Às direitas e embaixadores imperiais

Publicado em: 01/02/2011 às 19:41
Às direitas e embaixadores imperiais

Por José Manuel Zelaya Rosales.*

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O que aparece notório nas mensagens diplomáticas dos embaixadores imperiais, é que levem tão em sério a missão de “interpretar”, para o seu benefício, as coisas que fazemos outros países, que terminem confundindo o dia e a noite, o preto e o branco e, em geral, qualquer uma atitude que lhes resulte adversa.

Nunca entenderão as direitas do continente que como países soberanos, temos todo o direito de brigar nossas lutas, com a perspectiva de ganhá-las, e isso é o que conseguimos com a anulação das resoluções contra Cuba em São Pedro Sula, e com a nossa apertura ao socialismo do sul.

As resoluções da OEA, em Honduras a favor da Revolução Cubana, e minha adesão à ALBA; foram vitórias, porque cada uma delas produziu a possibilidade de aproximar-nos da América Latina pela justiça e a liberdade que merece o povo hondurenho.

Patrocinar a anulação destas resoluções de 1962, que nem o povo cubano, nem seus líderes, em sua magnífica dignidade nos a pediram; – foi uma iniciativa totalmente de Honduras- e naturalmente o império americano também não tinha interesse na mesma. Houve que sortear todas essas dificuldades durante longos 2 anos, à que nos acompanhou, e pode dar fé, o Secretário Geral da OEA, José Miguel Insulza, como todos os ministros de exteriores da América.

A anulação – realizou-se poucos dias antes do Golpe de estado de Honduras- foi uma retificação HISTÓRICA desta geração, sobre um erro, um crime cometido por outras gentes, feitas governo, quatro décadas atrás, que encheram de vergonha nossos povos, quando sem justificativa- como ficou demonstrado em São Pedro Sula – expulsaram da organização ao país heróico de Martí, Fidel e Maceo.

Nada mais e nada menos pode se dizer desse fato histórico.

Não entendem as direitas de Washington, que com eles a relação comercial é estritamente de negócios; com os irmãos da América Latina construímos a sociedade do futuro. Devemos olhar de perto as permanentes manipulações desta gente que já demonstrou uma e outra vez, que lhes resulta mais fácil calar a verdade que me deixar retornar ao meu povo.

Aos homens nos definem nossos atos, nesse sentido, deixo nas mãos da história e dos povos da América Latina o julgamento de meus fatos e das minhas idéias, dos que estou profundamente orgulhoso.

Até a vitória sempre.

*Coordenador General FNRP

A las derechas y embajadores imperiales

Del escritorio de José Manuel Zelaya R.

Santo Domingo República Dominicana 30 de enero 2011

Lo notorio en los cables diplomáticos de los  embajadores imperiales es que se tomen tan en serio, la misión de “interpretar”, desde su beneficio, las cosas que hacemos otros  países, que terminen confundiendo el día con la noche, lo negro con lo blanco, y, en general cualquier actitud que les sea adversa.

Nunca van entender las derechas del continente que como países soberanos, tenemos todo el  derecho de  pelear nuestras luchas, con la perspectiva de ganarlas, y eso logramos precisamente con la anulación de las resoluciones contra Cuba en San Pedro Sula, y con nuestra apertura hacia el socialismo del sur.

Las  resoluciones de OEA, en Honduras, a favor de la revolución Cubana, y mi adhesión al ALBA;  fueron  victorias, porque cada una de ellas produjo  la posibilidad de acercarnos a Latinoamérica por la  justicia y la libertad que merece el pueblo hondureño.

Patrocinar la anulación de estas resoluciones de 1962, que ni el pueblo cubano, ni sus líderes, en su magnífica dignidad, nos lo pidieron; – fue una iniciativa totalmente de Honduras-  y desde luego el imperio americano tampoco tenía interés en la misma. Hubo  que sortear todas estas dificultades durante largos 2 años,  a la que nos acompañó, y puede dar fe; el Secretario General  de la OEA, José Miguel Insulza, como todos los cancilleres de América.

La anulación -se realizó unos días antes del Golpe de estado de Honduras – fue  una rectificación HISTORICA de esta  generación, sobre un error, un crimen cometido por otras gentes, hechas gobierno, cuatro décadas atrás, que  llenaron  de  vergüenza a nuestros pueblos, cuando sin justificación- como quedó demostrado en San Pedro Sula-  expulsaron de la organización  al  país heroico de Martí, Fidel y  Maceo.

Nada  más, ni nada menos se puede decir de ese hecho histórico.

No entienden las derechas  de Washington, que con ellos la relación comercial es estrictamente de negocios; con los hermanos de Latinoamérica construimos la sociedad del futuro. Debemos ver de cerca las permanentes manipulaciones de esta gente que ya demostró una y otra vez, que les resulta más fácil callar la verdad que dejarme retornar a mi pueblo.

A los hombres  nos definen nuestros actos, en ese sentido, dejo en manos de la historia y de los pueblos de América Latina el juicio de mis hechos y de mis ideas, de los que estoy profundamente orgulloso.

Hasta la victoria siempre

Coordinador General FNRP

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