32 anos sem Arnulfo Romero

TeleSUR.
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El Salvador comemora 32 anos do assassinato de Monsenhor Arnulfo Romero
Este sábado é o 32º aniversário do assassinato de Dom Oscar Arnulfo Romero, bispo salvadorenho, e a Fundação Romero e diversas organizações sociais e religiosas rendem tributo ao monsenhor em diferentes ruas da capital.
O correspondente de TeleSUR em El Salvador Ricardo Martínez reportou que são diversas as atividades que serão realizadas em todo o país em comemoração de quem quando era vivo fosse um ativista em favor dos pobres.
Romero foi assassinado em 24 de março de 1980 quando oficiava uma missa na capela do pequeno hospital Divina Providência na capital. Romero predicava uma mensagem dirigido aos pobres e afirmava que “a missão da igreja é identificar-se com os pobres”.
Os principais atos começam este sábado à tarde na Praça das Américas ou do Divino Salvador do Mundo, símbolo da capital, informou a Fundação Romero. Desde esse local, onde há uma estátua de Romero, partirá ao anoitecer a Peregrinação da Luz, caracterizada por portar os participantes faroizinhos artesanais, e a qual culminará na Catedral Metropolitana.
A Comissão da Verdade, criada pelas Nações Unidas a partir dos Acordos de Paz de 1992, deu pistas no seu informe de 15 de março de 1993 sobre a conspiração que termino com a vida do religioso.
Cinco dias depois da criação da comissão, o então mandatário, Alfredo Cristiani, atua presidente do partido Aliança Republicana Nacionalista (Arena), decretou uma anistia  para os delitos durante o conflito armado (1980-1992).
Marino Samayoa Acosta, um ex-sargento da extinta Guarda Nacional, foi identificado como o possível assassino. Samayoa formava parte da equipe de segurança do ex-presidente da República salvadorenha Arturo Molina. O major do exército Roberto d’Aubuisson, fundador do partido político Arena, ordenou o assassinato do monsenhor Romero, revelou o informe publicado faz 19 anos.
D’Abuisson junto ao ex-capitão Álvaro Saravia e Fernando Sagrera, também participaram no planejamento do magnicídio, relata o informe da Comissão da Verdade.
As homenagens ao monsenhor Romero começaram desde a última segunda-feira e porta-vozes da Fundação Romero deram a conhecer que em diversas partes do país se dedicam à tarefa de lembrar seu legado.

Versão em português para Descato.info: Raul Fitipaldi.

El Salvador conmemora 32 años del asesinato de Monseñor Arnulfo Romero
Este sábado se cumple el 32 aniversario del asesinato del arzobispo salvadoreño Oscar Arnulfo Romero y la Fundación Romero y diversas organizaciones sociales y religiosas rinden tributo al monseñor en diferentes calles de la capital.
El corresponsal de teleSUR en El Salvador Ricardo Martínez reportó que son diversas las actividades que se realizarán a lo largo y ancho del país en conmemoración de quien en vida fuera un activista en favor de los pobres.
Romero fue asesinado el 24 de marzo de 1980 cuando oficiaba una misa en la capilla del hospitalito Divina Providencia en la capital. Romero predicaba un mensaje dirigido a los pobres y afirmaba que “la misión de la iglesia es identificarse con los pobres”.
Los principales actos comienzan este sábado en la tarde en la Plaza de las Américas o del Divino Salvador del Mundo, símbolo de la capital, informó la Fundación Romero. Desde esa zona, donde hay una estatua de Romero, partirá al anochecer la Peregrinación de la Luz, caracterizada por portar los participantes farolitos artesanales, y la cual culminará en la Catedral Metropolitana.
La Comisión de la Verdad, creada por Naciones Unidas a partir de los Acuerdos de Paz de 1992, dio pistas en su informe del 15 de marzo de 1993 sobre la conspiración que terminó con la vida del religioso.
Cinco días después de la creación de la comisión, el entonces mandatario, Alfredo Cristiani, actual presidente del partido Alianza Republicana Nacionalista (Arena), decretó una amnistía para los delitos durante el conflicto armado (1980-1992).
Marino Samayoa Acosta, un ex sargento de la extinta Guardia Nacional, fue identificado como el presunto asesino. Samayoa formaba parte del equipo de seguridad del ex presidente de la República salvadoreña Arturo Molina. El mayor del ejército Roberto d’Aubuisson, fundador del partido político Arena, ordenó el asesinato de monseñor Romero, reveló el informe publicado hace 19 años.
D’ Aubuisson junto al excapitán Álvaro Saravia y Fernando Sagrera, también participaron en la planificación del magnicidio, relata el Informe de la Comisión de la Verdad.
Los homenajes a monseñor Romero comenzaron desde el pasado lunes y voceros de la Fundación Romero dieron a conocer que en diversas partes del país se han dado a la tarea de recordar su legado.

teleSUR/YR

Foto tomada de TeleSUR

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