radio y del cine, e incluso dieron el salto internacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<em>“Estas músicas llegan al ámbito internacional, con artistas como Mercedes Sosa, Ariel Ramírez y su misa criolla, Eduardo Falú o Atahualpa Yupanqui”</em></em>, añadió Castiñeira, que calificó las décadas de 1960 y 1970 como el “boom del folclore”, música que hoy sigue siendo la más vendida en todo el país.</p>
<p style="text-align: justify;">
Pero no solo folclore se puede ver y escuchar en los pasillos de la <strong>Casa del Bicentenario</strong>, sino también ópera, llegada a Argentina con la inmigración italiana a finales del siglo XIX, música clásica, jazz, o rock, un estilo que pasa de ser “muy generacional” a popularizarse con la guerra de Malvinas (1982).</p>
<p style="text-align: justify;">
<em>“Los militares (durante la dictadura, 1976-1983), habían perseguido a los rockeros porque consideraban que eran drogadictos y tenían malos hábitos de vida. Pero con la guerra se les privilegia sobre los folclóricos, a los que consideran subversivos, y sobre el <a href="http://webmail.desacato.info/Redirect/noticias.universia.com.ar/entrevistas/noticia/2010/11/16/686391/queremos-llevar-tango-universidad.html" target="_blank">tango</a>, que piensan que no tiene compromiso histórico y político”</em>, dijo el experto.</p>
<p style="text-align: justify;">
En los paneles de la exposición aparecen retratados rockeros como Charly García y Fito Páez, que fueron reconocidos en América Latina y a nivel internacional, como lo fue también el tango, un estilo que no podía faltar en la muestra.</p>
<p style="text-align: justify;">
<em>“El tango es el primer estilo argentino que hace carrera internacional, que se instala a comienzos del siglo XX y se vuelve una música propia en muchos países, como Alemania, España o Francia”</em>, aseguró Castiñeira, para quien el tango sigue estando “vivo” hoy.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<em>“Ha flaqueado la producción literaria, las letras no tienen la cantidad y calidad de la época de oro, sobre los años de 1930 y 1950, pero sigue vivo y vinculándose con otras músicas, como el candombe, el jazz, el pop y el rock”</em></em>, añadió.</p>
<p style="text-align: justify;">
Junto a los grandes músicos argentinos, el espectador que recorre esta muestra se encuentra con instalaciones sonoras y visuales, como una “Nube de música” formada por un centenar de auriculares, o una instalación con atriles que ofrece distintos tipos de música en función de la ubicación del visitante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fuente:</strong> Agencia EFE. Foto: Flickr/Talba</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Expo%3A+200+anos+de+m%C3%BAsica+argentina+http%3A%2F%2Fis.gd%2FOrFLYh"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://desacato.info/2012/05/expo-200-anos-de-musica-argentina/&amp;t=Expo%3A+200+anos+de+m%C3%BAsica+argentina" title="Post to Facebook"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/facebook/tt-facebook-micro3.png" alt="Post to Facebook" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://delicious.com/post?url=http://desacato.info/2012/05/expo-200-anos-de-musica-argentina/&amp;title=Expo%3A+200+anos+de+m%C3%BAsica+argentina" title="Post to Delicious"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/delicious/tt-delicious-micro3.png" alt="Post to Delicious" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Expo%3A+200+anos+de+m%C3%BAsica+argentina&amp;body=Link:+http://desacato.info/2012/05/expo-200-anos-de-musica-argentina/%0D%0A%0D%0A----%0D%0A+%28Portugu%C3%AAs%2FEspa%C3%B1ol%29.%0D%0AUma+exposi%C3%A7%C3%A3o+em+Buenos+Aires+conta+a+hist%C3%B3ria+da+m%C3%BAsica+na+Argentina+durante+os+200+anos+de+independ%C3%AAncia+do+pa%C3%ADs%2C+e+mostra%2C..." title="Send Gmail"><img class="nothumb" src="http://desacato.info/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/gmail/tt-gmail-micro3.png" alt="Send Gmail" /></a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Primeros dias em LIBERDADE. . .</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estado espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[País Basco]]></category>

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		<description><![CDATA[
Reportaje realizado en el municipio de Azpeitia con 14 000 habitantes que reciben a otro hijo saliendo de la cárcel. Quedan 700 presos políticos regados por todo el territorio del estado español.


Por Dick Emanuelsson

Transcripción de la entrevista a la abogada Iratxe Uritxar: Ingrid Storgen (un abrazo de agradecimiento)
VIDEOS, reportaje de Euskal Herria, País Vasco en el mes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="center">Reportaje realizado en el municipio de Azpeitia con 14 000 habitantes que reciben a otro hijo saliendo de la cárcel. Quedan 700 presos políticos regados por todo el territorio del estado español.<span id="more-27514"></span></p>
</div>
<div>
<p align="center"><strong>Por Dick Emanuelsson</strong></p>
</div>
<p align="center"><strong>Transcripción de la entrevista a la abogada </strong><strong>Iratxe Uritxar</strong><strong>: Ingrid Storgen </strong>(un abrazo de agradecimiento)</p>
<p align="center"><strong>VIDEOS, reportaje de Euskal Herria, País Vasco en el mes de marzo, 2012:</strong></p>
<div>
<p align="center"><strong>Vimeo: </strong>http://vimeo.com/41894628</p>
</div>
<div>
<p align="center"><strong>YouTube: </strong>http://youtu.be/qHfqLSFszW0</p>
</div>
<div>
<p align="center"><strong>AUDIO: https://www.box.com/s/3981d31a3b3848062f26</strong></p>
</div>
<p align="center">
<div>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://desacato.info/2012/05/primeros-dias-em-liberdade/liberdade-2/" rel="attachment wp-att-27515"><img class="alignleft size-medium wp-image-27515" title="liberdade" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/liberdade-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>“Detenido en Francia el presunto jefe de logística de ETA junto a otros dos etarras”.</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Así decía el título del periódico digital “20 minutos.es”<strong> </strong>el<strong> </strong>26 de julio de 2007 <strong>[1]</strong>. La prensa española describía a una de las tres personas, de nombre <strong>Iker Iparraguirre Galarraga </strong>y detallaba las siguientes características:</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>“<em>Nacido en Azpeitia (Guipúzcoa) en 1978, figura en la lista de terroristas más buscados por la Guardia Civil y la Policía Nacional y está fugitivo desde el año 2005, cuando logró eludir el cerco policial en la operación que desmanteló el aparato de captación de la organización terrorista</em>”.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>El 12 de febrero de 2012, fue entregado a la policía española y el 10 de marzo fue recibido por centenares de habitantes de su pueblo, en el pequeño municipio situado en la montaña entre Bilbao y San Sebastian (Donostia, en vasco), cumplida su condena.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Tímido y nervioso, con las manos en los bolsillos de sus blue jeans gastados, nos encontramos con él en la caminata que programó el pueblo esa noche de sábado, el 10 de marzo en Azpeitia. Ventanas decoradas con el pañuelo con el texto de solidaridad con los presos políticos enmarcan el camino. “No estoy muy acostumbrado a ser entrevistado”, se disculpó y acordamos que hablaríamos después del acto político-cultural que sus compañeros, amigos y habitantes de Azpeitia habían organizado esa noche fresca bajo un cielo cargado de estrellas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>– La Guardia Civil no permite generalmente este tipo de manifestaciones, pero últimamente, después de los grandes éxitos electorales en Euskal Herria (País Vasco) para la Izquierda Arbetzale, pero sobre todo después de la manifestación más grande de la historia moderna en solidaridad con los presos, el 7 de enero de este año, pues han entendido que el pueblo vasco va por sus presos políticos.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>COMENTARIO DE UN MANIFESTANTE CUANDO </strong>caminamos esa noche. Veníamos de la Plaza central en este pequeño municipio con 14.000 habitantes y pasamos unas 5-6 cuadras hacia la salida a Bilbao, la marcha pegó la vuelta y entró a un gimnasio techado.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Eran centenares, de todas las edades que habían llegado y el acto comenzó con un pequeño video de la vida de ese hombre, considerado por el estado español como uno de los más peligrosos terroristas. Lo que no dijo es que su tío, un primo y dos hermanos fueron asesinados o murieron en la lucha por la independencia del pueblo más antiguo del continente europeo. Iker Iparraguirre fue sentenciado a casi cinco años por pertenecer a una organización proscrita por el estado español.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>– La manifestación que se ha hecho hoy y con toda la gente reunida, es un acto y otro paso más en el camino hacía la amnistía. Personalmente me siento arropado por toda la gente que ha venido y el calor que me han dado. Y la verdad es que después de haber estado siete años afuera de mi pueblo, es un colchón para que empiece a rehacer mi vida y también, para que siga adelante con el compromiso político que cogí desde mi juventud, decía Iker, una vez culminado el acto.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DURANTE SUS CASI CINCO AÑOS </strong>en la cárcel francesa no le fue permitido llamar una sola vez a sus familiares. La salida al aire fresco fue mínima, similar a las que pueden hacer los presos políticos colombianos en cárceles de máxima seguridad.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A su lado esta <strong>Manu Ugartemendia</strong> también ex preso político que salió en libertad hace unos meses. Fue acusado en Francia de ser miembro de ETA. Pasó prisión durante seis años sin ser enjuiciado.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>– Se dice que Francia es defensor histórico de la libertad y los derechos humanos. Pero ¿cómo se explica el hecho de mantener un preso seis (6) años encarcelado sin juicio? Fui sentenciado primero después de ese largo tiempo y el caso fue procesado en El Tribunal Europeo de Derechos Humanos, en Estrasburgo, en donde Francia fue sentenciada a pagarme 6.000 euros en concepto de indemnización. Esto no pasa por ninguna “República Bananera” en el mundo, relató Ugartemendia con indignación y sarcasmo en la voz. No es para menos, pasó también otros cuatro años en las cáceles del estado español.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p> <strong>¿CÓMO SE MANTIENE LA CONVICCIÓN</strong> y los principios políticos durantes tantos años en la cárcel para después seguir la pelea política en libertad?</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>– Nosotros adquirimos un compromiso y ese se mantiene intacto aún estando en las peores situaciones en las cárceles. Tú crees en una cosa y nosotros luchamos por un proyecto político que es la independencia y el socialismo. Y la creencia que tenemos en ella nos hace mantenernos de alguna medida firmes, aún siendo muy duro el transcurso carcelario.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>¿Cómo explicar la inmensa movilización de 110.000 vascos, el 7 de enero (2012) que reclamaban derechos carcelarios para los 700 presos políticos en un país con apenas tres millones de habitantes de los cuales el 48 por ciento son españoles? preguntamos a Manu.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>– Para entender eso nos tenemos que remontar a los 35 años en que este pueblo ha luchado por los derechos fundamentales de los procesos políticos vascos. Siempre ha existido esa gran solidaridad del pueblo para con los presos vascos y sus derechos.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>LA INMENSA MAYORÍA DE ESTE PUEBLO </strong>quiere que los presos sean repatriados, dice <strong>Asier Altuna Epelde</strong>, también ex preso. Ahora es responsable y representante de <em>la Izquierda Abertzale</em> (Patriótica) para America Latina</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>– El pueblo muestra su respaldo a los presos. Y este conflicto político-armado que se ha vivido en los últimos 50 años, es un conflicto con raíces políticas, agregó.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>El acto fue realizado solo en idioma vasco, lengua materna. En la prensa se informa que el uso de ese idioma avanza y cada vez son más los vascos, sobre todo la juventud, que habla el idioma de su pueblo en vez del español.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>– A final de los ´70, Euskal Herria estaba a punto de extinguirse porque el franquismo obligaba que sólo se podía hablar el idioma materno en casa. Ahora es un idioma vivo, que esta ganando espacio y recuperándose. Para nosotros es importante y el movimiento popular hace un gran trabajo.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DESPUÉS DEL COMUNICADO (de ETA)</strong> del 20 de octubre de 2011, que dio por finalizada la actividad armada, quedó evidenciado que bajo esa lucha armada existía un grave conflicto político.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p>– Hay que abordar todas esas consecuencias del conflicto. Antes también existía, obviamente, ese conflicto político, pero lo habían enmascarado tras una cortina de humo como “lucha antiterrorista”. Quedó demostrado ahora, cuando se han quitado la careta y el movimiento independentista ha dejado claro que “si quieren por vías pacíficas democráticas, nosotros no tenemos ningún inconveniente”.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p>– Con el respaldo de la mayoría del pueblo y el movimiento popular, avanzamos hacía la independencia sabiendo que vamos a vivir mucho mejor que en España que nos lleva al borde del abismo en esta crisis de la economía, pero también de la crisis institucional. Vemos que no tiene (España) una oferta política para el pueblo vasco. Y por ello nosotros vamos por la vía democrática, electoral, la lucha de masas en la calle y con la lucha ideológica vamos a seguir avanzando para que la independencia sea posible y se materialice, subrayó el representante de la izquierda vasca.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>EL PARTIDO POPULAR Y EL GOBIERNO de Mariano Rajoy</strong> se niegan hasta a un diálogo directo sobre como podría ETA entregar sus armas. Ni siquiera aceptan discutir con la izquierda legal vasca, la primera fuerza política en el País Vasco. ¿Cómo lograr cambiar esa intransigencia de Madrid?</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p>– En los últimos años, en España, se ha introducido que el que se pone más duro (contra ETA y el País Vasco) lleva más votos. El Partido Popular emite el discurso de odio y de la venganza y eso no tiene espacio o margen en la sociedad vasca. Y eso se ha constatado en las recientes elecciones en el estado español. El Partido Popular ha crecido prácticamente en todas las provincias excepto en el País Vasco, porque la sociedad vasca quiere cambio y quiere recuperar todas esas libertades que hemos tenido inculcadas.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>ETA HA COMETIDO MUY POCAS </strong>acciones armadas desde el 2002, cobrando en diez años un total de 15 víctimas mortales, según la estadística oficial. En 2009 fueron tres, en 2010 sólo una persona murió, en 2011 y en 2012 no se registraron víctimas.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p>El 13 de octubre de 2009 se reunieron <strong>Arnaldo Otegi</strong>, representante oficial de Batasuna, <strong>Rafa Diez</strong>, secretario general de la central obrera LAB y <strong>Sonia Jacinto, Arkaitz Rodríguez </strong>y <strong>Miren Zabaleta</strong> en la sede sindical de LAB. El grupo fue detenido, acusado por haber formado un grupo llamado “<em>Bateragune”</em> (punto de encuentro, en euskera), que tendría como “sede operativa” el edificio del sindicato, lugar donde se realizaron las detenciones.</p>
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<p>El auto del juez Baltazar Garzón recogía que el parido político Batasuna llevaba tiempo trabajando para declarar una tregua parcial con el objetivo de que Batasuna pudiera llegar a acuerdos con Eusko Alkartasuna, Aralar, Abertzale en Batasuna y ELA (la otra central obrera vasca) de cara a un proyecto común, con la exclusión del PNV, para presentarse a las elecciones municipales y forales de 2011. Estas detenciones, más el hecho de que se realizaran en una sede sindical, generaron una de las mayores concentraciones de protesta de los últimos años en el País Vasco, que fue convocada por la mayoría sindical vasca y respaldada por todos los partidos nacionalistas”, resume Wikpedia la detención ejecutada hace casi tres años. Fueron sentenciados a diez años de cárcel en un proceso llevado a cabo por el juez Garzón.</p>
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<p>El delito, de crear las condiciones para un proceso de paz, fue criminalizado por el estado español que, además, intentaba cerrar todos los caminos para que la izquierda vasca pudiera participar en las elecciones del 2011, cálculo que no pudo hacerse ya que el Tribunal Constitucional, con seis votos contra cinco, decidió sorpresivamente permitir a la coalición de Bildu, participar en las elecciones municipales y provinciales en el 2011, elecciones que ganó Bildu. La victoria se repitió en el mes de noviembre del mismo año cuando la colación de la izquierda vasca bajo el nombre Amaiur, fue el partido con más diputaciones en las elecciones al congreso en Madrid donde obtuvo 7 diputados y 3 senadores, siendo la segunda fuerza más votada en la comunidad autónoma del País Vasco, primera en número de diputados y tercera en la de Navarra.</p>
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<p><strong>LA SEMANA PASADA EL Tribunal Supremo</strong> español confirmó su condena, aunque rebajó ligeramente la pena de prisión. La sentencia no contó con la unanimidad de los jueces, dos de los cinco magistrados se mostraron contrarios a esta sentencia, informa el Boletín semanal de la Izquierda Abertzale.</p>
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<p>“El único delito de estos cinco ciudadanos vascos ha sido impulsar el debate en el seno de la Izquierda Abertzale. Debate cuya última consecuencia<strong>fue el cambio estratégico de la Izquierda Abertzale y la apuesta exclusiva por vías pacíficas</strong> y democráticas para conseguir sus objetivos”, constata el Boletín semanal de la izquierda vasca.</p>
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<p>El propio Arnaldo Otegi envió una carta desde prisión en la que en nombre de los cinco condenados analiza las sentencias y asegura que “los enemigos de la paz no ganarán en Euskal Herria”. En la misiva hace algunas reflexiones sobre la situación política que vive Euskal Herria.</p>
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<p> “Desde la Izquierda Abertzale consideramos que la sentencia del Tribunal Supremo contra los acusados del caso <em>Bateragune</em> es sencillamente escandalosa e inaceptable. La misma supone un castigo a quienes desde su labor política apostaron por poner en marcha un proceso de paz y normalización política y que son artífices del cambio político y social que ya conoce la sociedad vasca”.</p>
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<p><strong>EL JUEZ BALTAZAR GARZÓN NO ES MUY BIEN VISTO </strong>en general en el País Vasco, tampoco entre los abogados defensores de los presos políticos en particular.</p>
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<p>Nos encontramos una tarde dominical en el centro histórico de Bilbao con <strong>Iratxe Uritxar</strong>, abogada del Observatorio Vasco de los DERECHOS HUMANOS. En cualquier momento va a parir y es como algo simbólico en el momento histórico en que ETA ha decidido dejar la lucha armada dando lugar al nacimiento de un proceso y camino de paz. Para que ese proceso tenga éxito, el tema de los presos tiene que ser parte de un proceso integral, resume.</p>
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<p> <strong>Dick Emanuelsson (DE): ¿Cómo está la situación de ellos?</strong></p>
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<p><strong>Iratze Urizar (IU):</strong> En general tenemos que decir que no se han dado cambios, el gobierno español se resiste a levantar la política de excepción que ha llevado adelante todos estos años contra el colectivo de presos y presas políticos vascos. Todas las medidas en rigor siguen aplicándose contra estos prisioneros, dentro de las cárceles no ha habido ningún cambio.</p>
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<p><strong>DE: ¿En éstos momentos cuántos hombres y mujeres hay en esas condiciones?</strong></p>
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<p><strong>IU:</strong> En los últimos años se ha incrementado el número de mujeres presas pero sigue siendo menor al de los hombres. De todos modos en el caso de las mujeres se les hace más sencillo aislarlas, mantenerlas en cárceles alejadas, solas o de dos en dos, hay una proporción más o menos de más de 500 hombres y ciento y algo de mujeres.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: ¿Entonces por lo menos un 20% de los prisioneros son mujeres?¿ Tienen algún problema especial con respecto a los hombres además de lo que acabas de comentar? </strong></p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>IU:</strong> Si, en el caso de las mujeres tenemos que sumar el caso de las medidas excepcionales que se aplica al Colectivo de Presas Y Presos Políticos Vascos y en el caso de las mujeres debemos sumar las características propias de las mujeres en prisión, por ejemplo, la discriminación estructural. La cárcel está pensada por y para hombres, hay muy pocas cárceles de mujeres y todavía menos prisiones pensadas para madres y muchas de las que son madres o quieren serlo están en prisiones que no están acondicionadas para albergar niños. Al no estar pensadas estructuralmente para alojar mujeres se carece de atención ginecológica. En caso de necesidad se las debe trasladar a otros lugares esposadas, incluso durante las consultas y luego se encuentran con dificultades para asistir a las instalaciones propias de la cárcel como los gimnasios, talleres, etc.</p>
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<p><strong>DE: ¿entonces, no hay cárceles para mujeres?</strong></p>
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<p><strong>IU:</strong> Si, las hay, pero no en condiciones de albergar muchas mujeres. Ellas sufren por ser presas mujeres y por carecer de las condiciones que corresponden. Se las ubica en cárceles alejadas de sus familias, separadas entre si.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: En el caso de ser madres ¿hasta que tiempo tienen la posibilidad de estar con sus hijos?</strong></p>
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<p><strong>IU:</strong> Según la legislación española la madre tiene derecho a permanecer junto a su hijo hasta que tiene 3 años. De todos modos hay que tener en cuenta que la cárcel no cuenta con las condiciones necesarias para albergar niños. Y como decíamos antes, si la cárcel es dura en las condiciones de aislamiento lo es más para el niño o la niña.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: Escuché que la dispersión es muy grande, que están repartiendo varios de los más de 700 presos políticos vascos hasta lugares como las Islas Canarias, Málaga en vez de ubicarlos en el País Vasco.</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> En este momento no hay presos en Canarias. Los que estaban allí fueron traídos a la península. Pero sí, es verdad que desde los años ’80 se iba aplicando esta política de dispersión y estamos hablando de una distancia media de 700 km del País Vasco. Es sabido que los presos y presas serán alejados del País Vasco, pero además los miembros del Colectivo serán alejados entre ellos. Luego serán alejados de si mismos, incluso dentro de la prisión. Esa medida se aplica al colectivo. Debemos acabar con esa dispersión</p>
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<p><strong>DE: ¿Y el gobierno logra esa dispersión?</strong></p>
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<p><strong>IU:</strong> El colectivo funciona como tal, pese a esa dispersión no han conseguido que la sociedad vasca no se desplace a visitarlos por más alejados que estén. Cada semana se desplazan por medios propios ya sea en tren, automóvil, transporte colectivo, trenes, furgonetas.</p>
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<p><strong>DE: ¿Los presos en general vienen de las clases populares?</strong></p>
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<p><strong>IU:</strong> Hay pesos de todo tipo, es un colectivo plural, entre ellos hay directivos de medios de comunicación, ingenieros, científicos, obreros, estudiantes, es un colectivo heterogéneo.</p>
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<p><strong>DE: No ha de ser fácil económicamente ese desplazamiento.</strong></p>
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<p><strong>IU:</strong> Sin dudas, estamos hablando de un coste elevadísimo. Tienen que pedir días en el trabajo. Cualquier gestión es cara y son miles de euros que se van en poder realizar esas visitas, pero que de todos modos se hace.</p>
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<p><strong>DE: ¿Esa política gubernamental es una forma de quebrar a las familias para quebrarles la moral?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Claro, para el preso es muy duro esperar cada semana la visita sin saber en que condiciones la harán, si llegarán bien, si podrán hacerlo, es un castigo añadido para el preso y la familia, que va junto a esa condena.</p>
<div align="center"></div>
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<p><strong>DE: ¿La marcha de 110 mil vascos lo fue?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Si, fue un respaldo a esa sociedad igual que las adhesiones a nivel internacional. No se entiende que la dispersión se haya aplicado pero la solidaridad tiene diferentes formas de expresarse. Hay voluntarios que cada semana llevan a los familiares, ese es un ejemplo.</p>
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<p><strong>DE: Como abogada ¿que dice la legislación, hay un reglamento que indique o normas internacionales que dicen que el preso no debe ser alejado de su entorno? </strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Sí, tanto la legislación española como el derecho internacional expresan que deben permanecer en la cárcel más cercana a su domicilio como para que no se rompan lazos familiares. Ahora se oye mucho la cuestión de estudiar cada caso individualmente. Las autoridades españolas son las que están escuchando al colectivo de presas y presos vascos.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: ¿Cuáles son los reclamos mas importantes, uno es la repatriación de los presos vascos y los otros?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Uno de los más importantes y sobre el que giró la manifestación, es sobre todo respecto a las medidas más sangrantes, como la dispersión. Sería acabar con esa dispersión, otro es que se mantienen a presos enfermos incurables en prisión y deberían estar en tratamiento fuera de la cárcel y cerca de su entorno. Otra de las más urgentes es la conocida como Doctrina Parot, por la que se han alargado las penas, de facto se está aplicando la cadena perpetua. Según la interpretación que hace el Supremo (de Justicia), se quitan los beneficios y reducciones, a las personas condenadas por una nueva interpretación comenzaron a alargar sus condenas por 10 años, 12 años, es decir, personas que deberían estar en libertad hace años han visto sus condenas alargadas diez años más, aplicando de facto la condena perpetua.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: La discusión de la amnistía general, uno escucha el partido popular (del gobierno) y para nada quiere eso. No quieren una Comisión de Verdad y que cada preso tiene que ser valorado desde el punto de vista individual, no como colectivo, lo que la sociedad vasca reclama.</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Este colectivo (de los presos/as) es el resultado de un conflicto político y como tal la solución también debe ser política. Eso lo sabe la sociedad vasca, así como los dirigentes del gobierno español. Otra cosa es que quieran sacar discusiones que la sociedad vasca está reclamando.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: ¿El gobierno no coincide, está fuera de contexto?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> No coincide con lo que se está reclamando, ni en la sociedad ni en el colectivo.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: ¿Por una solución del conflicto vasco?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Sin entrar tanto en la valoración política, eso corresponde más a los políticos, como abogada, por el momento siento que cambiarán mucho las cosas cuando se actúe con la ley.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: Anoche estuve en el pequeño municipio Azpeitia y salió en libertad un preso que llevaba 4 años y 6 meses en la parte francesa. No tenía acceso para llamar a su familia, salía apenas 1 hora por día durante su condena. Otro preso relató también que estuvo sin sentencia durante seis años, sin derechos como presos. ¿Como es posible eso en pleno Siglo XXI en un país en pleno centro de Europa?</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Tratando de resumir solemos explicar que en cuestión de presos políticos la norma es la excepción y la excepción es la norma. Debemos saber que lo que es la norma general aquí sería la excepción, sin embargo las medidas excepcionales se aplican continuamente. El máximo para permanecer en prisión preventiva, sin juicio es de 4 años, es de aplicación generalizada cumplir esos 4 años en prisión sin un juicio.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Y cuando viene el juicio puede resultar absuelto. En la política de grados de los que están en prisión, la de primer grado es el más estricto a aplicar. De manera puntual en el caso del colectivo de presos y presas el primer grado es el más común. Es altísima la cantidad de presos y presas que reciben ese grado y sabemos que la vida en prisión es durísima. Salir de la celda 2 horas o 4 horas al día, las condiciones de vida que deberían ser excepcionales en estos casos se aplican de manera generalizada.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p>Lo que en un código legal puede ser comprendido para casos concretos, aquí se van a aplicar de manera general. Y no sólo eso, sino que tanto las sentencias como luego el seguimiento de esa vida en prisión, se va a llevar a cabo por un tribunal muy concreto.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p>No será el tribunal de Vizcaya, Bilbao, sino que se hará desde Madrid. Esto se llevará a cabo desde un tribunal excepcional con medidas excepcionales y una forma de funcionar muy particular.</p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: ¿Es como una legislación de guerra en un país que está en conflicto?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Es una legislación especial que por definición está prohibida, pero en este caso es excepcional. Se tomarán pruebas muy dudosas, como por ejemplo, tomando declaraciones bajo detención incomunicada por las que luego aplicaremos condenas muy elevadas, que a la hora de cumplirlas también se va a llevar un control muy férreo desde el juzgado central o desde la penitenciaría que está situado en la audiencia nacional.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Entonces desde el momento de la detención hasta el momento de acceso a la libertad, es una excepcionalidad tras otra. Incluso, en el acceso a la libertad por la Doctrina Parot del tema de los presos enfermos, va a ser diferente, no va a guiarse por la norma común como podríamos hacer recogiendo la legislación.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: Anteayer estuve leyendo un artículo en el diario Gara donde decía que un señor había sido condenado a un año de cárcel por haber tomado la palabra en un acto público. Habló sobre el asesinato que la fuerza pública había cometido contra una persona. La fiscalía acusaba a ese señor de haber hecho apología del terrorismo aunque sólo mencionaba que el señor fue asesinado y le dieron un año de cárcel por haber opinado públicamente. ¿No es criminalizando, no lo que uno hace, sino lo que uno piensa?</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Sí, o que es la legislación antiterrorista no hay una legislación aparte de lo que es la legislación general. Se trata de artículos que han introducido dentro del régimen general que han ido más allá continuamente. Han ido introduciendo delitos que son muy difíciles de tasar, son muy abstractos, cabe prácticamente cualquier cosa porque es flexible, es abstracto, es complicado de concretar como debería ser en el derecho penal. Debería estar claro sobre lo que es una cuestión delictiva. Sin embargo en el tema del terrorismo hemos llegado a una flexibilidad que hace muy difícil tasar qué entra dentro de un delito o no. Tenemos el tema de la apología, poniendo un ejemplo es más sencillo para describir; Hay un gran apoyo social al colectivo de presos y presas políticas y era muy habitual ver las fotografías de los amigos, de los familiares colgados de las ventanas, así como carteles, etc.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Entonces ahora puedes acabar en Madrid en la audiencia nacional por llevar una pegatina o una fotografía con la foto de un preso, porque se supone que estás humillando a las víctimas. La gente va a la Audiencia Nacional, va a depender de como interprete ese artículo para valorar. En nombre de esa apología entran en actitude, en situaciones. . .</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: pero si el preso ni siquiera ha estado en un acto de sangre como lo llaman a veces los fiscales, los jueces, según la legislación antiterrorista ¿sólo por pertenencia igual estaría humillando a la supuesta víctima?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> No, en el caso del estado español, en el caso del conflicto vasco, de lo que es el terrorismo en el caso de los vascos, estamos hablando de términos que en otros contextos serían increíbles. Por ejemplo, a una persona se la acusa de terrorismo aún sabiendo que sus métodos son pacíficos y los usa para defender sus ideas. Acá existe el término terrorismo pacífico, terrorismo violento, etc. Etc. Son cuestiones que se dan en el contexto de este conflicto pero que en el caso de buscar otro ejemplo en Europa no es posible entender esta lógica que además ha sido criticada por organismos internacionales, es una pendiente resbaladiza para el gobierno español. Como decía el relator “para la protección y promoción en la lucha por los derechos humanos en la lucha contra el terrorismo”. Vino aquí a decir lo que le decía el estado español, calificando de terrorismo a actitudes que no tenían nada que ver y que era muy complicado saber que acciones podían catalogarse como terrorismo y que acciones no, porque era todo muy abstracto.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: El gobierno también debe sentir la tremenda presión que hay, porque como condición para poder manifestarse en enero los 110 mil vascos, la condición que puso el gobierno es que no tenian que mostrar ninguna fotografía de los presos, asi como tampoco gritar consignas en apoyo moral o lo que fuera. Y allí anduvieron 110 mil personas calladitas, pero fue impresionante.</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Si, tratan de acotar cada vez más, no les gusta decir que coartan la libertad de expresión, el derecho a manifestación pacífica, pero es algo que viniendo al País Vasco y viviendo aquí un periodo de tiempo corto, te das cuenta que sí, se coartan estos derechos. Que hay un gran problema y hay un gran miedo a que la sociedad vasca diga lo que tiene que decir, exprese lo que tenga que expresar, y se vea realmente que es lo que la sociedad vasca opina con este tema.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: Si habría una Comisión de Verdad e iban a investigar, también, los crímenes del estado español, el terrorismo de estado a un pueblo, a una oposición política, ¿cuáles son los resultados, dónde están los familiares de las víctimas también del estado español? Porque se escuchan siempre las víctimas por los crímenes que ha cometido la ETA.</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Si, nunca han tenido un micrófono, un reconocimiento, por ejemplo hay personas que han muerto por torturas en comisarías y ni siquiera la tortura se reconoce, teniendo en cuenta que hoy la tortura ya no existe. Todavía falta recorrer un largo camino para reconocer que una persona falleció bajo tortura.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: ¿Son muchas?</strong></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Son demasiadas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: Dime como abogada, sobre el caso, hace un mes y pico, Baltasar Garzón que fue destituido de su puesto en la Audiencia Nacional y fue uno de los jueces que llegó acá cerrando periódicos, organizaciones sociales. Hizo además allanamientos en la sede sindical de la central obrera LAB, metiendo en la cárcel con 10 años de condena a dirigentes legales sindicales. Fue destituido porque había ordenado interceptar a unos abogados del partido de gobierno y eso parece que no le gustó a la derecha española que lo destituyó y su carrera como juez prácticamente terminó. ¿Pero cuántas interceptaciones no ha hecho contra ustedes en el Colegio de Abogados vascos en sus conversaciones con sus clientes.</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Llama la atención el escándalo que se suscitó y hasta se escuchó alguna voz diciendo bueno, tampoco es para tanto. Dio una imagen pública de lo que es este estado. Como abogada vasca puedo asegurarte que eso no ocurrió una vez ni diez sino bastantes más. Si bien es cierto que Baltasar Garzón ha hecho un trabajo en cuanto a su imagen fuera de los que es el País Vasco, en el País Vasco no hace falta que haga ninguna campaña porque sabemos que es un juez que por delante suyo han pasado personas destrozadas tras haber sufrido torturas y no ha hecho absolutamente nada. Ahora tratar de mostrarse como el gran defensor de derechos humanos que está siendo vapuleado. En el País Vasco no hace falta que de ninguna explicación, lo conocemos muy bien.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Hay mucha gente que sigue cumpliendo penas muy altas por las instrucciones que ha llevado a cabo él y que ante las personas destrozadas no ha tomado ninguna medida.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE: El ha tenido una gran imagen en el exterior por sus medidas contra Pinochet. . . </strong></p>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Sí, ha tomado medidas de gran repercusión si bien sabía que no le llevarían a ningún lado. En los sumarios que ha instruido (en el País Vasco), que han tenido como resultado los cierres de periódicos, detenciones masivas, torturas. Estrasburgo condenaba al estado español el año pasado por no haber tomado medidas eficaces en un caso de torturas que fue un caso desgarrador. Esta persona pasó por delante de Baltasar Garzón y le explicó lo que había sucedido en dependencias oficiales y no hizo nada.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Estrasburgo condena ahora al estado español. El hombre fue violado con un palo de escoba, bolsa con asfixia, fueron 5 días de tormento y no se tomó ninguna medida, no se investigó el caso y por eso fue condenado el estado español.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: ¿Cuando podremos ver a los presos y presas políticas vascas, en libertad? ¿Eso está ligado a una solución política?</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> El colectivo de presos y presas políticas es un colectivo político, resultado de un conflicto político y por ahí tiene que venir la respuesta.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>DE: El avance electoral (de la izquierda vasca) del año pasado en el mes de mayo y noviembre, ¿es un empuje para la solución del conflicto?</strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>IU:</strong> Si, los triunfos electorales dieron muestra del hartazgo de una gran parte de la sociedad vasca, más de acuerdo o no con un rédito político. Pero con el hartazgo por como están las cosas actuales. Y eso es lo que está bien.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>1. Comunicado de ETA el 20 de octubre de 2011: http://www.youtube.com/watch?v=93-nVtRTS1I</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>2. Nuevo comunicado ETA a la Comunidad Europea para una solución del conflicto:</p>
<p>http://gara.net/agiriak/20120516_eta_fr_es.pdf</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>3. Declaración de la Izquierda Abertzale sobre este nuevo paso de la Organización ETA que considera y se reafirma en su predisposición al diálogo.</p>
<p>http://www.gara.net/azkenak/05/341220/eu/La-izquierda-abertzale-asegura-que-comunicado-ahonda-vocacion-dialogo-parte-ETA</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>VIDEOS, reportaje de Euskal Herria, País Vasco en el mes de marzo, 2012:</strong></p>
<p><strong>1) IKER IPARRAGUIRRE GALARRAGA, Preso Político condenado en Francia a cuatro años y medio por ser miembro de ETA</strong></p>
<p><strong>2) MANU UGARTEMENDIA, Preso Político condenado en Francia a seis años por ser miembro de ETA y cuatro años en el estado español</strong></p>
<p><strong>3) IRATXE URITXAR, abogada del Observatorio Vasco de los DERECHOS HUMANOS que defiende los presos políticos</strong></p>
<div>
<p><strong>Tres entrevistas: </strong></p>
</div>
<div>
<p><strong>Vimeo: </strong>http://vimeo.com/41894628</p>
</div>
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<p><strong>YouTube: </strong>http://youtu.be/qHfqLSFszW0</p>
</div>
<div>
<p><strong>AUDIO: https://www.box.com/s/3981d31a3b3848062f26</strong></p>
</div>
<div>
<p><strong>4) ASIER ALTUNA EPELDE, ex preso político y secretario por asuntos de América Latina de Izquierda Abertzale (patriota):</strong></p>
</div>
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<p><strong>Vimeo </strong>(mejor calidad)<strong>: </strong>https://vimeo.com/42049930</p>
</div>
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<p><strong>YouTube: </strong>http://youtu.be/kmfq8zb0viw</p>
</div>
<div>
<p><strong>AUDIO: https://www.box.com/s/dd3c29836e6756cc38dc</strong></p>
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<div>
<p><strong>5) Exclusiva entrevista a Joseba Álvarez, dirigente de de Batasuna de Euskal Herria:</strong></p>
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<p><strong>Vimeo</strong> (mejor calidad): https://vimeo.com/41183934</p>
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<p><strong>YouTube:</strong> http://youtu.be/AJ79EfGH24k</p>
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<p><strong>AUDIO:</strong> https://www.box.com/s/688a3370bfa9aee06963</p>
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<p><strong>6) Igor Urrutikoetxea</strong>, Secretario General de la Unión Internacional de Sindicatos del Metal y la Minería, miembro del Comité Ejecutivo de la central sindical vasca, <strong>LAB, <em>Langile Abertzaleen Batzordeak</em></strong></p>
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<p><strong>VIDEO:</strong> <strong>https://vimeo.com/39321444</strong></p>
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<p>7) GRAN MOVILIZACION DE LOS SINDICATOS VASCOS. Los trabajadores vascos pelean por preservar su descanso dominical. Entrevista a la líder sindical del sector de comercio en el País Vasco Ziortza Ameztoi, LAB-comercio:</p>
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<p>https://vimeo.com/39356608</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por Dick Emanuelsson para </strong><strong>EUSKAL HERRIA / PAÍS VASCO</strong><strong> el 5/16/2012 </strong></p>
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		<title>Referendo na Irlanda: Vota Não</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por EMC.
Abaixo o Tratado de austeridade permanente!
Em 31 de Maio será pedido ao povo da Irlanda que vote o &#8220;Tratado sobre a estabilidade, coordenação e governação na união económica e monetária&#8221; – que só pode ser chamado como Tratado de austeridade permanente. Enquanto o debate público centra-se neste tratado, o governo está a pressionar no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://desacato.info/2012/05/referendo-na-irlanda-vota-nao/irlanda/" rel="attachment wp-att-27508"><img class="alignleft size-medium wp-image-27508" title="irlanda" src="http://desacato.info/wp-content/uploads/2012/05/irlanda-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a>Por EMC.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo o Tratado de austeridade permanente!</p>
<p style="text-align: justify;">Em 31 de Maio será pedido ao povo da Irlanda que vote o &#8220;Tratado sobre a estabilidade, coordenação e governação na união económica e monetária&#8221; – que só pode ser chamado como Tratado de austeridade permanente.<span id="more-27507"></span> Enquanto o debate público centra-se neste tratado, o governo está a pressionar no Dáil [câmara baixa do Parlamento irlandês] o seu irmão, o &#8220;Tratado sobre o Mecanismo Europeu de Estabilidade&#8221; (MEE). Eles são gémeos; não podem ser separados.</p>
<p>O Tratado de austeridade permanente está a ser apresentado como o meio de trazer estabilidade ao euro e à UE. Como em todos os casos, tratados e lei nacionais não são senão politica congelada. Aqueles que têm poder económico e com isso poder político assegurarão que as leis reflitam seus interesses fundamentais. Eles não se importam demasiado com questões acessórias desde que elas não interfiram com suas estruturas de poder e os seus lucros.</p>
<p>O que faz este tratado é remover a capacidade de governos nacionais – não importa o povo – de determinar o que deveriam ser as prioridades económicas e sociais. No nosso caso a prioridade é pagar a dívida corporativa transformada em &#8220;dívida soberana&#8221;. Para chegar a isto, a equilibragem da contabilidade torna-se a grande prioridade e parte do orçamento deve ser para o reembolso, mais o juro, desta dívida corporativa.</p>
<p>Como sempre na nossa sociedade, temos de olhar para a política subjacente e aqui se revela o que tudo isto significa para o povo trabalhador, não apenas aqui na Irlanda mas por toda a União Europeia. Angela Merkel, a chanceler alemã, declarou: &#8220;Os travões à dívida [regras do Tratado] serão vinculativos e válidos para sempre. Você nunca será capaz de alterá-los através de uma maioria parlamentar&#8221;.</p>
<p>Isto só pode levar a uma situação pela qual, se houver pouco dinheiro na caixa do governo, o dinheiro será tornado disponível para o serviço da dívida e só o que restar será disponibilizado para atender as necessidades do povo. Assim, quando o custo do serviço da dívida ascende, o montante disponível para o povo será reduzido – não há meio de contornar – porque teremos de operar dentro de controles constitucionalmente determinados.</p>
<p>O Tratado do MEE é um assalto ainda maior à democracia nacional. Sob este tratado um Conselho de Governadores está a ser estabelecido para &#8220;supervisionar&#8221; o fundo de estabilidade – um conselho constituído por banqueiros. O governo irlandês terá de contribuir com aproximadamente €11 mil milhões, os quais terá de tomar emprestados a fim de dá-los ao fundo.</p>
<p>O MEE constitui um assalto ainda maior à democracia e a transferência de ainda mais poderes para um organismo externo a este Estado e para além da influência do povo.</p>
<p>É por esta razão que precisa ser apoiado o processo levado por Thomas Pringle , do partido TD, ao Supremo Tribunal, argumentando que devido às disposições do Tratado do MEE este deve ser submetido ao povo.</p>
<p>Sob as disposições do MEE, os &#8220;governadores&#8221; e seus agentes estarão acima de todas as leis nacionais e isentos de responsabilidade. Nenhum dos seus documentos pode ser examinado ou interceptado por governos nacionais ou qualquer outro organismo. Os governos terão de submeter disposições orçamentais para a sua supervisão. Se os governadores considerarem necessário podem pedir fundos adicionais aos governo, os quais eles têm de responder dentro de sete dias – sem ses nem mas. Os governos nacionais terão de se submeter às suas exigências e prioridades.</p>
<p>Dentre os principais elaboradores deste tratado está a Goldman Sachs – corporação financeira internacional. Isto é um golpe de estado virtual por parte do capital financeiro. Por que? Porque cada vez mais a democracia torna-se um estorvo à tomada de decisão: é demasiado lenta e incómoda no mundo do movimento instantâneo do dinheiro e das estratégias de investimento. O seu mundo virtual corre muito mais suavemente, não perturbado por ter de consultar o povo.</p>
<p>Os países periféricos tornar-se-ão com efeito protetorados dos poderes económicos dominantes, com constantes transferências de riqueza numa base estrutural a longo prazo em consequência da maciça dívida corporativa imposta sobre o povo. Mais uma vez, o reembolso de dívida é o papel primário para os governos. A elite quer manter o povo trabalho numa &#8220;armadilha da dívida&#8221; indestrutível.</p>
<p>O governo irlandês e, infelizmente, alguns líderes sindicais parecem acreditar que democracia e soberania podem ser comerciadas numa espécie de regateio na esperança de obter algum alívio no fardo da dívida. A decisão de quatro sindicatos – Mandate , TEEU , CPSU e Unite – de vir a público e apelar a um voto pelo Não é portanto bem vinda. Isto é um novo e significativo desenvolvimento e assinala um possível afastamento do impacto amortecedor da &#8220;parceria social&#8221;.</p>
<p>A democracia e a soberania não são bagatelas negociáveis a serem entregues em troca de algumas migalhas de alívio. Temos de lutar por nós próprios, rejeitar esta dívida imposta e exigir</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>que acabem com a destruição do nosso serviços de saúde</li>
<li>que os pacientes não sejam abandonados sobre carrinhos nos hospitais</li>
<li>que os cortes na educação sejam cancelados, de modo a que nossos filhos possam ter as escolas que merecem</li>
<li>que serviços e empresas públicas não sejam privatizadas</li>
<li>que seja proporcionado trabalho para os desempregados</li>
<li>que os nossos filhos não tenham de emigrar</li>
<li>que recuperamos para o controle público nossos ricos recursos naturais</li>
<li>que repudiamos a dívida corporativa acorrentada no nosso povo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A UE não é um veículo para a mudança e sim, ao contrário, o principal veículo de servidão pela dívida e de controle corporativo. Ela é o veículo de opção da classe dominante e dos grandes monopólios através de toda a Europa para a defesa e o avanço dos seus interesses económicos e políticos.</p>
<p>A democracia e a soberania são as ferramentas próprias de que precisamos para enfrentar a profunda crise económica, social, cultural e moral em que o nosso país está atolado e na qual se afunda rapidamente.</p>
<p>Toda a conversa do establishment sobre os tratados vindouros é apenas tontice e desinformação para levar-nos a aceitar as cadeias da dívida em torno dos nossos pescoços. Eles dizem-nos que podemos precisar de outro salvamento e, assim, os tratados são uma apólice de seguro. O problema é que não podemos pagar o preço do primeiro salvamento como ele é, muito menos um segundo ou um terceiro. Tudo isso significa que contraímos empréstimo de mais dinheiro dos mesmos a quem já devemos uma montanha dele e a quem temos de devolver-lo com altos juros.</p>
<p>Um voto pelo Não é um voto contra a armadilha da dívida e um voto para defender a democracia.</p>
<p style="text-align: justify;">O original encontra-se em http://www.communistpartyofireland.ie/cenfath-en/01-vote-no.html</p>
<p>Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .</p>
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