Depois do Fervo

O mês de junho marca, mundialmente, a celebração do Orgulho LGBT+. Ainda que tenhamos muito a comemorar, a realidade nos coloca diversos desafios a serem superados: o Brasil é campeão mundial de assassinatos de LGBTs, e os números vem crescendo; em 2017 houve um aumento de 30% no número de crimes de ódio em relação ao ano anterior.

Além de resistir pelo simples direito de se manterem vivos, a população LGBT+ no Brasil sofre diariamente com as diversas formas de violência: agressões físicas, insultos, cerceamento de acesso a serviços públicos e empregos, etc.

A fim de promover o debate e refletir sobre as contradições colocadas para as lutas LGBT+, o Diretório Central dos Estudantes convida todas e todos a participarem de um cinedebate sobre o documentário “Depois do Fervo”.

SINOPSE:

Depois do Fervo investiga o contraste entre a imagem de cidade aberta à diversidade e a realidade da população de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) de Florianópolis, uma das capitais brasileiras mais conhecidas pela boa acolhida às minorias sexuais.
A história é narrada a partir das vivências e perspectivas dos próprios LGBTs para que eles compartilhem experiências e visões sobre sua relação com a cidade, seus habitantes e questionem a ideia de que a capital catarinense é um paraíso gay-friendly.

Direção, fotografia e montagem: Matheus Faisting

CONVIDADOS:

– AZÂNIA NOGUEIRA, mestre em geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina, militante do Núcleo de Estudos Negros e bissexual

– EDUARDA PEREIRA, estudante de jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina, pesquisa Gênero e Sexualidade e ajudou na fundação do Coletivo Jornalismo sem Machismo

– MATHEUS FAISTING, produtor audiovisual e jornalista graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina, é diretor do documentário Depois do Fervo

– MATHEUS MARTINS, militante na discussão de gênero e sexualidade. Voluntário nas ONGs ADEH – Associação em Defesa dos Direitos Humanos com Enfoque na Sexualidade e Desdobrando Arte Ateliê

AINDA HÁ TEMPO DE LUTAR POR UM MUNDO SEM LGBT+FOBIA!

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