A transição nos EUA

transição

Cronopiando por Koldo Campos Sagaseta.

(Português/Español).

Gara.- Por via das dúvidas que essas latrinas da comunicação que dizem ser a “mídia” esqueçam, o que vai acontecer, lhes lembro que é Cuba a que pode ajudar os EUA na sua transição à democracia para que deixe de ser o país que acumula a maior dívida americana e o que desperdiça a metade dos recursos do planeta; o que mais drogas consome e quem mais vulnera os direitos humanos, enquanto multiplica indigentes e analfabetos e mantém à margem de qualquer seguro social 50 milhões de pessoas.

São os Estados Unidos o país que mais guerras tem provocado e mais pazes tem mentido, que possui mais bases militares disseminadas pelo mundo todo, mais golpes de Estado tem urdido e mais governos democráticos derrubou. É esse o país que deve ser ajudado para que seus candidatos à presidência não os escolha o capital de entre as vitrines da V Avenida, Beverly Hills o ou circo, e para que seus cidadãos, além de votar, consigam escolher.

É a essa nação que tem que ajudar porque é inaceitável a existência de campos de concentração, e Guantánamo só é o mais conhecido, ou prisões secretas; desprezível a construção de gigantescos e vergonhosos muros com os que isolar seus vizinhos; inadmissível que sequestrem opositores pelo mundo todo; que sejam seus soldados os únicos que não são obrigados a responder ante tribunais internacionais de justiça porque estão acima de qualquer lei; e que, assassinado seu presidente em um encoberto golpe de estado, tenha a justiça que esperar 66 anos para que esse povo conheça a verdade. Inaceitável a impunidade do crime de seus cinco presidentes assassinados sempre em escuros prontuários de homens que agiam sozinhos e ao serviço de ninguém; como é cínico que dê as boas-vindas a quem chega na Virgínia à sede da Central de Inteligência Americana (CIA) o bíblico lema de “E a verdade vos libertará” enquanto têm presos ou escondidos ou asilados seus próprios concidadãos, precisamente, por ter se atrevido a falar a verdade.

Quem deve mudar é esse “norte intrincado e brutal” do qual falou Martí e que como bem disse Chávez continua a cheirar a enxofre, que levanta a violência como conduta, a tortura como terapia, o crime como ofício, a guerra como negócio e para quem sempre tem um Nobel da Paz.

(Euskal presoak-euskal herrira)

Tradução: Tali Feld Gleiser, para Desacato.info.


La transición en EE. UU.

Cronopiando por Koldo Campos Sagaseta.

Por si acaso a esas letrinas de comunicación que se dicen “medios” se les olvida, que va a ser que sí, les recuerdo que es Cuba la que puede ayudar a EEUU en su transición a la democracia para que deje de ser el país que acumula la mayor deuda americana y el que derrocha la mitad de los recursos del planeta; el que más drogas consume y quien más vulnera los derechos humanos, mientras multiplica indigentes y analfabetos y mantiene al margen de cualquier seguro social a 50 millones de personas.

Es Estados Unidos el país que más guerras ha provocado y más paces ha mentido, el que cuenta con más bases militares diseminadas por todo el mundo, más golpes de Estado ha urdido y más gobiernos democráticos ha tumbado. Es a ese país al que hay que ayudar para que sus candidatos a la presidencia no los elija el capital de entre los escaparates de la V Avenida, Beverly Hills o el circo, y para que sus ciudadanos, además de votar, puedan elegir.

Es a esa nación a la que hay que ayudar porque es inaceptable la existencia de campos de concentración, y Guantánamo solo es el más conocido, o cárceles secretas; bochornosa la construcción de gigantescos y vergonzosos muros con los que aislar a sus vecinos; inadmisible que secuestren opositores por todo el mundo; que sean sus soldados los únicos que no están obligados a responder ante tribunales internacionales de justicia porque están por encima de cualquier ley; y que, asesinado su presidente en un encubierto golpe de estado, tenga la justicia que esperar 66 años para que ese pueblo conozca la verdad. Inaceptable la impunidad del crimen de sus cinco presidentes asesinados siempre en oscuros expedientes de hombres que actuaban solos y al servicio de nadie; como es cínico que dé la bienvenida a quien llega en Virginia a la sede de la Central de Inteligencia Americana (CIA) el bíblico lema de “Y la verdad os hará libres” mientras se tiene presos o escondidos o asilados a sus propios conciudadanos, precisamente, por haberse atrevido a decir la verdad.

Quien debe cambiar es ese “norte revuelto y brutal” del que hablara Martí y que como bien dijera Chávez sigue oliendo a azufre, que enarbola la violencia como conducta, la tortura como terapia, el crimen como oficio, la guerra como negocio y para el que siempre hay un Nobel de la Paz.

(Euskal presoak-euskal herrira)

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