Estação Cultural leva apresentações e oficinas a municípios catarinenses

Os municípios receberão, também, oficinas com foco em diversos segmentos artísticos como música, literatura, dança, patrimônio, entre outros.

Estação Cultural_Verão 2018. Divulgação
O último fim de semana de fevereiro terá novas atrações dentro da programação do projeto itinerante Estação Cultural, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), que leva 150 atividades entre apresentações artísticas e oficinas a 50 cidades de Santa Catarina de fevereiro a abril de 2018. A iniciativa é uma parceria entre a FCC e as prefeituras municipais que receberão as atrações.

A programação de fevereiro está passando por 23 municípios desde o dia 15. Receberão as atividades do Estação Cultural neste primeiro mês as cidades de São Miguel do Oeste, Fraiburgo, Rancho Queimado, Brusque, São Francisco do Sul, Imbituba, Urubici, Criciúma, Balneário Camboriú, Chapecó, Caçador, São Joaquim, Lages, Irani, Jaraguá do Sul, Palmitos, Taió, São Bento do Sul, Treze Tílias, Ituporanga, Garopaba, Canoinhas e Quilombo.
Os municípios receberão, também, oficinas com foco em diversos segmentos artísticos como música, literatura, dança, patrimônio, entre outros. Para participar das oficinas, os interessados devem entrar em contato diretamente com o departamento de Cultura de cada município para mais informações.
A iniciativa da FCC é embrião de uma política pública que visa à democratização do acesso às atividades culturais, com atrações de abrangência estadual. O objetivo da FCC é contribuir para atrair diversos tipos de públicos, valorizando ações que fomentem a reflexão e a discussão dos temas abordados e possibilitando a troca de linguagens artísticas e culturais entre as regiões catarinenses. ”O Estação é um projeto de circulação, integração e de estímulo à produção cultural catarinense. São mais de 150 projetos selecionados, mobilizando todas as regiões catarinenses, levando as mais variadas formas de expressão artísticas e também de conhecimento, por meio de oficinas. O que o projeto busca é a valorização do nosso artista, da sua produção e também a formação de público no Estado”, explica o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.

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